
Contrariando
o senso comum que afirma que o poder corrompe, ao ler sobre a vida dos Césares
romanos, vemos que os homens já são corrompidos, uns mais outros menos, o poder
apenas lhes permitiu extrapolar tudo que eles realmente eram.
No trono dos senhores do mundo, o poder potencializou tudo de podre que já havia dentro deles, dando vazão a todo tipo de pecado, e confirmando o que afirma o apóstolo Paulo, “…o salário do pecado é a morte.” (Rm 6:23)
No trono dos senhores do mundo, o poder potencializou tudo de podre que já havia dentro deles, dando vazão a todo tipo de pecado, e confirmando o que afirma o apóstolo Paulo, “…o salário do pecado é a morte.” (Rm 6:23)
Assassinatos, mentiras, complôs,
intrigas, orgias, pedofilia, incesto, abuso de poder, perseguições, torturas,
culto a personalidade…Tudo em nome do poder. E para que? Para ter mais poder,
como um ciclo vicioso retro-alimentado pela mãe de todos os pecados, o orgulho.
Lembrando da tentação de Cristo pelo diabo, quando lhe foi proposto adorá-lo em troca da glória de todos os reinos da terra, sua resposta foi enfática “Somente ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.” (Mt 4:10)
Lembrando da tentação de Cristo pelo diabo, quando lhe foi proposto adorá-lo em troca da glória de todos os reinos da terra, sua resposta foi enfática “Somente ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.” (Mt 4:10)
Assim é a história humana, gasta-se muita energia erguendo
impérios, buscando glórias passageiras e admiração dos homens, mas algo sempre
dá errado. A máquina humana não funciona corretamente à base de si mesmo, Deus
é o combustível da alma humana, e quando esse combustível é substituído, a
máquina não funciona corretamente
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