sábado, 18 de abril de 2020

Tem bom ânimo...

"Tem bom ânimo... creia...você vai conseguir!"



A nossa vida é constituída de sonhos e desafios.
Nem sempre as coisas serão simples e, muitas vezes,
exigirão coragem e determinação em nossa perseverança.
Deus não nos prometeu dar tudo facilmente, embrulhado
em pacotes dourados e com laços de fitas.
Ele apenas nos garantiu que estaria ao nosso
lado e que, ao final, seríamos vitoriosos.
As grandes conquistas são precedidas de grandes
esforços, de uma fé inabalável e de uma determinação completa.
Se olharmos para as dificuldades, para os riscos de fracasso,
para as decepções e quedas já enfrentadas, fatalmente pensaremos
em desistir e abandonar os sonhos.
Mas o Senhor Jesus estará à nossa frente e poderemos ouvi-Lo
repetir quantas vezes forem necessárias:
"Tem bom ânimo... creia...você vai conseguir!"

O que há de vir virá, e não tardará !


Tenho observado muitos homens e mulheres de Deus neste período da igreja, e tenho notado e percebido que alguns tem sido atingidos pela imensa onda de desânimo que nos últimos anos tem se alastrado pela cristandade; eles ainda amam o Senhor, trabalham esforçadamente para evangelizar, cuidam do rebanho, tem uma mensagem e um ministério cristocêntrico, mas a mensagem do arrebatamento tem sido ignorada, sufocados, eles perderam as forças para ministrá-la. A grande tragédia da igreja da nossa era, é que o arrebatamento não é apenas um mistério desconhecido ao mundo é também um mistério desconhecido à igreja.

A falta dessa mensagem nos púlpitos deixa o corpo de Cristo com fome e sede, uma sede que dói, que dilacera o coração, como se algo estivesse separando a alma do espírito e ambos da carne; é uma dor física, emocional e espiritual ao mesmo tempo; é uma fome insaciável por algo que não mais se ouve, uma nostalgia como se Deus estivesse muito distante apesar de está bem próximo, é uma agonia que palavras não podem expressar, uma dor que músicas espirituais e apelos emocionais não podem aplacar; é um pesar profundo, uma sensação de vazio que faz o céu parecer mais alto do que realmente é, que faz a alma desejar estar junto a Ele e abraça-lo. A dor dessa saudade é produzida porque não atentaram para o ensinamento do apóstolo Paulo em I Ts. 4,18 “ consolai-vos uns aos outros com estas palavras”, a esperança do arrebatamento. Que catástrofe pior poderia ocorrer na igreja que lhe tirar a vivacidade, a esperança do seu chamamento? Roubaram à vida de alegria da igreja quando pararam de ministrar a sua viva esperança.
Mas gostaria de lembrar aos nobres ministros da palavra, àqueles que deixaram de pregar sobre o arrebatamento, talvez por negligência, comodismo, falta de ânimo, ou quem sabe, por considerá-lo uma utopia, as palavras do próprio Senhor Jesus: “negociai até que eu volte” Lc. 19,13. Também as palavras do apóstolo Paulo: “igualmente o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas!” 2 Tm. 2,5. E essas, são as normas, “ … se tardar, espera-o, porque, certamente virá, não tardará”. Hc. 2,3. Não abandoneis, portanto a vossa confiança; ela tem grande galardão. Porque ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará”. Hb 10,35 e 37.
No entanto a igreja não é composta apenas por ministros, existem os membros, o rebanho que parece também haver se esquecido do iminente retorno do Senhor Jesus. Vivem tão concentrados em seu mundo, que a paixão pelo arrebatamento, que no inicio de suas jornadas como cristãos lhes incendiava a alma, agora se esfriou, o primeiro amor não existe mais, o arrebatamento agora é um sonho distante, perdido em algum lugar entre as páginas da Bíblia.
No mundo moderno dos cristãos, onde a tecnologia lhes facilita a vida, o ardente amor a Cristo e a sua vinda foi perdendo o brilho, e o sentimento que hoje ocupa seu lugar é opaco, sem vida e sem cor, é um amor que não reluz, sua esperança se não morreu está a morte. Cristãos modernos não que se põem mais em suas “torres de vigia”, abandonaram a fortaleza, seduzidos pelos prazeres mundanos não esperam mais o regresso do Grande Rei. Mas Ele virá, virá como um ladrão na noite! Ainda que não mais o esperem, Ele virá porque “suas palavras são fiéis e verdadeiras”!

O Rei Salomão


O rei Salomão, também chamado de Jedidias foi um rei de Israel muito rico e sábio que sucedeu o rei Davi, seu pai entre cerca de 970 a 931 aC. Ele foi o terceiro rei de Israel como uma monarquia unida. Na Bíblia sua história está registrada em 1 Reis 1-11, 2 Crônicas 28-29 e 2 Crônicas 1-9.
Ícone russo do rei Salomão (Séc XVIII)
A partir do quarto ano do seu reinado construiu o Primeiro Templo em Jerusalém usando a vasta riqueza que acumulou e dedicou ao Senhor, o Deus de Israel.
o rei Salomão foi grande em sabedoria, riqueza e poder além de qualquer um dos reis anteriores, mas, influenciado por suas esposas estrangeiras desviou-se do caminho do Senhor e fez o que era mau aos olhos de Deus. Por causa dos seus pecados o reino de Israel foi divido durante o reinado de seu filho Roboão.

Significado do nome

Em hebraico Shelomoh, o nome Salomão significa paz. No inglês e espanhol o nome é traduzido para Solomon.

História de Salomão

Salomão nasceu em Jerusalém (1 Cr 14:4), foi o segundo filho do rei Davi e sua mulher Bate-Seba, viúva de Urias, o heteu. O primeiro filho foi concebido de forma adúltera durante a vida de Urias, morreu antes que Salomão fosse concebido como um castigo por causa da morte de Urias pela ordem de Davi.
Salomão teve três irmãos nascidos de Bate-Seba: Natã, Siméia e Sobabe (1 Cr 3:5), além de seis meio-irmãos mais conhecidos nascidos de diversas mães (1 Cr 3:1-4).

Reinado de Salomão, rei de Israel

Quando o rei Davi era velho, “ele não conseguiu se aquecer”. “Então procuraram em todo o território de Israel uma jovem que fosse bonita e encontraram Abisague, uma sunamita, e a levaram ao rei. A jovem, muito bonita, cuidava do rei e o servia, mas o rei não teve relações com ela” (1 Rs 1:1-4).
Enquanto o rei Davi estava nessa condição, começou uma movimentação para tomada do poder. O herdeiro do rei Davi, aparente, Adonias, agiu para se declarar rei, mas foi superado por Bate-Seba e pelo profeta Natã, que convenceram o rei Davi a proclamar rei a Salomão de acordo com a promessa anterior, apesar de Salomão sendo mais jovem do que seus irmãos.
O rei Salomão, como instruído por Davi, começou seu reinado com uma extensa limpeza administrativa, incluindo o chefe geral de seu pai, Joabe, entre outros, e consolidou sua posição ao nomear amigos em toda a administração, inclusive em cargos religiosos, bem como em cargos cívicos e militares (1 Rs 4:1-19).
O rei Salomão ampliou sua força militar, especialmente a cavalaria e carruagens. Ele fundou inúmeras colônias, algumas das quais duplicaram como postos comerciais e postos militares.
As relações comerciais eram um foco de sua administração. Em particular, ele continuou o relacionamento muito lucrativo de seu pai com o rei fenício Hirão; eles enviaram expedições conjuntas para as terras de Társis e Ofir para se envolverem no comércio de produtos de luxo, importando ouro, prata, sândalo, pérolas, marfim, macacos e pavões.
Salomão foi o mais rico dos reis de Israel.

Sabedoria do rei Salomão

Salomão é rei mais famoso por sua sabedoria. Em 1 Reis ele sacrificou a Deus, e Deus mais tarde apareceu a ele em um sonho perguntando o que Salomão queria de Deus. Salomão pediu sabedoria.
Satisfeito, Deus respondeu pessoalmente à oração de Salomão, prometendo-lhe grande sabedoria porque não pediu recompensas egoístas como longa vida ou a morte de seus inimigos (1 Rs 3:3-15).

Salomão e as duas mães

Talvez a história mais conhecida de sua sabedoria seja um julgamento feito por ele de duas mulheres reivindicam ser mãe do mesmo filho.
O Julgamento de Salomão, por Peter Paul Rubens (1617)
O rei Salomão resolveu facilmente a disputa ordenando que a criança fosse cortada pela metade e compartilhada entre as duas.
Uma mulher imediatamente renunciou a sua reivindicação, provando que ela preferiria desistir da criança do que vê-la morta. Salomão declarou a mulher que mostrou compaixão para ser a verdadeira mãe, com direito a toda a criança (1 Rs 3:16-28).

Livros de Salomão

O rei Salomão é tradicionalmente considerado o autor de vários livros bíblicos, incluindo não só as coleções de Provérbios, mas também o Eclesiastes e Cantares.

Mulheres de Salomão

O rei Salomão teve 700 esposas e 300 concubinas. As esposas são descritas como princesas estrangeiras, incluindo a filha do Faraó (1 Rs 3:1) e as mulheres de Moabe, Amom, Edom, Sidom e dos Hititas.
Seu casamento com a filha do faraó parece ter cimentado uma aliança política com o Egito, enquanto as outras esposas e concumbinas fora resultado de suas paixoões (1 Rs 11:3).
A única esposa mencionada por nome é Naamá, a amonita, mãe do sucessor do rei Salomão, Roboão.
Em desagrado ao SENHOR, o rei Salomão permitiu que suas esposas estrangeiras importassem seus deuses e construiu templos para alguns deles como Astarote e Milcom (1 Rs 11:4-5)

Salomão e a Rainha de Sabá

A fama da sabedoria e da riqueza do rei Salomão se espalhou por toda parte, tanto que a rainha de Sabá decidiu que deveria encontrá-lo. A rainha o visitou com uma série de presentes, incluindo ouro, especiarias e pedras preciosas.
Salomão e a rainha de Sabá por Giovanni Demin (1789-1859)
“…Salomão respondeu a todas; nenhuma lhe foi tão difícil que não pudesse responder. Vendo toda a sabedoria de Salomão, bem como o palácio que ele havia construído, o que era servido em sua mesa, o lugar de seus oficiais, os criados e copeiros, todos uniformizados, e os holocaustos que ele fazia no templo do Senhor, ela ficou impressionada…” (1 Rs 10:1-13).

Os pecados do rei Salomão

A medida que foi envelhecendo, as esposas do rei Salomão passaram a influenciá-lo com seus deuses, passou a seguir Astarote, a deusa dos sidônios, e depois de Milcom, a abominação dos amonitas. Ele construiu altares para suas esposas adorarem outros deuses (1 Rs 11:1-8).
A queda de Salomão para idolatria, por Willem de Poorter
Em Dt 17:16-17, um rei é ordenado a não multiplicar cavalos ou mulheres, nem acumular muito ouro ou prata. Os pecados do rei Salomão foram em todas essas três áreas.
  • O rei Salomão recolhia 13 toneladas (666 talentos) de ouro a cada ano (1 Rs 10:14), uma enorme quantidade de dinheiro para uma pequena nação como Israel.
  • Ele reuniu um grande número de cavalos e carros, alguns trazidos até do Egito, ao contrário do que está escrito em Deuteronômio 17.
  • Finalmente, Salomão se casa com mulheres estrangeiras, e essas mulheres levaram o rei Salomão a outros deuses.
E por esses pecados que o SENHOR castigou Salomão, removendo 10 dos 12 tribos de Israel dos israelitas .

Inimigos do rei Salomão

Perto do fim de sua vida, Salomão foi forçado a lutar contra vários inimigos, incluindo Hadade, o edomita, Rezom de Zobá, e um de seus oficiais chamado Jeroboão, que era da tribo de Efraim (1 Rs 11:14-40).

Morte do Salomão e a divisão de reino

O rei Salomão foi o último governante de Israel como um reino unido . Ele morreu de causas naturais com cerca de 80 anos de idade.
Após a morte de Salomão, seu filho, Roboão assume o trono. No entanto, dez das doze tribos de Israel se recusam a aceitá-lo como rei, dividindo a monarquia unida no Reino do Norte de Israel sob o reinado de Jeroboão, enquanto Roboão continua a reinar sobre o muito menor Reino do Sul de Judá.
Os dois reinos nunca mais foram unidos.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

O Fim dos Tempos

No Jardim do Éden, Deus revelou que viria um tempo quando o reinado terrestre de Satanás e sua influência chegaria ao fim. A Satanás, Deus disse: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente [Jesus Cristo]; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15).
Embora Satanás estava destinado a prejudicar ao Salvador (incentivando sua crucificação), o diabo não pôde impedir Jesus de voltar à vida e nem de, finalmente, derrotá-lo.
Paulo se referiu a esta profecia quando escreveu aos membros da Igreja em Roma: “E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés” (Romanos16:20). É reconfortante saber que na segunda vinda de Cristo, Satanás será finalmente derrotado e aprisionado (Apocalipse 20:1-3).
Assim, desde os primórdios da humanidade, Deus revelou que haveria um fim para este mundo de Satanás, um tempo definido para o diabo e suas forças serem derrotados.
Os homens justos mencionados no Antigo Testamento, como Enoque, sabiam que Deus finalmente iria intervir para realizar seu julgamento sobre a terra. “Também Enoque, o sétimo [geração] depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele” (Judas 14-15).
Após o dilúvio homens fiéis, tais como Abraão, Isaque e Jacó olharam mais a frente da sua era, para o momento em que o Reino de Deus seria estabelecido. “Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus” (Hebreus 11:8-10).
Os patriarcas sabiam que um dia Deus iria estabelecer o Seu Reino. Eles viveram e morreram confiantes de que Ele iria cumprir suas promessas e incluí-los no Seu Reino.
“Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar. Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade” (versículos 13-16).
Estes homens não estavam imaginando ou tentando adivinhar o futuro. Eles foram diretamente inspirados por Deus. Conforme Pedro explicou, “a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21).
Nós encontramos muitas profecias sobre os eventos do fim dos tempos no livro de Salmos. O Salmo 2 revela que algumas nações resistirão a autoridade de Cristo: “Porque se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? … Recitarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei. Pede-me, e eu te darei os gentios por herança, e os fins da terra por tua possessão. Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro” (Salmo 2:1, 7-9).
(Outras passagens nos Salmos que citam os eventos do fim dos tempos são: 9:5-15; 10:3-18; 11:1-7, 12:3-5, 21:8-12, 46:8-10; 47:1-4; 75:7-8, 76:7-9, 96:10-13, 97:1-6, 98:1-3, 99:1-5 e 110:1-6).

O tempo do fim: um tema dos profetas

Apesar de as profecias relacionadas ao tempo do fim serem apenas ocasionalmente encontradas nos primeiros livros do Antigo Testamento, esse é o tema principal dos profetas que escreveram muitos séculos depois. Pedro explica que estes profetas estavam “procurando saber o tempo e as circunstâncias para os quais apontava o Espírito de Cristo que neles estava, quando lhes predisse os sofrimentos de Cristo [o tempo de Sua primeira vinda] e as glórias que se seguiriam [na Sua segunda vinda] àqueles sofrimentos” (1 Pedro 1:11NVI).
Isaías é um exemplo de como Deus falou muitas vezes sobre as condições do tempo do fim e da vinda do Reino de Jesus Cristo que seria estabelecido ao Seu retorno. Frequentemente este período também é chamado de o “dia do senhor”, “últimos dias” ou simplesmente “aquele dia.” Aqui estão alguns exemplos que mostram este tema como recorrente em Isaías:
“E acontecerá nos últimos dias que se firmará o monte da casa do senhor no cume dos montes e se exalçará por cima dos outeiros e concorrerão a ele todas as nações. E virão muitos povos, e dirão: Vinde, e subamos ao monte do senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine o que concerne aos seus caminhos, e andemos nas suas veredas.’
“Porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do senhor. E ele exercerá o seu juízo sobre as gentes, e repreenderá a muitos povos e estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerrear” (Isaías 2:2-4).
“Vai, entra nas rochas, e esconde-te no pó, da presença espantosa do senhor e da glória da sua majestade. Os olhos altivos dos homens serão abatidos, e a altivez dos varões será humilhada, e só o senhor será exaltado naquele dia. Porque o dia do senhor dos Exércitos será contra todo o soberbo e altivo, e contra todo o que se exalta, para que seja abatido … Então os homens se meterão nas concavidades das rochas, e nas cavernas da terra, por causa da presença espantosa do senhor, e por causa da glória da sua majestade, quando ele se levantar para assombrar a terra” (Isaías 2:10-12, 19).
“Naquele dia o Renovo do senhor [Jesus Cristo] será cheio de beleza e de glória, e o fruto da terra excelente e formoso para os que escaparem de Israel. E será que aquele que ficar em Sião e o que permanecer em Jerusalém, será chamado santo, todo aquele que estiver inscrito entre os vivos em Jerusalém” (Isaías 4:2-3).
“Porque brotará um rebento [Jesus Cristo] do tronco de Jessé [pai do Rei Davi], e das suas raízes um renovo frutificará. E repousará sobre ele o espírito do senhor … e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará o ímpio … E acontecerá naquele dia que as nações perguntarão pela raiz de Jessé, posta por pendão dos povos, e o lugar do seu repouso será glorioso” (Isaías 11:1-4, 10).
“Eis que o dia do senhor vem, horrendo, com furor e ira ardente, para pôr a terra em assolação e destruir os pecadores dela. Porque as estrelas dos céus e os astros não deixarão brilhar a sua luz o sol se escurecerá ao nascer, e a lua não fará resplandecer a sua luz. E visitarei sobre o mundo a maldade … Pelo que farei estremecer os céus, e a terra se moverá do seu lugar, por causa do furor do senhor dos Exércitos” (Isaías 13.9-13).
Ademais, dezenas de outras profecias como as que aparecem no livro de Isaías também aparecem nos livros de Jeremias, Ezequiel e Daniel. Estes homens profetizaram sobre os terríveis dias que precederiam a vinda do Messias como Rei dos Reis.

Outros profetas falam claramente do fim dos tempos

Praticamente todos os doze livros conhecidos como os Profetas Menores têm algo a dizer sobre o tempo do fim. Joel e Zacarias são exemplos.
Deus inspirou Joel a descrever sobre a grande destruição que ocorre durante o Dia do senhor: “Tocai a buzina [Shofar] em Sião, e clamai em alta voz no monte da minha santidade. Perturbem-se todos os moradores da terra, porque o dia do senhor vem, ele está perto. Dia de trevas e de tristeza … E o senhor levanta a sua voz diante do seu exército, porque muitíssimos são os seus arraiais porque poderoso é, executando a sua palavra porque o dia do senhor é grande e mui terrível, e quem o poderá sofrer?” (Joel 2:1-2, 11).
Zacarias acrescenta: “Eis que vem um dia do senhor, em que os teus despojos se repartirão no meio de ti. Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém … E o senhor sairá, e pelejará contra estas nações, como no dia em que pelejou no dia da batalha. E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente … E o senhor será rei sobre toda a terra naquele dia um será o senhor, e um será o seu nome” (Zacarias 14:1-4, 9).
O assunto acerca do tempo do fim e do Reino de Deus figura tanto nos livros dos profetas que Pedro disse aos judeus que deviam crerer em Cristo, por causa deste testemunho. Pedro admoestou: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do senhor. E envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado, O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio” (Atos 3:19-21).

O tempo do fim no Novo Testamento

A maior profecia de Jesus sobre o fim dos tempos é encontrada em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21, que é comumente chamada de Profecia do Monte das Oliveiras. Nesta ocasião, na semana anterior à Sua crucificação, Jesus e os discípulos deixaram o templo e escalou o Monte das Oliveiras (ou Monte Oliveira) para desfrutar de uma vista espetacular da cidade e do brilhante templo com suas pedras brancas e ornamentações de ouro. “E, assentando-se ele no Monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João e André lhe perguntaram em particular: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir?” (Marcos 13:3-4).
Cristo, então, revelou-lhes as condições na Terra que levariam ao seu retorno. Ele disse que seria um período de desordem e crescente dificuldade. Ele alertou que durante este tempo a humanidade teria a capacidade de exterminar a vida humana da face da terra. “Haverá um sofrimento tão grande como nunca houve desde que Deus criou o mundo; e nunca mais acontecerá uma coisa igual. Porém Deus diminuiu esse tempo de sofrimento. Se não fosse assim, ninguém seria salvo. Mas, por causa do povo que Deus escolheu para salvar, esse tempo será diminuído” (Mateus 24:21-22BLH).
Nem mesmo o poderoso Império Romano daquela era, com suas legiões, não chegou nem perto de ter o armamento necessário para varrer a humanidade da face da terra. Esta condição somente se tornaria uma possibilidade real no século XX com o desenvolvimento e implantação de armas de destruição em massa — nucleares, químicas e biológicas — em um arsenal mundial com a capacidade de matar cada homem, mulher e criança seguidas vezes.

Sinais de um fim iminente

Jesus descreveu resumidamente as condições que indicariam que o tempo do fim estava próximo. Ele advertiu aos seus discípulos: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” (Mateus 24:4-5).
Primeiro Jesus profetizou que seria comum o uso do seu nome para conquistar seguidores. Isso sugere que muitas igrejas, denominações e organizações aparentemente cristãs que existiriam no tempo do fim seriam enganadas ao acreditar que seus líderes representavam a Cristo. Contudo, a Igreja que verdadeiramente segue a Cristo obedeceria fielmente a Palavra de Deus e Seus mandamentos. Jesus advertiu: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 7:21).
Em seguida Ele descreveu as tendências políticas, militares e ambientais antes de Sua segunda vinda. “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores” (Mateus 24:6-8).

Uma analogia sobre as dores de parto

Muitos supõem que as constantes notícias sobre guerras, violência, rebeliões, fome, epidemias, terremotos e desastres naturais são sinais seguros de que estamos no tempo do fim. Certamente, Jesus Cristo e outros profetas bíblicos deixaram claro que tais tragédias abalarão a terra com a aproximação do tempo do fim.
Mas, Jesus Cristo mesmo explicou que estes fatores, por si só, não revelam que estamos no tempo do fim, porque haveria muitas catástrofes, antes que Ele retornasse. Essas tragédias, disse Jesus, preparariam o cenário para o maior conflito e sofrimento do fim dos tempos. Por mais horrível e mortal que sejam, essas catástrofes são apenas “o princípio das dores.” O pior ainda está por vir.
A Bíblia na Linguagem de Hoje traduz as palavras de Cristo em Mateus 24:8 como “as primeiras dores de parto”. Jesus estava usando uma analogia de uma mulher em trabalho de parto. Como o Comentário de Conhecimento Bíblico (The Bible Knowledge Commentary)explica: “Essas coisas, disse Jesus, será o princípio das dores de parto. Como as dores que uma mulher grávida sente quando seu filho está para nascer, assim estes conflitos universais e catástrofes significarão que o fim desta Era entre os adventos [de Cristo] está próxima” (1997, comentário sobre Mateus 24:8).
Portanto, Cristo não estava se referindo às catástrofes periódicas, tais como as guerras, fomes, epidemias e terremotos que ocorrem ocasionalmente, mas a um tempo específicoquando tais eventos gradativamente se agravariam . Assim como as contrações ficam mais fortes e frequentes antes do parto, do mesmo modo esses eventos se acentuariam em freqüência e intensidade antes da volta de Cristo.
Devemos considerar três questões importantes ao analisar se os eventos são os sinais do fim dos tempos descritos por Jesus Cristo. Primeiro, eles poderiam simplesmente ser parte do fluxo e refluxo normal de desastres que aspessoas têm experimentado ao longo da história? Segundo, todos os sinais que Jesus mencionou estão no seu devido lugar? E terceiro, há evidências sólidas que as tendências profetizadas e as condições estão inexoravelmenteaumentando e se intensificando?
Muitas pessoas bem-intencionadas têm errado ao interpretar os dramáticos eventos mundiais como sinais evidentes do fim dos tempos — apenas para vê-los não se concretizarem como se previa e passar tranquilamente para a história. Se tivessem sido mais cautelosos, poderiam ter percebido que nem tudo que Jesus falou estava em seu devido lugar naquele momento. Nós podemos ver ao fazer uma retrospectiva.
Hoje, mais do que nunca na história, vemos que está presente em nosso mundo a maioria dos aspectos dos sinais dados por Jesus Cristo. No entanto, alguns sinais decisivos do “tempo do fim” ainda não apareceram. No quebra-cabeça continua faltando algumas peças essenciais.

Outros sinais que marcam o tempo

Jesus predisse outros sinais que marcarão aquela época demasiadamente ameaçadora. Ele mencionou uma perseguição implacável contra o povo de Deus — desta vez em escala mundial — surgirá novamente: “Então vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo” (Mateus 24:9-13).
Ao piorar as condições, aumentará terrivelmente o número de pessoas assustadas e traidoras. Em um crescente clima de anarquia e de hostilidade, as pessoas vão abandonar umas às outras, a Deus e a Seus ensinamentos. O diabo, tendo sido lançado à terra e sabendo que seu tempo é curto (Apocalipse 12:12-17), vai tentar atrapalhar os planos de Deus.
Satanás vai inspirar seus seguidores a tomar o controle da cidade sagrada de Deus, Jerusalém. “Quando pois virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê, que atenda), Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes … porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá mais. E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria …” (Mateus 24:15-16, 21-22; compare com Apocalipse 11:2).
Jerusalém já sucumbiu às forças estrangeiras antes — incluindo os romanos, árabes e turcos. Jesus predisse que forças estrangeiras novamente a controlariam numa época de crise mundial sem precedentes. Nesse mesmo período, haverá um incentivo a uma guerra que, se Deus não interviesse, toda a vida humana do planeta seria destruída.

Sinais religiosos e celestes

Jesus continuou citando outros sinais que marcariam o tempo do fim. Ele revelou que os líderes religiosos vão usar os poderes enganosos de Satanás para realizar milagres e para convencer o mundo a obedecer suas ordens. “Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhes deis crédito. Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos” (Mateus 24:23-24).
Para contrapor esse engano, Cristo predisse que Seu evangelho seria pregado fielmente a todas as nações ao se aproximar o tempo do fim: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim” (Mateus 24:14).
Mais tarde, durante o período final de três anos e meio, Ele usará Seus dois servos, como poderosas testemunhas da verdade, dando-lhes poderes milagrosos. “E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias [três anos e meio] … Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem” (Apocalipse 11:3, 6).
Outros acontecimentos dramáticos distinguirão esses dias finais. “E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu e as potências dos céus serão abaladas” (Mateus 24:29).
Depois destes acontecimentos surpreendentes, Jesus disse que voltará à Terra com poder e esplendor. “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do Homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (versículo 30).

A analogia da figueira brotando

Antes de concluir, Jesus deu outra analogia para nos ajudar a compreender que nem todas as catástrofes — guerras, fomes, pestes e terremotos — indicariam Seu iminente regresso. Ele compara a nossa observação dos acontecimentos que levarão à crise do fim dos tempos com o florescimento de uma figueira ao reconhecer, por isso, que o verão está próximo.
Ele disse: “Aprendei, pois, esta parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas , sabei que ele está próximo, às portas” (versículos 32-33). Observe que todas essas coisas devem estar presentes para que a analogia seja válida.
E falando para aqueles que verão “todas estas coisas” acontecerem, Jesus continua: “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente meu Pai” (versículos 34-36).
Como na natureza, um falso clima primaveril pode ocorrer. Às vezes o clima esquenta e parece pronto para a primavera, com algumas árvores florindo, mas, em seguida, uma geada repentina faz um grande estrago. Da mesma forma, muitos eventos mundiais perturbadores no passado eram um falso clima primaveril.
Por exemplo, pela primeira vez na história o século 20 viu o surgimento de guerras mundiais. Essas duas guerras mundiais devastadoras causaram grandes desgraças e a morte de dezenas de milhões de pessoas. No entanto, essas guerras finalmente terminaram e o mundo voltou a uma trégua e uma relativa paz. A ocorrência de guerras terrivelmente destrutivas por si só não é prova de que o tempo do fim chegou.
Da mesma forma, a história tem visto oscilações periódicas da moral, indo da rígida moralidade à desprezível degradação e vice-versa. Assim aconteceu nos dias do apóstolo Paulo, no Império Romano, e nos dias do Império Islâmico, no Renascimento e em nossos dias.
Paulo descreveu a deterioração moral e espiritual dos valores que permearia os últimos dias: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te” (2 Timóteo 3:1-5).
Novamente, a chave para determinar se uma desaceleração moral — incluindo a atual — é parte da degradação moral descrita pelos apóstolos e profetas é analisar se as constantes tendências têm aumentado ou diminuído ultimamente. Se continuarem a se intensificar, e são acompanhadas por outros sinais do fim dos tempos que Jesus Cristo e os profetas previram, então, os eventos finais podem estar à porta.

Conheça os falsos cristos mais famosos da história

Simbologia Illuminati!

Portal traz relação dos mais conhecidos que surgiram nos últimos séculos


Há uma semana surgiu a notícia do falecimento de José Luiz de Jesus Miranda, fundador da Igreja Crescendo em Graça. Ele dizia ser Jesus Cristo e anunciou que no dia 30 de junho de 2012 seu corpo seria transformado, fazendo com que ele se tornasse imortal.

Desde que isso não se confirmou, ele sumiu da mídia. Embora não tenha sido confirmada oficialmente, sua morte apenas aumenta a longa lista de pessoas clamando ser Jesus.

É mais um cumprimento da profecia de Mateus 24:23-26

“Se, então, alguém disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo!’ ou: ‘Ali está ele!’, não acreditem. Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos. Vejam que eu os avisei antecipadamente. “Assim, se alguém disser: ‘Ele está lá, no deserto!’, não saiam; ou: ‘Ali está ele, dentro da casa!’, não acreditem”.

Desde os primeiros séculos surgiram pessoas que declaravam ser (ou eram consideradas por
seus seguidores) a encarnação ou a reencarnação de Jesus Cristo, ou ainda a Segunda Vinda de Cristo. Isso sem contar os milhares de casos de pessoas perturbadas mentalmente que fizeram esse tipo de declaração.

O portal Gospel Prime fez uma lista com os mais famosos “falsos messias” dos últimos séculos.

Século 19

John Nichols Thom (1799-1838), rebelde contra o governo, dizia ser o “salvador do mundo” e a reencarnação de Jesus Cristo em 1834. Foi morto por soldados britânicos na Batalha de Bossenden Wood, em 31 de maio de 1838 na cidade de Kent, Inglaterra.


Arnold Potter (1804-1872), apostatou da Igreja dos Santos dos Últimos Dias líder (mórmons), Afirmava que o espírito de Jesus Cristo entrou em seu corpo e ele se tornou “Potter Cristo”, Filho do Deus vivo. Morreu numa tentativa de “subir ao céu” ao pular de um penhasco.


Bahá’u'lláh (1817-1892), nascido numa família muçulmana xiita, em 1844 afirmou ser o cumprimento profetizado e Prometido de todas as grandes religiões. Ele fundou a Fé Bahá’í em 1863, que tem seguidores até hoje em todo o mundo.


William W. Davies (1833-1906), líder da seita Reino dos Céus localizado em Walla Walla, Washington (1867-1881). Ele ensinava a seus seguidores que era o arcanjo Miguel, mas já havia vivido como Adão, Abraão e Davi. Quando seu filho Arthur nasceu, em 11 de fevereiro de 1868, Davies afirmou que a criança era a reencarnação de Jesus Cristo. Quando David, o segundo filho de Davies, nasceu em 1869, ele passou dizer que era Deus, o Pai.


Mirza Ghulam Ahmad, (1835-1908), natural da Índia afirmou ser o aguardado Mahdi, bem como a segunda Vinda de Jesus, o Messias prometido no final do tempo. Ele foi a única pessoa na história islâmica que alegava ser ambos. Afirmava ser Jesus, no sentido metafórico, em caráter. Fundou a Movimento Ahmadiyya em 1889, alegando ser comissionado por Deus para reformar a humanidade.


Lou de Palingboer (1898-1968), fundador e líder de uma seita da Holanda, que dizia ser “o corpo ressuscitado de Jesus Cristo.”


Século 20

Haile Selassie I (1892-1975) não dizia abertamente ser Jesus, mas o movimento Rastafari, que surgiu na Jamaica durante os anos 1930, acredita que ele é a Segunda Vinda . Incorporou isso quando se tornou imperador da Etiópia em 1930, defendendo ser a confirmação do retorno do Messias no Livro de Apocalipse. Também é chamado de Jah Ras Tafari, e os seguidores do movimento Rastafari dizem que ele deve retornar uma segunda vez para iniciar o dia de julgamento. A seita continua crescendo em parte graças a grupos de reggae, e teria cerca de um milhão de seguidores.


Ernest Norman (1904-1971), um engenheiro elétrico que fundou a Academia Unarius de Ciência, em 1954, Dizia ser a encarnação terrena de um arcanjo chamado Raphiel, mas já vivera na terra como outras figuras notáveis, incluindo Confúcio, Sócrates e Jesus. Faleceu em 1971, mas a Unarius ainda se mantém e oferece terapia de vidas passadas para curar todo tipo de mal.


Krishna Venta (1911-1958), fundados da seita Fonte de sabedoria, conhecimento, fé e amor, na Califórnia, no final de 1940. Em 1948, declarou que ele era o Cristo, o novo messias e que chegou à Terra vindo do planeta Neophrates, já extinto. Foi assassinado dois ex-seguidores descontentes que o acusavam de Venta mau uso do dinheiro da seita e de ter abusado de suas esposas.


Ahn Sahng-Hong (1918-1985), sul-coreano que fundou a Igreja de Deus Nova Aliança da Páscoa em 1964, que se tornou a Sociedade Missionária Mundial de Deus. Ele seria a Segunda Vinda de Jesus e depois passou a se declarar o próprio Deus Pai.


Sun Myung Moon (1920-2012), mais conhecido como Reverendo Moon, fundador da Igreja da Unificação. Ensinava ser o Messias e a Segunda Vinda de Cristo, cumprindo a missão inacabada pelo Jesus bíblico. Os membros da Igreja da Unificação ainda consideram Sun Myung Moon e sua esposa, Hak Ja Han, os Verdadeiros Pais da humanidade, Adão e Eva restaurados à sua plenitude.


Jim Jones (1931-1978), fundador do Templo dos Povos. Inicialmente um líder protestante, passou a se dizer reencarnação de Jesus, Akhenaton , Buda e o Divino Pai. Alegando perseguição religiosa nos EUA, levou seus seguidores para Jonestown , Guiana, onde organizou um suicídio coletivo dia 18 de novembro de 1978.


Marshall Applewhite (1931-1997), fundador da seita Portão do céu, usou a internet para se declarar Jesus Cristo e reunir seguidores. Todos cometeram suicídio coletivo dia 26 de março de 1997, quando passou pela Terra o cometa Hale-Bopp . Eles acreditavam que iriam se encontrar com ele no céu, pois na verdade seria uma nave espacial que veio buscá-los.


Wayne Bent (1941 -), seu verdadeiro nome é Michael Travesser. Fundador da Igreja o Senhor é Nossa Justiça. Ele afirma: “Sou a personificação de Deus, sou a divindade e a humanidade combinado”. Iniciou seu seita em 1989, quando convenceu alguns adventistas a abandonarem a igreja e segui-lo numa vida sem pecados. A partir de 2000 disse ter ouvido Deus dizer: “Você é o Messias”. Foi condenado à prisão em 15 de dezembro de 2008, por abuso sexual de menores.


Ariffin Mohammed (1943 -), também conhecido como “Ayah Pin”, fundou a seita Reino dos Céus, na Malásia , em 1975, logo proibida pelo governo. Ele afirma a seus seguidores ter contato direto com os céus, sendo considerado a encarnação de Jesus, bem como de Shiva, de Buda e de Maomé.


Matayoshi Mitsuo (1944 -), um político conservador japonês, que em 1997 criou a Partido Mundial da Comunidade Econômica, com base em sua convicção de que ele é Deus e Cristo. De acordo com seu programa, ele fará o último julgamento como Cristo, mas dentro do sistema político atual.


José Luis de Jesús Miranda (1946 – 2013), porto-riquenho fundador e líder da Igreja Crescendo em Graça. Afirma que o Cristo ressuscitado se apossou do seu corpo em 1973, quando 2 espíritos lhe avisaram disso. Anunciou que passaria por uma grande transformação em 2012, tornando-se imortal. Sua morte em decorrência de um câncer não é confirmada pela igreja que conta com 710 centros de culto em 25 países.


Inri Cristo (1948 -), um astrólogo brasileiro que afirma desde 1969 ser o segundo Jesus reencarnado. Vive em Brasília, considerada por ele e seus discípulos como a “Nova Jerusalém” mencionada no Apocalipse.


Shoko Asahara (1955 -), fundou o controverso japonês grupo religioso Aum Shinrikyo , em 1984. Ele declarou ser “o Cristo” e ” Cordeiro de Deus “. Seria o único só mestre do Japão plenamente iluminado. Divulgou uma profecia sobre o fim do mundo, que incluiu uma Terceira Guerra Mundial, que terminaria em um bombardeamento nuclear. A humanidade iria acabar, exceto para os poucos que seguissem a Aum. Ficou famoso quando realizou o ataque com gás sarin no metrô de Tóquio em 1995. Desde então está preso e foi condenado à morte, mas ainda aguarda a execução.’


David Koresh (1959-1993), nascido Vernon Wayne Howell, foi o líder da seita “Davidiana” com sede em Waco, Texas. Em 1983 começou a dizer que era o último profeta e “o Filho de Deus, o Cordeiro”. Reuniu seus seguidores e um grande arsenal em uma fazenda, em 1993. O FBI invadiu o local, numa operação que terminou com um incêndio da sede do grupo. Além de Koresh, morreram 54 adultos e 21 crianças.


Hogen Fukunaga (1945 -), fundador no Japão, em 1987, a Ho No Hana Sanpogyo , conhecida como seita da “leitura do pé”. Ele diz ter passado por uma experiência espiritual quando descobriu ser a reencarnação de Jesus Cristo e de Sidarta Gautama, o Buda.


Marina Tsvigun (1960 -), ou Maria Devi Christos, líder da Grande Fraternidade Branca . Em 1990, ela conheceu Yuri Krivonogov, que passou a afirmar que Marina era um novo messias e mais tarde se casou com ela.


Sergey Torop (1961 -), um ex-guarda de trânsito russo, que afirma ter “renascido” como Vissarion, Jesus Cristo embora ressalte que ele não é “Deus”, mas a ” palavra de Deus “. Fundou a Igreja do Último Testamento. Em 1990 mudou-se para o sul da Sibéria, onde vive com seus discípulos na comunidade espiritual Tiberkul Ecopolis. Ele tem várias esposas e diz ter 10 mil espalhados pelo mundo.

Século 21

David Shayler (1965 -) é um inglês, ex-agente do serviço secreto MI5 que, no verão de 2007, proclamou ser o Messias. A “descoberta” da nova identidade veio após o consumo de cogumelos alucinógenos. Afirma que um espírito apareceu e lhe deu a notícia. `Passou então a andar apenas com roupas brancas e sem sapatos. Defende o uso de drogas como algo espiritual.

Lançou uma série de vídeos no YouTube onde afirma ser Jesus. Vive com alguns seguidores numa comunidade seminômade, ocupando casas vazias em Londres ou no interior da Inglaterra. Ele afirma ter um “lado mulher” e assume por vezes a personalidade de Delores Kane. Explica que não se trata de homossexualidade. “É como balancear as coisas [os lados feminino e masculino], como se eu pudesse esquecer quem sou “, justifica,


Oscar Ramiro Ortega-Hernandez (1990 -).
 Em novembro de 2011, disparou nove tiros com um rifle AK-47 contra a Casa Branca, em Washington. Dizendo ser Jesus Cristo, disse que foi enviado para matar o presidente Barack Obama, que seria o Anticristo.


Alan John Miller (1962 -), mais conhecido como AJ Miller. Australiano, é um ex- Testemunha de Jeová e líder do movimento Verdade Divina. Miller afirma ser Jesus Cristo reencarnado e quer espalhar mensagens que ele chama de “Verdade Divina”. Ele faz vários seminários sobre o tema e usa várias formas de mídia, principalmente a internet. Vive com Mary Suzanne Luck, que seria o retorno de Maria Madalena a Terra.


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

IBGE aponta que até 2040 evangélicos serão maioria



Levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que, diminuição dos católicos chega a 1% ao ano e evangélicos crescem em torno de 0,7%, como registrado no Censo de 2010

Os dados das pesquisas, ano após ano, mostram que os grandes centros urbanos são o campo mais fértil para os evangélicos. Na periferia de São Paulo, por exemplo, a relação de evangélicos e católicos era de 52 para 100, enquanto no centro da capital cai para 38 por 100.

“Possivelmente em cerca de 10 e 15 anos o Brasil não terá mais maioria católica”, diz o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE.

Atualmente, Rondônia e Rio de Janeiro são os Estados onde o crescimento evangélico tem mais expressão: chega a 71 evangélicos para cada 100 fiéis ao Vaticano, no primeiro caso, e 64 contra 100 no segundo, conforme os números coletados pelo demógrafo Diniz Alves.

“As igrejas evangélicas criaram um caminho de inclusão e ascensão social”, afirma pesquisadora Maria das Dores Campos Machado, da UFRJ.

MÉTODO EFICIENTE
O pastor assembleiano Deiró de Andrade, formado em Administração, Economia e Direito, afirma que a forma como os evangélicos apresentam a mensagem bíblica é mais poderosa por um motivo: considera o indíviduo maior que a instituição e o Estado.

“Se o indivíduo está bem, o Estado estará bem”, afirma. “Os países da reforma protestante prosperaram; os da contrarreforma fracassaram. A Bíblia não diz o que é felicidade, mas mostra o caminho, trata da formação espiritual, da família, do trabalho que traz dignidade. É isso que pregamos”, acrescentou.

PESQUISA
Uma pesquisa de 2015, realizada pelo Pew Research Center, de Washington (EUA), mostrou que à época, um em cada cinco brasileiros é ex-católico, e que a troca de religião, segundo 81% dos entrevistados, foi motivada por uma maior conexão com Deus, enquanto outros 69% disseram que preferiam o estilo evangélico e 60% destacaram a ênfase na moralidade.

A POSIÇÃO DA IGREJA CATÓLICA
A Igreja Católica no Brasil demonstra ter mudado a visão a respeito do cenário, e agora, sob a direção do Papa Francisco, tenta focar na qualidade dos fiéis, e não mais na quantidade. O cardeal dom Sérgio da Rocha, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e arcebispo de Brasília, afirmou que o mais preocupante não são os fiéis que seguem a Jesus em outras igrejas, mas os que se dizem católicos e não vivem como tal.

O padre Valeriano concorda e vai além, dizendo que a quantidade de católicos, na prática, é muito inferior ao demonstrando nas pesquisas: “Menos de 10% dos batizados na Igreja Católica Apostólica Romana frequentam as missas dominicais, o que significa um mínimo de pertença”, analisou.

Para o cardeal Rocha, Francisco tem se dedicado a mudar a postura da Igreja Católica, hoje mais enxuta e precisando deixar uma marca na sociedade diferente dos escândalos que a atingiram recentemente.

Rocha explica que as razões para a queda pronunciada do número de católicos no Brasil não são simples: “Tem a ver com a dinâmica interna de uma sociedade plural e complexa, e não apenas com as limitações e lacunas da ação pastoral da Igreja Católica, que obviamente não podem ser negadas”, observa.

“O pluralismo religioso é reflexo de uma sociedade plural. Não é possível manter a situação religiosa de outros tempos, nem seria conveniente, sob o ponto de vista teológico, uma igreja controladora da sociedade”, acrescentou, fazendo um mea-culpa e reconhecendo, de forma indireta, os avanços promovidos na sociedade pela Reforma Protestante.