domingo, 27 de setembro de 2015

Deus deixou coisas escritas para nosso exemplo

1 Coríntios 10:1-13; Hebreus 3:7-19 

A história do Velho Testamento claramente exibe que Deus sempre é fiel às suas promessas. Também identifica os princípios da justiça que ele requer de nós em Cristo. Com Abraão vemos a vida de fé, um que “Pela fé... obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hebreus 11:8). Com José ficamos sabendo sobre a providência de Deus (Gênesis 45:5-8; 50:20). Com Elias aprendemos o significado de coragem quando ele desafiou os profetas de Baal no Monte Carmelo (1 Reis 18). Tais estudos fazem uma contribuição rica para o entendimento da fidelidade na vida de um cristão. Vamos imitar a fidelidade destas e outras pessoas notáveis do Velho Testamento (Hebreus 11).
O apóstolo Paulo usou a história do Velho Testamento para ensinar aos coríntios a importância da fidelidade a Deus (1 Coríntios 10:1-13). Nos versículos 11 e 12 ele disse: “Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado. Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia.” Verdadeiramente “tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito” (Romanos 15:4). Vamos aprender estas lições da história. Os cristãos podem ser rejeitados da mesma maneira que os israelitas, que haviam recebido tantas bênçãos de Deus, foram rejeitados quando tornaram-se infiéis. A abundância de bênçãos especiais não garantiram a aceitação incondicional deste povo por Deus. O povo de Deus hoje são os receptores das “suas preciosas e mui grandes promessas” (2 Pedro 1:4), mas isso não é uma garantia de salvação incondicional. Através do exemplo de Israel, os coríntios foram avisados que a mesma coisa poderia acontecer com eles.
O contexto de 1 Coríntios 10 é crucial. A palavra “ora” (versículo 1) exige uma conexão próxima com os dois capítulos anteriores. Capítulo 8 avisa-os a respeito de exercitarem sem cuidado suas liberdades em Cristo. Capítulo 9 reforça isso com o exemplo da auto-negação e abstenção do próprio Paulo. Ele reconheceu a necessidade pela auto-disciplina “para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1 Coríntios 9:27).
Considere a abundância das bênçãos de Deus sobre Israel. Ele libertou-os da escravidão egípcia com sua mão poderosa. Paulo não quer que os coríntios, muitos dos quais eram de descendência gentia, sejam ignorantes a respeito das grandes lições da história de Israel. Os israelitas todos foram privilegiados para serem “todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés”. A palavra “todos” é repetida quatro vezes nos primeiros três versículos de 1 Coríntios 10. Isso enfatiza que todo o povo judeu desfrutava do privilégio grande do relacionamento de aliança com Deus. Este “batismo com respeito a Moisés” colocou-os sob a obrigação de reconhecer sua comissão divina e submeter-se à sua autoridade. Este ato voluntário sugere a disposição de submeter-se a Moisés como o líder escolhido de Deus. De fato, ser um discípulo de Moisés era considerado uma grande honra (veja João 9:28). Todos eles foram privilegiados em receberem comida e bebida miraculosamente durante a viagem longa pelo deserto, indo à terra prometida (Êxodo 16; 17; Números 20).
“Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto” (1 Coríntios 10:5). Devemos ficar impressionados com o contraste enfatizado aqui. Toda esta grande nação (talvez até três milhões de pessoas) começou no mesmo nível de favor divino. Todos começaram a viagem em direção a Canaã, a terra que manava leite e mel, com a mesma libertação miraculosa. Todos comiam a mesma comida e bebiam a mesma água, ambas de origem divina. Todos dividiam a mesma expectativa de chegar a Canaã. No entanto, “Deus não se agradou da maioria deles”. Todos, exceto dois, Josué e Calebe (Números 14:30), acima de vinte anos, esqueceram a bondade de Deus e abandonaram Moisés e os mandamentos de Deus. Todos, exceto dois desta enorme multidão, pereceram no deserto e não receberam a recompensa da terra prometida. Um povo que fora o receptor das bênçãos mais ricas de Deus agora estava espalhado no deserto pelo pecado. Paulo cita um dos fracassos maiores e mais trágicos de uma geração inteira como aviso aos coríntios, e aos cristãos de todas as gerações depois, das conseqüências horríveis da desobediência.
Apesar das bênçãos de Deus, Israel pecou e provou que era infiel. O que fizeram? Ao aprender por que muitos de Israel falharam em entrar no descanso de Deus, podemos evitar seus erros. Paulo mencionou algumas coisas específicas: ➊ Eles desejavam coisas ruins (Números 11:4-35; Salmo 106:7,21). Seu conceito de que Deus havia lhes preparado bênçãos nunca pareceu passar além do físico. Cansaram do maná e queriam carne, melões, alhos silvestres e cebolas do Egito. ➋ Cometeram idolatria (Êxodo 32). Em vez de olhar para Deus em Canaã, olharam de volta para o Egito (Atos 7:39) quando construiram um bezerro de ouro e o adoraram. Deus ficou extremamente descontente e três mil foram mortos. ➌ Eles cometeram fornicação (Números 25:1-9), quando se prostituíram com as mulheres de Moabe e adoraram seus idólos. Vinte e quatro mil morreram numa praga. ➍ Tentaram o Senhor (Números 21:4-9). Eles tentaram a paciência de Deus quando sairam do Monte Hor passando pelo caminho do Mar Vermelho. Eles não queriam dar a volta por Edom e reclamaram, “a nossa alma tem fastio deste pão vil”. Deus mandou serpentes abrasadoras para morderem as pessoas e muitos morreram. ➎ Eles murmuram continuamente. Como resultado do pecado, numa ocasião catorze mil e setecentos morreram (Números 16:41-50). Isso foi logo após a morte dos duzentos e cinquenta que seguiram Corá (Números 16:31-35). Uma geração que saiu do Egito com grande esperança morreu durante quarenta anos de peregrinação no deserto, com exceção de Josué e Calebe e aqueles que tinham menos de vinte anos. Por quê? Eles não podiam entrar na terra prometida “por causa da incredulidade” (Hebreus 3:19).
Este exemplo da falha de Israel torna-se num aviso familiar aos Hebreus. “Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração como foi na provocação, no dia da tentação no deserto” (Hebreus 3:7-19). Deus disse: “Por isso, jurei na minha ira: não entrarão no meu descanso” (veja Números 14:20-35). O escritor de Hebreus avisa: “Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo”. O perigo da apostasia era tão real a estes cristãos hebraicos quanto fora para seus antepassados no deserto. Esse perigo surge de um “perverso coração de incredulidade”. Mas é uma tragédia desnecessária e evitável; pode ser evitada por todo cristão se manter o coração com toda a diligência (Provérbios 4:23).

O perigo da apostasia é tão real hoje quanto era para os hebreus e os coríntios. Deus tem abençoado tão ricamente seus filhos. Ele libertou-nos da escravidão do pecado (Romanos 6:16-23; Colossenses 1:13). Quão mais vil é esta escravidão do que a escravidão de Israel no Egito! Ele permitiu que fôssemos batizados em Cristo (Gálatas 3:27; Romanos 6:3-7). Ser unido com Cristo é a maior honra. Deus, pela sua graça, nos guia através da sua palavra enquanto caminhamos em direção a Canaã celestial onde nos é prometido “descanso”. “Temamos, portanto, que, sendo-nos deixada a promessa de entrar no descanso de Deus, suceda parecer que algum de vós tenha falhado” (Hebreus 4:1). Só porque desfrutamos ricas bênçãos em Cristo não garante que receberemos o “descanso” reservado aos fiéis.
Infelizmente, cristãos ignoram as lições do passado e cometem os mesmos pecados hoje, apesar das bênçãos de Deus. Nós tentamos fazer uma concessão nos nossos esforços ao tentarmos andar junto com o mundo e aprovarmos as coisas que são aceitáveis socialmente. Fornicação e adultério são, com muita freqüência, descobertos e tolerados na igreja (veja 1 Coríntios 5:4-13; Gálatas 5:19). Nós tentamos Deus quando colocamos em questão a necessidade de aderir a “doutrina de Cristo” (veja 2 João 9-11). Tentamos torná-lo num deus que aceita tudo e não condena nada, que ajunta-se com todo tipo de crença e aqueles que a ensinam. Nós murmuramos e reclamamos quando sofremos, assim falhando em dar lugar à disciplina de Deus (veja Hebreus 12:4-13; Apocalipse 3:19). Pensamos que a única maneira de adorar a um ídolo é colocando uma imagem de pedra ou metal precioso e nos inclinar diante dele. Mas na verdade, idolatria é colocar outras coisas antes de Deus (veja Mateus 6:33). Como são os pensamentos de um homem tolo (Isaías 55:8-9) quando ele procura justificar sua idolatria (veja 2 Crônicas 25:15; 28:22-23).
Nós não temos que cair. Paulo escreveu aos coríntios: “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia. Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (1 Coríntios 10:12-13).
Nossas tentações sempre têm uma saída. Fidelidade é necessária e é possível. “Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos” (Hebreus 2:1). Vamos nos esforçar para não cair como Israel, mas pela graça de Deus e pela força de Cristo, vamos aprender que disciplina e domínio próprio podem ser usados para superar, com sucesso, o mundo.
–por Mickey Galloway

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Por que clamas a mim? Diga ao povo que marche?

Por que clamas a mim? Diga ao povo que marche?

Êxodo 14:15-16 Então disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.
E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco. 

É tremendo saber que Deus nos deu autoridade e liberdade para trabalhar em sua obra.
Muitas pessoas recebem o chamado de Deus para as suas vidas e passam boa parte do seu tempo clamando a Deus por direção. 
O que fazer? Para onde ir? Que decisão tomar?

Quando Deus te chamou, mostrou a você o que precisava ser feito, mostrou o caminho que você precisava andar para desenvolver o seu ministério.
Ele não precisa te lembrar toda hora a mesma coisa ou dizer o tempo todo o que você precisa fazer. Deus está contigo! 
Você precisa acreditar Nele! MARCHE!

Veja este exemplo de Moisés:
Deus já tinha concedido uma missão a Moisés mostrado que depois da saída do Egito o objetivo era a terra prometida. 

O que ele tinha que fazer?
Marchar! 
Somente marchar, mas quando ele olhou para os problemas e que por sinal eram muitos, sua fé desfaleceu e sentiu necessidade de clamar ao Senhor mesmo sabendo o que tinha que ser feito.

Não havia saída! 
Havia montanhas de um lado e do outro, o povo egípcio vinha logo atrás e o mar estava por obstáculo bem na frente deles.


A multidão apertava moisés e o coração de Moisés ficou perturbado  deixando-o completamente perdido.

Imediatamente ele clamou ao Senhor!
"Então disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? "

Em outras palavras Deus dizia a Moisés:
Não é hora de clamar Moisés (Não dá tempo!). Aja!
Deus já tinha dito a Moisés que livraria o povo Dele das mãos dos inimigos e os levaria para uma terra que manava leite e mel.

Moisés tinha experiência com Deus, se tomasse uma direção por conta própria naquela hora certamente seria honrado pelo Senhor, mas por conta do medo Moisés clamou a Deus.

Ouviu Dele a única resposta. MARCHE!
Por que clamas a mim?
Você sabe o que eu quero que seja feito.
Marche!

Eu digo a você que lê esta mensagem. Deus vai abrir o mar na sua vida! Ele vai abrir um caminho em sua vida!
Apenas marche! 


Se você está perseguindo a visão que Deus te concedeu tempo atrás e seguindo os sonhos de Deus para a tua vida, não perca tempo perguntando a Deus o que você tem que fazer agora que alcançou a 1ª etapa, parta para a 2ª etapa e depois para a 3ª etapa!
Deus não precisa repetir e lembrar toda vez a mesma coisa pra você!

E Deus disse a Moisés:
Diga ao povo que marche! Levante teu cajado e abra o mar para que você e o povo possa passar.


Deus fará um caminho novo pra você e todo o seu passado ficará sepultado!
Rumo à Terra prometida!
 

Rumo aos sonho de Deus para sua vida!

Quando se deparar com outros obstáculos, como gigantes, inimigos mais poderosos que você, Lembre-se!
MARCHE! Apenas marche!

Janela 10/40 e a Igreja Perseguida



O que é a Janela 10/40 ?

JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.

Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.

Os países com as maiores populações não cristãs são: CHINA, ÍNDIA, INDONÉSIA, JAPÃO, BANGLADESH, PAQUISTÃO, NIGÉRIA, TURQUIA e IRÃ, todos na Janela 10/40.

Devido a estes fatos, torna-se primordial para nós, cristãos, neste novo milênio, focalizar nossos recursos, sejam espirituais, financeiros ou sociais, sobre o necessitado povo que vive na Janela 10/40.

Se desejamos mudar este quadro, devemos considerar alguns fatos de muita importância:
- O significado Bíblico e histórico
- O domínio do islamismo, do hinduismo e do budismo
- A pobreza acentuada
- A diversidade de línguas e culturas
- A concentração de seitas diabólicas

Países que formam a Janela 10/40

ORIENTE MÉDIO – 21 PAÍSES
Arábia Saudita, Argélia, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Palestina, Jordânia, Kuweit, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Síria, Sudão, Tunísia e Turquia.

ÁFRICA – 12 PAÍSES
Benin, Burkina, Cabo Verde, Chade, Djibuti, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger e Senegal.

ÁSIA – 21 PAÍSES
Afeganistão, Bangladesh, Barein, Butão, Camboja, China, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Filipinas, Índia, Japão, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Nepal, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan (Formosa) e Vietnã.

EURÁSIA – 3 PAÍSES
Cazaquistão, Turcomênia e Tadjiquistão.

EUROPA – 4 PAÍSES
Albânia, Chipre, Gibraltar e Grécia.

Nem todos os crentes sabem que no mundo ainda há povos completamente ignorantes da existência de Jesus Cristo e seu plano redentor. Poucos se importam em saber que hoje no oriente há cristãos presos e sendo torturados por causa de sua fé. Quantos têm um programa intensivo de oração pelos povos não alcançados pelo evangelho? Saber que há povos cometendo suicídios e guerras, por falta de esperança ou fanatismo, não é um assunto que interessa a todos os cristãos.

Os cristãos no mundo estão direcionando apenas 1,2% do seu fundo missionário e de seus missionários estrangeiros para bilhões de pessoas que vivem no mundo evangelizado.
No mundo ainda há dezenas de país com suas portas total ou parcialmente fechadas à entrada de missionários.

Há 28 países muçulmanos (sem incluir seis da antiga união soviética), 7 nações budistas, 3 Marxistas e 2 países hindus, formando o maior aglomerado de povos não alcançados.Porque evangelizar os povos da Janela 10/40

- Porque ali vive o maior número de povos não alcançados pelo evangelho. Cobre 1/3 total do planeta e representa 2/3 da população do mundo. São cerca de 3,2 bilhões de – pessoas em 61 países.
- Porque ali está a maioria dos seguidores das 3 maiores religiões do mundo: Islamismo, Budismo e Hinduismo.

- Porque de cada 10 pobres na terra, 8 estão nessa região.
- Porque dos 50 países menos evangelizados do mundo 37 estão nessa área.
- Porque as maiores Capitais do mundo estão nessa região.

De acordo com os missiólogos, há diversidades no número de povos não alcançados pelo evangelho hoje. Para Ralph Winter, há 17 mil povos não alcançados e 12 mil línguas. David Barrete declara que são 11 mil o número total de povos não alcançados. Bob Waymire também arrola 11 mil povos diferentes no mundo. Patrick Johnstone avalia em 12.017 o total de povos não alcançados em todo o mundo. Subtraindo desse número os povos entre os quais há cristãos, missionários de fora e autóctones, restam apenas 1.200 povos a serem alcançados. Em sua perspectiva, 99% da população do mundo serão cobertos, inteiramente, com a mensagem do evangelho se ela for transmitida, no máximo, entre 400 e 500 línguas diferentes.

Então concluímos que missões, ainda não é um assunto sério para muitas igrejas. Enquanto templos são enfeitados e grande parte do tempo é utilizada para inúmeros programas, missões é ocasional, ainda não é assunto íntimo.

O Mundo dos povos não alcançados
Segundo alguns estudiosos, temos aqui algumas estatísticas:
- Cada hora 10700 crianças nascem e morrem sem escutar as Boas Novas em países da Janela 10/40;
- Cada hora de esforço missionário resulta em 9.800 pessoas escutando o evangelho pela primeira vez;
- O resultado é a redução no mundo não evangelizado de 500 pessoas a cada hora, ou pouco mais que 4 milhões de pessoas por ano.
- 9 em cada 10 países mais pobres do mundo estão na África e 8 destes são parte do mundo menos evangelizado.

A Igreja é perseguida em muitos destes países.Pastores, obreiros e muitos fiéis são mortos´todos os dias defendendo e proclamando o nome de Jesus.A Igreja Perseguida é formada por todos os cristãos que vivem hoje em países onde a pregação do Evangelho de Jesus Cristo é proibida. Ela é formada por pessoas que todos os dias são vítimas de maus tratos e muitas vezes até morte. Esses nossos irmãos e irmãs têm sofrido agressões, ameaças, mortes, alguns são levados como prisioneiros e torturados por amor ao Senhor Jesus…Cabe a nós ajuda-los.

Como?

Contribuindo com as missões e, principalmente, ORANDO, INTERCEDENDO EM ORAÇÃO.Nossos irmãos precisam de nossa ajuda.

ORE PELA IGREJA PERSEGUIDA.

domingo, 6 de setembro de 2015

Síndrome de Gabriela

Você já notou que há pessoas que estão próximas a você e entra ano e sai ano e continuam exatamente no mesmo lugar. Pessoas sem perspectiva, motivação, entusiasmo e que se encontram do mesmo jeito há anos . Ainda tem os mesmos sonhos, os mesmos problemas, os mesmos álibis, as mesmas oportunidades e o mesmo modo de pensar. Infelizmente , estão estagnadas na vida, são como aporta, se mexem em suas dobradiças, porem não saem do lugar. É como se o relógio delas tivesse parado há anos. As vezes me pego pensando, e chego as seguintes conclusões: Primeira - Existem pessoas que sofrem da síndrome da zona de conforto. Estão satisfeitas com o seu "mundinho" preferem ficar trancadas, encaracoladas e muitas vezes dentro de um ostracismo de acomodação. Estas pessoas já demarcaram o seu território, e estão satisfeitas, decantando e cantarolando a MPB que diz: " Daqui não saio; daqui ninguém me tira". Segunda - Pessoas que sofrem da síndrome da mudança. Estas por sua vez são tropofóbicas, sofrem antecipadamente pelo medo de passar por algum tipo de mudança, ficam estacionadas, estacadas , e acabam se ilhando dentro de si mesmas. Terceira - Síndrome do nadismo. Este tipo de pessoa fica aguardando os eventos e acontecimentos. São pessoas que são levadas pelas ondas do mar, alias, há muito vem cantando uma outra musica que diz: " Deixa a vida me levar, vida leva eu..." Somando estes tipos de pessoas, chegamos a uma personagem muito conhecida na televisão Brasileira, Gabriela. " Eu nasci assim, vou crescer assim e morrer assim, Gabriela." Um famoso ditado afirma: "Tudo que conta é o que se aprende depois que se sabe." Devo reconhecer que sou chato com isso. Detesto tempo ocioso - tempo em que eu não esteja aprendendo nada. As pessoas que me cercam sabem que preciso sempre ter algo para ler ou escrever em qualquer momento de folga que apareça. Na verdade, procuro aprender com todos. Até com os erros dos outros, podemos aprender. Pode-se aprender mais com um sábio que esteja errado do que com um tolo que esteja certo. Goethe disse: " Todos querem ser, ninguém quer crescer." Concordo com Van Crouch: " Você nunca vai mudar suas ações enquanto não mudar sua mente." Quero deixar-lhes algumas reflexões: " Se você tirar uma hora de leitura por dia, a probabilidade de você se tornar um escritor é de 78%" " Se você andar com pessoas sem visão, a pouca que lhe resta será tirada" " Você só cruzará a linha da mediocridade se a sua mente cruzar primeiro" " O homem não e medido pelo seu intelecto; o homem e medido pelo seu esforço" " A mente osciosa é como ruas sem saídas; a mente pensante e uma estrada infinita" ' O grande segredo na vida não é sonhar; o grande segredo na vida e agir" " Você não pode mudar o passado, mas pode construir hoje através de suas atitudes um futuro melhor" Que Deus possa trabalhar em nossa vida de maneira poderosa, nos conduzindo a alçar os mais lindos voos altaneiros.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

ESCATOLOGIA - Doutrina das últimas coisas.

ESCATOLOGIA - Doutrina das últimas coisas.
Em relação à volta do Senhor Jesus, a única unanimidade que há entre os teólogos é que ela acontecerá. Nos demais aspectos, são várias correntes defendidas. Cada um com sua teoria e opinião.
É praticamente impossível definir como será a volta do Senhor e os demais acontecimentos dos últimos dias. São os mistérios do Senhor!
A seguir, transcrevo as principais correntes defendidas pelos teólogos.
Os assuntos são:

I - A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
II- O ARREBATAMENTO DA IGREJA
III- A TRIBULAÇÃO
IV- O MILÊNIO
V- OS JUÍZOS FUTUROS
VI- AS RESSURREIÇÕES
I - A SEGUNDA VINDA DE CRISTOA. Posição Pós-milenista.
 

1- Significado:
A segunda vinda de Cristo se dará depois do milênio.
2- Ordem dos acontecimentos: A parte final da Era da Igreja (i.e.. Os seus últimos mil anos) é o Milênio, que será uma época de paz e abundância promovida pelos esforços da igreja. Depois disso, Cristo virá. Seguir-se-á então uma ressurreição generalizada, e depois desta um juízo geral e a eternidade.
3- Método de interpretação: A interpretação pós-milenista é amplamente espiritualizada no que tange a profecia. Apocalipse 20, todavia, será cumprido num reino terreno, estabelecido pelos esforços da igreja.
 
B. Posição Amilenista

1- Significado: A Segunda vinda de Cristo se dará no fim da época da igreja e não existe um Milênio na Terra. Estritamente falando, os amilenistas crêem que a presente condição dos justos no céu é o Milênio, e que não há ou haverá um Milênio terrestre. Alguns amilenistas tratam a soberania de Cristo sobre os corações dos crentes como se fosse o Milênio.
2- Ordem dos acontecimentos: A Era da Igreja terminará num tempo de convulsão, Cristo voltará, haverá ressurreição e juízo gerais e, depois, a eternidade.
3- Método de interpretação: A interpretação amilenista espiritualiza as promessas feitas a Israel como nação, dizendo que são cumpridas na Igreja. De acordo com esse ponto de vista, Apocalipse 20 descreve a cena das almas nos céus durante o período entre a primeira e a segunda vinda de Cristo.
C. Posição Pré-milenista.
 

1- Significado: A segunda vinda de Cristo acontecerá antes do Milênio.
2- Ordem dos acontecimentos: A Era da Igreja termina no tempo da Tribulação, Cristo volta à Terra, estabelece e dirige seu reino por 1.000 anos, ocorrem a ressurreição e o juízo dos não-salvos, e depois vem a eternidade.
3- Método de interpretação: O pré-milenismo segue o método de interpretação normal, literal, histórico-gramatical. Apocalipse 20 é entendido literalmente.
4- A questão do arrebatamento: Entre os pré-milenistas não há unanimidade quanto ao tempo em que vai ocorrer o arrebatamento.
 

II. O ARREBATAMENTOA- A Ocasião do Arrebatamento:Pós-milenistas e amilenistas vêem o arrebatamento da igreja no final desta era e simultâneo com a segunda vinda de Cristo. Entre os pré-milenistas, há vários pontos de vista.

1. Arrebatamento pré-tribulacional:

A- Significado
:

O arrebatamento da Igreja (i.e., a vinda do Senhor nos ares para os Seus santos) ocorrerá antes que comece o período de sete anos da tribulação. Por isso, a Igreja não passará pela Tribulação, segundo este ponto de vista.

B- Provas citadas:
-A promessa de ser guardada (fora) da hora da provação. (Ap 3.10)
-A remoção do aspecto de habitação no ministério do Espírito Santo exige necessariamente a remoção dos crentes. (2Ts 2)
-A tribulação é um período de derramamento da ira de Deus, da qual a Igreja já está isenta. (Ap 6.17, cf. 1Ts 1.10; 5.9)
-O arrebatamento só pode ser iminente se for pré-tribulacional.    (1Ts 5.6)
2. Arrebatamento mesotribulacional:

A- Significado:
 
O arrebatamento ocorrerá depois de transcorridos três anos e meio do período da tribulação.

B- Provas citadas:
-A última trombeta de 1Co 15.52 é a sétima trombeta de Apocalipse 11.15, que soa na metade da tribulação.
-A Grande Tribulação é composta apenas dos últimos três anos e meio da septuagésima semana da profecia de Daniel 9.24-27, e a promessa de libertação da Igreja só se aplica a esse período. (Ap 11.2; 12.6)
-A ressurreição das duas testemunhas retrata o arrebatamento da Igreja, e sua ressurreição ocorre na metade da tribulação. (Ap 11.3,11)
3. Arrebatamento pós-tribulacional:

A- Significado:
 
O arrebatamento acontecerá ao final da Tribulação. O arrebatamento é distinto da segunda vinda, embora seja separado dela por um pequeno intervalo de tempo. A igreja permanecerá na terra durante todo o período da tribulação.

B- Provas citadas:
-O arrebatamento e a segunda vinda são descritos pelas mesmas palavras.
-Preservação da ira significa proteção sobrenatural para os crentes durante a tribulação, não libertação por ausência (assim como Israel permaneceu no Egito durante as pragas, mas protegido de seus efeitos).
-Há santos na terra durante a tribulação. (Mt 24.22)
4. Arrebatamento parcial:

A- Significado:
 Somente os crentes considerados dignos serão arrebatados antes de a ira de Deus ser derramada sobre a terra; os que não tiverem sido fiéis permanecerão na terra durante a tribulação.

B- Provas citadas:
-Versículos como Hebreus 9.28, que exigem vigilância e preparo.
B- A Descrição do Arrebatamento:
 
1- Os textos:
1Ts 4.13-18; 1Co 15.51-57; Jo 14.1-3

2- Os acontecimentos:

-Descida de Cristo.-A Ressurreição dos mortos em Cristo.-A Transformação de corpos mortais para imortais dos crentes vivos na ocasião.
-O encontro com Cristo nos ares para a subida ao céu.III. A TRIBULAÇÃO
 

A- Sua Duração: 
É a 70ª semana de Daniel e, portanto, durará sete anos (Dn 9.27). A metade desse período é apresentada pelas expressões “42 meses” e “1.260 dias” (Ap 11.2,3)
B- Sua Distinção:
 
(Mt 24.21; Ap 6.15-17)
C- Sua Descrição:

-Julgamento sobre o mundo. As três séries de juízos descrevem esse julgamento (selos, Ap 6; trombeta, Ap 8-9; taças, Ap 16)-Perseguição contra Israel. (Mt 24.9,22; Ap 12.17)-Salvação de multidões (ap 7).-Ascensão e domínio do anticristo (2Ts 2; Ap 13).
D- Seu Desfecho: 
A tribulação terminará com a reunião das nações para a batalha de Armagedom e com o retorno de Cristo à terra (Ap 19).
IV. O MILÊNIO:
 

A- Definição: 
O Milênio é o período de 1000 anos em que Cristo reinará sobre a terra, dando cumprimento às alianças abraâmica e davídica, bem como à nova aliança.
B- Suas Designações:
 
O Milênio é chamado de “reino dos céus” (Mt 6.10), “reino de Deus”      (Lc 19.11), “reino de Cristo” (Ap 11.15), a “regeneração” (Mt 19.28), “tempos de refrigério”        (At 3.19) e o “mundo por vir” (Hb 2.5).
C- Seu Governo:
-Seu cabeça será Cristo (Ap 19.16)
-Seu caráter. Um reino espiritual que produzirá paz, equidade, justiça, prosperidade e glória (Is 11.2-5).
-Sua capital será Jerusalém (2.3).
D- Sua Relação com satanás: Durante este período satanás estará acorrentado, sendo liberto ao seu final, para liderar uma revolta final contra Cristo (Ap 20). Satanás será derrotado e lançado definitivamente no lago de fogo.

V. OS JUÍZOS FUTUROS
 
A- O Julgamento das Obras dos Crentes:
Tempo: Depois do arrebatamento da Igreja.
Lugar: No céu.
Juiz: Cristo.
Participantes: Todos os membros do Corpo de Cristo.
Base: Obras posteriores à salvação.
Resultado: Galardões ou perda de galardões.
Textos: 1Co 3.11-15; 2Co 15.10
B- O Julgamento das Nações (ou gentios):
Tempo: Na segunda vinda de Cristo.
Lugar: Vale de Josafá.
Juiz: Cristo.
Participantes: Os gentios vivos na época da volta de Cristo.
Base: Tratamento dos “irmãos” de Cristo, i.e., Israel.
Resultado: Os salvos entram no reino; os perdidos são lançados no lago de fogo.
Textos: Mt 25.31-46; Jl 3.2
C- O Julgamento de Israel:
Tempo: Na segunda vinda de Cristo.
Lugar: Na terra, no “deserto dos povos” (Ez 20.35).
Juiz: Cristo.
Participantes: Judeus vivos ao tempo da segunda vinda de Cristo.
Base: Aceitação do Messias.
Resultado: Os salvos entrarão no reino; os perdidos serão lançados no lago de fogo.
Textos: Ez 20.33-38
D- O Julgamento dos Anjos Caídos:
Tempo: Provavelmente depois do milênio.
Lugar: Não especificado.
Juiz: Cristo e os crentes.
Participantes: Anjos caídos.
Base: Desobediência a Deus ao seguirem a satanás em sua revolta.
Resultado: Lançados no lago de fogo.
Textos: Jd 6; 1Co 6.3
E- O Julgamento dos Mortos Não-Redimidos:
Tempo: Depois do Milênio.
Lugar: Perante o Grande Trono Branco.
Juiz: Cristo.
Participantes: Todos os não-salvos desde o principio da humanidade.
Base: O que faz serem julgados é a rejeição da salvação em Cristo, mas o fogo do juízo é a demonstração de que pelas próprias más obras merecem a punição eterna.
Resultados: O lago de fogo.
Textos: Ap 20.11-15
VI. AS RESSURREIÇÕES
A- A Ressurreição dos Justos: (Lc 14.14; Jo 5.28,29)
-Inclui os mortos em Cristo, que são ressuscitados no arrebatamento da igreja (1Ts 4.16).
-Inclui os salvos durante os período da tribulação (Ap 20.4).
-Inclui os santos do A. T. (Dn 12.2 - Alguns crêem que serão ressuscitados no arrebatamento; outros pensam que isso se dará na segunda vinda). Todos estes são incluídos na primeira ressurreição.


B- A Ressurreição dos Ímpios: 
Todos os não-salvos serão ressuscitados depois do milênio para comparecerem perante o Grande Trono Branco e serem julgados (Ap 20.11-15). Esta segunda ressurreição resulta na segunda morte para todos os envolvidos.

Extraído de “A Bíblia Anotada” Pg 1642-1644
 

domingo, 23 de agosto de 2015

A VOLTA TRIUNFAL DE JESUS CRISTO!

  I.             O QUE É A VOLTA DE CRISTO EM GLÓRIA

À volta de Jesus se dará em duas fases conforme já vimos. Na primeira, Ele vira para arrebatar a Sua noiva (Igreja), e na segunda, com a Sua Igreja em glória, manifestando-se visivelmente aos olhos do mundo (Ap 1.7). È o glorioso retorno de Cristo que, juntamente com Sua Igreja, virá instaurar, neste mundo, o Reino de Deus, de conformidade com as predições proféticas, os apóstolos e o próprio Cristo (Is 9.6; Dn 7.13; Mt 6.10).

                 II.             QUANDO SE DARÁ À VOLTA DE CRISTO EM GLÓRIA

Depois da Grande Tribulação, haverá o juízo divino sobre os ímpios. Caso essas nações não se arrependam enquanto é tempo, em breve defrontar-se-ão com um Guerreiro mais forte que elas – O Senhor Jesus! Enquanto estivermos nos céus, participando das bodas do Cordeiro e, de Suas mãos, recebendo os galardões a quem farão jus os trabalhados que realizamos em prol do Reino de Deus, estará a terra vivendo a septuagésima Semana de Daniel que, profeticamente, terá a duração de sete anos, e após os sete anos, Cristo virá com Sua Igreja em Glória para estabelecer um Reino Eterno.

              III.             COMO SE DARÁ O RETORNO TRIUNFAL DE CRISTO

Conforme já vimos o Senhor voltará com Sua Igreja. O segundo advento de Cristo não será o tranqüilo cenário da manjedoura. Será, sim, o acontecimento mais dramático e estarrecedor de toda a história do Universo. Sua Vinda em Poder e Glória captará a atenção do mundo inteiro. Milhões de pessoas já terão morrido em combates e calamidades anteriores. A descrição mais detalhada deste momento glorioso está vividamente registrada em Ap 19.11-21. Conforme se revelou em algumas passagens das Escrituras, os céus hão de estar escuros pelos juízos de Deus, mas naquele momento uma luz brilhante e sobrenatural se propagará pelos céus, assombrando a terra inteira. Esse espetáculo, sem dúvida, será aterrador, milhões de homens e anjos refletindo a glória de Deus e sendo liderados por Cristo montado num cavalo branco, símbolo de um conquistador. No início, o mundo se encolherá de pavor ante esse espetáculo e os exércitos em conflito no Amargedom, logo esquecerão suas divergências; procurarão unir-se e lutar contra os exércitos dos céus. Essa rebelião, inspirada e organizada por Satanás, será um esforço inútil e suicida de tentar resistir a Deus. Esta batalha que parecia um confronto de proporções meramente humanas, assume feições duma guerra entre Cristo e Satanás. Jesus virá em Glória para revelar-se com os seus santos. A revelação será pública (Ap 1.7). Cristo virá em poder e glória para julgar os seus inimigos. A besta, o falso profeta e os exércitos que deram apoio aos adversários de Deus sofrerão o justo castigo do Juiz. Jesus, o Rei dos reis, triunfará maravilhosamente nesse momento crítico da história da humanidade; e os líderes das hostes ímpias serão lançados no lago de fogo (Ap 19.19-21). Sendo vencedor, o Senhor Jesus estabelece o julgamento das nações (Mt 25.31-46) e estabelecerá o milênio neste mundo. Durante o milênio, Satanás estará amarrado e inativo, antes de sua eventual libertação e o seu encarceramento eterno no lago de fogo (Ap 20.1-3).

1. João vê O Grande Cavaleiro. “Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça” (Ap 19.11).


Aqui João vê o céu aberto. Este versículo narra o começo da segunda vinda de Cristo a terra, como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16). Ele vem do céu como Messias- Vencedor (2ª Ts 1.7-8) para estabelecer a verdade e a justiça (Sl 96.13), julgara as nações e aniquilara mal (Jo 5.30). É chegado o momento que todo universo aguarda (Mt 24.30-31). Antes de Ele aparecer, todo globo verá o sinal da sua vinda. O cavaleiro deste cavalo branco não deve ser confundido com o mesmo de Ap 6.2, o cavaleiro do primeiro selo. A volta de Cristo nesta secção, vencendo os inimigos, não será um ato de vingança própria ou de manifestação arbitrária. Será sim um ato de justiça, refletindo a fidelidade de Deus. O cavalo branco é a expressão de honra real, de juízo sobre os seguidores da besta.

2. O seu cavaleiro é “Fiel e Verdadeiro”. Ninguém na terra tem alcançado este nome, porque em todos os homens habita a fraqueza e o engano (Rm 3.4). Como fiel, ou seja, plenamente confiável, como aquele que não decepciona aos que confiam nele,.e que cumpre Suas promessas com a máxima exatidão. Como verdadeiro, pois Ele é a verdade (Jo 8.32; Jo 14.6).

3. As Suas Vestes salpicadas de sangue. 

“E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus” (Ap 20.13). Não significa aqui o sangue vertido na cruz. É o sangue dos inimigos no dia da vingança do nosso Deus (Is 34.8; Is 63.1-6). O que é visto também nos versículos 17-21. Somente o apostolo João é que aplica este titulo a Cristo, o verbo, a palavra (Jo 1.1; 1ª Jo 1.1; 5.7).

4. O nome do Messias. “E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo” (Ap19.12). O nome misterioso de Cristo, provavelmente tem algo a ver com a sua soberania e autoridade suprema. Foram dados na terra muitos nomes e títulos para o Messias, porém quando Ele se manifestar em gloria para reinar, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, terá um nome que fala da sua vitória e da eminência do seu poder.

5. Jesus vem com a Igreja. O Senhor voltará montado em um cavalo branco e a Igreja também, o céu se encherá de Gloria, o mundo e as nações se lamentarão, ao ver o Senhor vindo com grande poder e grande Glória.

“E seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro” (Ap 19.14). Veja o que diz Paulo em Cl 3.4: “Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória”. Aqui está o cumprimento deste versículo.

Estes exércitos celestiais que voltam com Cristo incluem todos os santos que já estão no céu (cf. 17.14). Suas vestes brancas confirmam esse fato (Ap 19.8). Judas também descreve este momento sublime dizendo: “Eis que é vindo o Senhor com milhares se seus santos, para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade que impiamente cometeram e por todas as duras palavras que os ímpios pecadores disseram contra Ele” (Jd v. 14-15).
Enoque profetizou também que o Cristo manifesto e glorioso punirá a todos os ímpios e blasfemos. Não escaparão, portanto, aqueles que se introduzem em nossas festas e confraternizações a si mesmo e mercadejar com a simplicidade dos santos. Os tais são inimigos declarados de Cristo, pois o insultam com “duras palavras”. O que isso significa? Eles pecam não por ignorância, mas sabendo perfeitamente a quem estão insultando.

O dia da vingança de Nosso Senhor não tardará. Assim como a geração de Noé foi surpreendida com o dilúvio, a nossa o será pelo dia do Senhor. Só há um meio de se escapar à ira do Cordeiro: humilhar-se diante dele, aceitando-o como Salvador e Senhor.

Sintetizando de forma maravilhosa a manifestação de Nosso Senhor juntamente com a Sua Igreja. Estes exércitos não são compostos de anjos, mas dos santos que constituem a “esposa do cordeiro” e dos amigos do esposo (Jo 3.29).

Uma das cousas que difere a vinda de Jesus em primeira e segunda fase é, que na primeira ele vem para livrar Seus santos (a Igreja) da ira vindoura (1ª Ts 1.10); na Sua vinda Ele virá para derramar à ira (Ap 19.15). A vinda de Jesus em glória com os santos (Cl 3.4; Zc 14.50; Jd 14; Ap 19.14; Mt 24.31 (reunidos nos céus). A primeira fase será no ar (1ª Ts 4.15-17); a segunda, Ele pisará na terra, no monte das oliveiras (Zc 14.4), no mesmo lugar onde subiu ao céu (At 1.9-11). Após a manifestação de Cristo em glória, acontecerá a grande Batalha do Armagedom (Ap 16.14-16); o julgamento das nações (Mt 25.31-46); a prisão de Satanás (Ap 20.1); e iniciará o milênio na terra (dispensação do reino – Ap 20.4-6). Ainda haverá outros acontecimentos, e só depois virá à eternidade na nova terra.

6. Jesus vem para destruir o Anticristo. Nesta fase o messias lutará sozinho por Israel, destruirá o Anticristo e os que se levantarem contra e perseguiram Israel. O Anticristo será morto no Vale de Josafá (Hc 3.13; 2ª Ts 2.8). Jesus combaterá e destruirá, pelo seu poder, as forças do Anticristo. (Jl 3.12-13; Zc 14.12-15; Ap 14.19-20) O Senhor os vencerá com o assopro de sua boca (2ª Ts 2.8; Is 11.4). O Anticristo e o falso profeta são presos (Ap 19.20). Satanás também será preso (Ap 20.1-3). O grande exército de todas as nações que lutaram com o Anticristo contra o Senhor Jesus, todos morrerão naquele dia, será a maior mortandade jamais conhecida na história (Ap 19.21; Jr 25-29-33). Os demônios que estiverem soltos também serão presos (Is 24.21-22). Israel se converterá logo em seguida (Rm 11.26; Ml 3.6; Ml 4.1-3).


“E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso” (Ap 19.15).
A única arma existente neste exercito é a espada que saía da sua boca (Is 11.4). Não se refere, portanto a nenhuma arma carnal, mas a sua palavra viva e poderosa (Is 49.2; Hb. 4.12). A palavra que atuara nos seus inimigos é a mesma que atuou no Jardim do Getsêmane (Jo 18.5-6).

7. Um anjo chama as aves dos céus para um banquete. “E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus; Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes” (Ap 19.17-18).

No versículo nove há uma proclamação aos bem-aventurados, “aqueles que são chamados à ceia das bodas do cordeiro. Mas aqui é um convite intensivo feito por um anjo as aves. “Vinde à ceia do grande Deus”. Não é uma celebração no céu, mas na terra. Consiste de carne dos muitos homens, de todas as categorias que caem sob o poderoso golpe do Rei dos reis.

Esse texto descreve os momentos subsequentes à volta de Cristo, quando o mesmo derrotará os exércitos do anticristo no Armagedom e revela a sorte que terão os corpos dos exércitos derrotados.

8. A derrota final da besta. “E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentados sobre o cavalo, e ao seu exército. E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre. E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes (Ap 19.19-21).

A juntamente com os dez reis sob o seu domínio, que congrega o maior exército jamais visto em todo mundo, após a convocação astuta e bem preparada por Satanás, pelo trabalho dos três espíritos imundos (16.13-14) encontram-se reunidos para enfrentar o Senhor, quando se manifestar em gloria.
É o final, a pedra cai (Dn 2.34-36) e de um só golpe põe fim ao domínio dos gentios (Lc 21.24).

                               IV.      OBJETIVOS DA VOLTA TRIUNFAL DE CRISTO

1.      Punir os ímpios. “Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos, para fazer juízo contra todos os ímpios, por todas as duras palavras que disseram contra Ele” (Jd 14-15).

2.      Socorrer Israel: O primeiro objetivo de Satanás é destruir Israel, para destruir todos os planos de Deus em referencia a terra, pois desses planos dependem todos os concertos divinos para o governo do mundo e para a redenção da humanidade. (Sl 83.4,13; Dn 2.35). Zacarias, antevendo a angústia de Israel durante a grande Tribulação, mostra de que forma o Senhor intervirá em favor de seu povo. “Eis que vem o Dia do Senhor, em que os teus despojos se partirão no meio de ti. Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, as mulheres, forçadas; e a metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o restante do povo não será expulso da cidade. E o Senhor sairá e pelejará contra as nações, como pelejou no dia da batalha. E, naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele, para o sul” (Zc 14.1-4).

3.      Levar Israel a Conversão Nacional: No exato momento em que o Senhor Jesus estiver intervindo em favor dos israelitas, estes de imediato, haverão de reconhecê-lo como o seu Messias. É o que profetizou Zacarias: “E o SENHOR primeiramente salvará as tendas de Judá, para que a glória da casa de Davi e a glória dos habitantes de Jerusalém não sejam exaltados acima de Judá. Naquele dia o Senhor amparará os habitantes de Jerusalém; e o que dentre eles tropeçar, naquele dia, será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o anjo do Senhor diante deles. E acontecerá, naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém. E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem transpassaram; e o prantearão como quem pranteia por unigênito; e chorarão amargamente pelo primogênito” (Zc 12.7-10). Trata-se, como vemos aqui, de uma operação do Espírito Santo.

                                  V.      DERROTAR AS FORÇAS DO ANTICRISTO E IMPLANTAR O MILÊNIO:

O que estará acontecendo na terra na volta Triunfal de Cristo?
§  É a Sua revelação ou manifestação pessoal em glória, majestade e poder, ás nações da terra (Mt 24.29-31; Ap 1.7; Zc 14.3-12; At 1.11).
§   Será procedida de cataclismos e morticínios sobrenaturais (Zc 11.4-5; Ap 16. 17-21; Is 24.20).
§  Quando Cristo retornar com Sua Esposa, a Igreja, haverá um grande eclipse solar e estrelas que virão de fundo para que se mostre o SINAL DO FILHO DO HOMEM (Zc 14.6-7; Is 13.10).
§  A Natureza será abalada e os homens desmaiarão de terror (Lc 21.25-26). É chegada a hora do colapso das nações impenitentes, hoje atrevidas e arrogantes e irreverentes com relação a Deus.
§  Em meio à escuridão, aparecerá o Sinal de Cristo no céu, e irá se cumprir o que está escrito em Malaquias 4.2. Israel nessa hora irá invocar ao Senhor e será salvo (Jl 2.31-32).
§  Então virão o Filho do Homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória (Lc 21.27).
§  Jesus descerá visivelmente sobre o Monte das Oliveiras, ao oriente de Jerusalém (Zc 14.4; At 1.11).
§  Com a manifestação em glória de Cristo dar-se-á o livramento sobrenatural e instantâneo dos judeus, em escala nacional, aceitarão arrependidos o Jesus como Messias. O Senhor abrirá um caminho para Israel fugir ante ao ataque do Anticristo (Zc 14.4-9).Aqui se trata dos remanescentes que escapar da Grande Tribulação (Zc 12.10-14; 13.1, 8, 9; Mt 23.39; Mt 23.39; Is 4.3; 10.22; 59.20-21; Os 3.5; Rm 11.25-27; 9.27).
§  A população da terra estará dizimadas nessa ocasião, em conseqüência dos tremendos juízos divinos ocorridos, como está registrado em Apocalipse (Mt 24.22; Zc 14.4-5, 12, 15; 12.9; Is 66.16; Ap 6.8; 9.15, 18).