terça-feira, 12 de novembro de 2013

As quatro ordens de Deus a Jacó

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Tema: As quatro ordens de Deus a Jacó

Texto: Genesis 35.v1
" DEPOIS disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; e faze ali um altar ao Deus que te apareceu, quando fugiste da face de Esaú teu irmão."

Introdução: Talvez esse foi um dos momentos mais difíceis da vida de Jacó, e foi justo nesse momento que Deus encontrou a oportunidade para mudar a vida de Jacó para sempre.

È nos momentos mais difíceis da nossa vida que Deus sempre se revela para nos confortar e nos dar uma experiência com Ele.

Significado do nome de Jacó - Aquele que agarra

Mas para que a benção de Deus se manifestasse na vida de Jacó ele teve que obedecer quatro ordens.

1-     Levanta-te: Deus quer uma nova postura
Jacó não estava prostrado fisicamente, mas sim espiritualmente, aquele momento era de dificuldade para ele, e Deus não queria ver Jacó prostado diante das dificuldades e sim de pé.
Deus não quer que nos prostremos diante das dificuldades, Deus nos quer como um valente soldado na guerra pronto para pelejar contra as intempéries desta vida.
Levante-se, Esforça-te e tem bom animo, porque o Senhor é Contigo.
Não deixe as circunstâncias da vida baixar a sua cabeça.

2- Vai até Betel: Deus quer nos dar uma direção
a-      Para que a bênção Deus se manifeste temos que estar atentos a direção que Deus esta nos dando.Quando estamos na direção de Deus, por mais espinhoso que  seja o caminho, podemos ter a certeza que a vitória é certa.

b-      Betel significa “Casa de Deus” ou seja o lugar aonde Deus escolheu para nos encontrarmos com Ele.
Betel é o lugar da intimidade, da adoração, Betel é o lugar aonde podemos derramar a nossa alma diante de Deus.


3- Habita ali: Deus quer perseverança
Não adiantaria nada Jacó chegar a Betel e no mesmo dia voltar embora, Deus queria que Jacó permanecesse naquele lugar.
Deus quer que permanecemos no lugar que ele preparou pra nós.
Temos que ser firmes e constantes muitas pessoas deixam de desfrutar das bênçãos e da graça de Deus por não permanecerem na Betel de Deus.
4- Edifica um altar: Deus quer comunhão
O altar é lugar máximo da nossa intimidade com Deus, altar significa sacrifício, renuncia e adoração.
Todos nós temos que edificar altares, pois o altar é a marca da nossa comunhão com Deus.

Conclusão:
Havia um propósito de Deus na vida de Jacó, mas para que esse propósito se realizasse Jacó teve que obedecer a essas quatro ordens que Deus lhe deu.
Façamos como Jacó para que a bênção de Deus seja manifesta nas nossas vidas


Estudo - Os traumas da vida de Mefibosete

esboço - mefibosete
Traumas de Mefibosete
Esboço de Pregação - Os traumas de Mefibosete
Texto chave - 2 Samuel 9:1-9

O que é trauma?
A palavra trauma é oriunda do vocábulo grego e mantém um significado de ferida. Já no contexto psicológico o trauma é considerado como uma interferência forte o suficiente para não permitir que uma ação original aconteça, tendo assim a capacidade de mudar o rumo, o direcionamento da vida de uma pessoa, de forma que esta pessoa seja afastada por forças externas de seu projeto de vida.

A história de Mefibosete
A Bíblia narra em II Samuel a história de um homem chamado Mefibosete, filho de Jonatas, filho de Saul, um príncipe, homem de descendência real que quando criança é acometido por um acidente e se torna aleijado (IISm 4: 1-4). Uma interferência forte começa então a mudar a história de Mefibosete, o seu projeto de vida, tudo aquilo que seu pai tinha sonhado para ele.

O que tem te afastado da posição de príncipe? Uma queda (pecado), forças externas?

Mefibosete é o que podemos denominar O COLECIONADOR DE TRAUMAS, toda a sua vida foi marcada por decepções, perdas irreparáveis, frustrações e angústias. O histórico de vida de Mefibosete nos mostra que os traumas começaram na sua infância.

O significado do nome Mefibosete
O primeiro nome de Mefibosete tinha sido meribe-baal (O senhor contende) mais por causa da semelhança ao deus dos cananeus, logo seu nome foi mudado para ISHBOSET (homem de vergonha) algum tempo depois surge Mefibosete (alguma coisa indigna/ exterminador da vergonha)
O príncipe, herdeiro do trono, agora é um homem envergonhado, detentor de traumas, cheio de frustrações.

Os traumas da vida de Mefibosete

1- O trauma físico 
(II Sm 4) – O trauma físico sofrido por Mefibosete impedia que ele exercesse a posição de guerreiro, de valente. Geralmente todos os príncipes em Israel tinham que ir a guerra, empunhar suas espadas, defender o rei, Mefibosete não conseguia, imagine a frustração de ver todos os seus irmãos irem à batalha vestidos com armaduras, e ele sozinho não poder ir. O trauma físico veio acompanhado de outra notícia bombástica, de uma dor terrível.

2 - O trauma familiar 
Imagine alguém chegando à porta de sua casa gritando: TEU PAI É MORTO E TODOS OS SEUS FILHOS E SUA CASA, essa noticia chegou aos ouvidos de Mefibosete, um novo trauma, uma dor ainda mais forte, Mefibosete naquele momento passava a estar sem pai, sem irmãos sem ninguém.

3 - O trauma emocional
As dores físicas e familiares causaram em Mefibosete uma dor emocional profunda, a ponto dele mesmo olhar para ele como um cão morto. Um dos mais inferiores tratamentos em Israel era ser chamado de cão ou cabeça de cão. Agora imagine a própria pessoa se autodenominar CÃO MORTO. (II Sm 9:8) Ser chamado de cão morto dava a ideia de ser imprestável, miserável e sujo (II Sm 16:9) O Senhor Jesus disse certa vez: vinde a mim todos os cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei.

4 - O trauma social
Em conseqüência do trauma físico e familiar Mefibosete é levado a um lugar denominado LÔ DEBAR (sem pasto/ lugar do esquecimento) um lugar onde ovelha nenhuma poderia viver. Uma cidade destinada aos doentes, aos miseráveis, cegos leprosos enfim os emprestáveis. Foi no lugar do esquecimento, no meio deste cenário que Mefibosete viveu por quase vinte anos. Mefibosete era um homem que tinha nascido para viver de tragédias, ou melhor, não viver. Ser esquecido é um dos piores sentimentos sociais que alguém pode sentir. Mas o Senhor não nos esqueceu. Em Lc 19:10 o pastor vai em busca da ovelha perdida, num lugar sem pasto, ou seja, em lô debar. O rei Davi se lembrou da aliança que tinha feito com Jonatas. Jesus te lembra hoje da aliança feita com você. O posicionamento de Davi foi semelhante à ação de Jesus. ( restituição)

5 - O trauma espiritual-
Os complexos, feridas na alma causaram na vida de Mefibosete uma idéia de escravidão, ele perdeu a posição de príncipe, todos os bens de sua família, passando a ser escravo de seus traumas. Mefibosete talvez tinha esquecido daação de Deus, talvez este não se lembrava mais das vitórias que Deus tinha concedido ao seu pai Saul.
Mefibosete era oprimido espiritualmente,e andava se arrastando sem FÉ alguma. Alguns homens de Deus, também, passaram por grandes crises e traumas, o próprio Davi nos salmos narra suas constantes aflições (Sl. 57:6/ Sl. 38:8/ Sl. 69:29)
Diante de tudo isso, de todas as frustrações o Rei olha para um homem lançado ao chão, no meio da amargura e vê um príncipe, foi assim que Davi olhou para Mefibosete. A Bíblia ao narrar os milagres de Jesus diz que ELE fitava os olhos nas pessoas, fixava os olhos e dizia a tua fé te salvou. Deus não te vê como um derrotado, como um aleijado, mas sim como um príncipe. O próprio Davi tinha saído de um lugar de esquecimento e foi posto como príncipe.

A restauração de Mefibosete

A restauração começa em Jerusalém, Mefibosete foi levado do lugar do esquecimento a uma terra de paz (Jerusalém) A restauração na sua vida pode começar com os princípios existentes na ação de Mefibosete:

1- Mefibosete foi ao Rei como estava.
A bíblia narra à história de uma mulher sírio-fenícia que foi até Jesus e se humilhou na presença dele de maneira semelhante à ação de Mefibosete.

2- Mefibosete reconheceu sua situação.
Para que haja restauração é necessário reconhecimento, confissão. Davi enquanto não reconheceu seu estado, seu pecado tinha os seus ossos envelhecidos (Sl 35:2) O povo de Israel precisou reconhecer sua situação de escravidão para que houvesse restituição

3- Mefibosete estava cheio de temor.
O temor no Senhor é fonte de sabedoria (Pv. 9:10). Precisamos entrar na sala do trono, diante do REI com temor (Sl 19:9) Assim, faziam os sacerdotes quando entravam no santo dos santos.

A partir do dia em que Mefibosete entrou na presença do rei, ele passou a comer pão continuamente na presença do REI, os seus termos de possessão foram restituídos, o homem que tinha perdido a posição de príncipe e se tornado escravo é novamente colocado como príncipe, como um dos filhos do Rei.



Como identificar um falso profeta

falso-profetaÉ comum os falsos evangelistas comoverem seu público com táticas, estratégias de auditório, recursos neurolinguisticos, porém sem nunca usarem o texto bíblico (ou quando usam, adaptam aos seus próprios interesses).
Estas “criaturas” sempre enfatizam o visível, palpável e material. Andam movidos pelo meio de se chegar a algo e não pelos princípios. Eles sentem, por exemplo, alegria em profecias, línguas estranhas, mas estranhamente não têm o mesmo entusiasmo quando na conversão de um pecador.
São indícios estranhos, concorda? Mas vamos direto aos 5 pontos:


1) O que o falso profeta fala pode se cumprir, porém, ele conduzirá os fieis a práticas não-bíblicas [Dt 13.1-3] - Lembremos que esta observação é super relevante: não é a “profecia” que se cumpre ou não, mas o que mais importa ele está ensinando ao seu rebanho. Quando Cristo diz que é a videira verdadeira (Jo 15.1-5), certamente deve haver outras falsas, visto que as folhas (dons) não são determinantes para se constatar a veracidade, mas a raiz (ensino da Palavra).

2) O falso profeta certamente acrescentará novos ensinos a Palavra de Deus [Dt 18.20] - Vejam como alguns pregadores televisivos andam inovando e acrescentando doutrinas (“Unção Financeira dos últimos dias”, “Medida Extra”, “Unção da Meia”, “Desafio da Fé”, “Fogueira Santa, etc.) e tire suas conclusões.

3) O falso profeta tem aparência de ovelha [Mt 7.15]  - E realmente essa aparência convence, cativa, e aprisiona muitos fracos em seu cativeiro religioso. Os fieis sentem-se presos emocionalmente, devedores de dízimos, ofertas (a ele), e possuem uma gratidão exagerada, colocando o tal líder como uma espécie de “ungido privilegiado” cujo poder e orações são hiper-inspiradas pelo divino (um tipo de segundo intercessor). Geralmente ele é o centro da idolatria na vida dos fieis. “É Deus no céu e o seu pastor na terra”.

4) O falso profeta irá procurar fazer as mesmas coisas que Cristo fez, como se possuísse a mesma condição e posição [Mt 24.4,5,24] – Com certeza não é difícil localizar algum desse por aí que se diz ser o próprio Cristo em pessoa, ou talvez, que tente demonstrar que tem a mesma autoridade, domínio e poder sobre as pessoas e sobre o mundo.

5) O falso profeta usará “sinais” que servirão de engano para arrebatar o povo [2 Ts 2.3-9] – O interessante é notar que tais sinais também acompanharão as curas e milagres, contudo vale salientar que tais obras, embora parecendo ser algo bom e operado pelo próprio Deus, na verdade não é. Deus chama estas obras de iniquidade (veja em Mt 7.21-23), logo quem as comanda são os demônios.

O falso profeta rouba a Graça de Deus, aprisiona seus seguidores. Ele quer devorá-los, escravizá-los pelos sinais, propostas de curas e bem estar terreno. Note, jamais um falso profeta se valerá do Sermão do Monte (Mt. 5) e ensinará aos seus fieis as bem aventuranças; jamais pregará Cristo crucificado; jamais pregará que temos algo melhor na glória celestial.

Conclusão final. Se alguém porventura se enquadrar em apenas um desses pontos, não duvide, a Bíblia o intitula como falso profeta!

Desfrutando do melhor na casa do rei.

rainha-saba-salomaoTexto: (2 Cr 9: 1-12)
Vemos em uma passagem da bíblia a historia de uma rainha que saiu de terras distantes para conhecer o palácio de Salomão.
Esta rainha foi muito sabia, pois não se intimidou ao desfrutar de toda a hospitalidade do rei.
Ela comeu, bebeu, tirou as suas duvidas e ainda recebeu diversos presentes do rei.
Se  você fosse convidado por um rei para visitar o seu palácio, O quê você faria?
Em todo culto que vamos o Rei Jesus sempre esta presente, mas muitos cristãos tem deixado isto passar por desapercebido, e ficam tão preocupados com o fim do culto que mal aproveitam a presença do Rei.
Nós que somos a noiva de Cristo, temos que desfrutar de tudo aquilo que Jesus nos proporciona mediante a sua graça.
Devemos ser como a rainha de Sabá.

Entendendo o contexto da história
Em todo palácio da antiguidade havia três grandes salas que eram de suma importância em um reinado.
E quando analisamos o contexto vemos que a rainha de Sabá visitou cada uma destas salas.
Quando vamos à casa do Senhor não podemos deixar de visitar nenhuma destas três grandes salas.

I - OS TRÊS COMODOS DA CASA DE DEUS

1 - SALA DO BANQUETE
Era o lugar onde o rei banqueteava e festejava com seus convidados,lá ele comia, bebia alegrava-se.
Vamos ver no livro de Daniel, Belsazar dando uma grande festa na sala do banquete

"O REI Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus senhores, e bebeu vinho na presença dos mil. " (Dn 5.1)

O rei Salomão recebeu a Rainha de Sabá na sala do banquete (1 Re 10:5)

Aplicação Pessoal
Quando estamos na casa do Senhor, louvando e exaltando o seu santo Nome, Deus traz a sala do banquete diante de nós, se alegra conosco e quer saciar a nossa fome espiritual.
Não podemos deixar de desfrutar da mesa do Rei.
Coma beba e se alegre,o Rei te ama.

2 - SALA DA TESOURARIA
A sala da tesouraria é semelhante ao Banco Central que temos em nosso país.
Um reinado sem a sala da tesouraria era um reinado falido.
Era  nesta sala que se concentrava todos os tesouros, como ouro,prata, bronze e diversos outros títulos, lá se concentrava a força econômica do reino.
A rainha de Sabá entrou na sala da tesouraria e recebeu tudo quanto queria (2 Cr 9: 12-13)

Aplicação Pessoal
Jesus é aquele que tem a chave de Davi. (Ap 3:7), Ele é o que abre e ninguém fecha e fecha e ninguém abre,Ele é aquele que tem todo poder e toda autoridade (Mt 28:18)
Tudo depende Dele, e nada acontece se não for por sua vontade, se você esta precisando de alguma coisa não se desespere, entre na sala da tesouraria, e lance sobre Jesus as suas necessidades espirituais e materiais.


3 - SALA DO TRONO

Neste lugar o rei exercia o seu poder executivo, era justamente nesta sala que eles tratavam dos mais diversos assuntos em relação ao governo do reino.
Lá eles exerciam o seu cetro, tomavam decisões e criavam leis.
A rainha de Sabá entrou na sala do trono e falou tudo quanto tinha no seu coração (2Cr 9:1)
Quando Hamã tinha um plano para destruir os judeus, a rainha Ester entrou na sala do trono e intercedeu pelo seu povo.(Est 5:1-2)
O apostolo João viu e entrou na sala do trono de Deus (Ap 4: 1-11)

Aplicação Pessoal
O nosso rei esta nos esperando na sala do trono, Ele quer que estejamos diante dele derramando o nosso coração assim como a rainha de Sabá fez com Salomão.
O cetro de equidade e justiça esta nas mãos dele, mas para que venhamos desfrutar desta intimidade com o rei, precisamos ser ousados e entrar pela porta que nos foi aberta.
O véu foi rasgado e agora já não existem mais barreiras entre nós e Deus.
As vezes o nosso coração esta cheio de amarguras e tristezas,vamos até a casa de Deus mas voltamos com o coração do mesmo jeito.

Conclusão
Não tenha medo e nem perca a oportunidade, o palácio do rei esta de portas abertas pra você.


Otimismo é a fé que leva à realização

“Evite desencorajar-se: mantenha ocupações e faça do otimismo a maneira de viver. Isso restaura a fé em si.”
Otimismo é a fé que leva à realização. Nada pode ser feito sem esperança e confiança.
Procure semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Se esforce para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a você decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; descubra, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.
O otimista erra tanto quanto o pessimista, mas não sofre por antecipação. (Fernando Sabino)
O otimismo é a crença de que tudo é formoso.” (Ambrose Bierce)
O otimismo é a fé em ação. Nada se pode levar a efeito sem otimismo. – Helen Keller
Poucas coisas no mundo são mais poderosas que um impulso positivo – um sorriso.
Um mundo de otimismo e esperança, um ‘você consegue’ quando as coisas estão difíceis.
O pessimista senta-se e lastima-se; O otimista levanta-se e age.
A estrada do sucesso pode ter vários quilômetros, mas é na mente que se começam a contar os primeiros metros
Na nossa vida é assim:
Tudo acontece mas quanto mais a
gente batalha mais a gente cresce.
Diga o que você pensa com esperança.
Pense no que você faz com fé.
Faça o que você deve fazer com amor!
“Seja uma pessoa otimista, uma pessoa otimista amplia seus horizontes.”
“O otimismo é como a saúde da alma. ”
(William James)
Pedras no caminho? Guardo todas,
um dia vou construir um castelo.
Nunca perca a fé na humanidade,
pois ela é como um oceano.
Só porque existem algumas gotas de água suja nele,
não quer dizer que ele esteja sujo por completo.
No mundo dos negócios todos são pagos com duas moedas:
dinheiro e experiência. Agarre a experiência primeiro,
o dinheiro virá depois.
A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua;
existem homens presos na rua e livres na prisão.
É uma questão de consciência.
Sou um otimista. Não parece adiantar muito ser outra coisa qualquer.
(Sir Winston Churchill)
A pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas.
A perfeição não é um dom natural do ser humano,
todos cometemos erros e muitas vezes falhamos
com aqueles que mais amamos,
com aqueles que estão mais próximos.
A felicidade é um dom que todos possuímos,
mas poucos de nós sabemos utilizá-lo.
Os dias prósperos não vêm por acaso,
nascem de muito trabalho e persistência.
Se você quer algo, basta tentar com vontade
e acreditar que consegue.
Saiba conviver com os fracassos da vida
o perdedor não é aquele que foi derrotado
por uma simples questão!

Esboço de pregação - Olhando para Jesus em todo tempo

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Introdução
Reflitamos sobre o que disse o profeta Isaías,  mas eis para quem olharei. Para quem devemos olhar? Para o homem ou para Deus? Vivemos em uma época em que o homem prefere olhar mais para o próprio homem do que se voltar para Deus. Primeiro vejamos uma definição do que é olhar, olhar de Deus e olhar de homem.

Biblicamente, olhar é:
Buscar, voltar-se, aproximar-se.

Humanamente, olhar é:
Valorizar aquilo que é natural, humano, material.

Deus é:
O sobrenatural, o maior, o transcendental, o espiritual.

1. Vale mais a pena olhar para Deus do que para o homem, por que:
1.1 — Quando eu olho para você, eu me vejo
Possuímos características de temperamento e gestos muitas vezes iguais. Mas, quando olho para Deus, não vejo ninguém igual a Ele. Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalhe para aquele que nele espera (Is 64.4). Eu sou o SENHOR [...] fora de mim, não há Deus (Is 45.5).
1.2 — Quando eu olho para você, descubro que somos limitados.
Somos limitados a tempo, espaço e circunstâncias. Esperamos nove meses para nascer, um ano para articular as primeiras palavras e começar a andar, de 12 a 15 anos para descobrir que o pai não é super-herói, 21 anos para atingir a maturidade, e acumulamos experiências a partir dos 30 anos de idade. Mas, quando olhamos para Deus, vemos a Sua grandeza e o Seu poder (Is 43.13).
1.3 — Quando eu olho para você, descubro que copiamos muito mais do que criamos.
Quando criamos, precisamos juntar dados, informações e conhecimentos. Só podemos criar algo com acúmulo de conhecimento. Imitamos muito mais do que criamos. Mas, quando olhamos para Deus, descobrimos que Ele cria e sustenta tudo pela palavra do Seu poder (Hb 1.3).
1.4 — Quando eu olho para você, descubro que a nossa visão é limitada.
Quanto menor for o objeto, mais difícil será enxergá-lo. Se houver algum obstáculo, não se poderá ver o que estiver por trás dele. Não temos visão de raios x. Mas, quando olhamos para o Senhor, descobrimos que os Seus olhos estão por toda a terra, contemplando maus e bons (Pv 15.3). Não há nada encoberto diante dele (Hb 4.13).

Subsídio teológico
Destacamos aqui dois atributos que Deus possui: a onisciência e a onipresença. Por isso, Ele conhece tudo. A palavra onisciência tem origem em duas palavras latinas: omnis, que significa tudo, escientia, que quer dizer conhecimento. O conhecimento de Deus estende-se para o passado, por todo o tempo, até o ponto em que ainda não havia tempo, e para todo o presente e todo o futuro possível. A palavra onipresença é a aglutinação de duas palavras latinas: omnis, que significa tudo, e preasum, que quer dizer estar próximo ou presente. Deus penetra todas as coisas, habita nos cristãos e é onipresente no mundo. Sua presença garante a continuação de todos os outros seres.
1.5 — Quando eu olho para você, percebo que muitas vezes passamos despercebidos .
Mas, quando olho para Deus, tenho a certeza de que Ele está me vendo. Deus não está distraído. O Seu olhar envolve proteção, consolo e segurança. Os olhos do Senhor estão sobre os que o temem (SI 33.18a).
1.6 — Quando eu olho para você, muitas vezes busco uma direção e uma resposta, e não encontro
Mesmo psicólogos, terapeutas, psicanalistas e psiquiatras) que estudam o comportamento humano, elaboram hipóteses sobre os casos, pois não são
onipotentes. Para muitos casos, não conseguem encontrar a solução. Mas, quando olho para Deus, sou iluminado (Sl 34.5). Dele é a resposta da boca (Pv 16.1).
1.7 — Quando eu olho para você, os problemas continuam a ser gigantes
Isso porque você também enfrenta lutas como eu. Mas, quando eu olho para Deus, o dia mau deixa de ser gigante; quem passa a ser gigante sou eu, e venço as tribulações, como Davi venceu o gigante Golias (1 Sm17.49).
1.8 — Muitas vezes eu procuro você com o meu olhar, e não o encontro.
Mas, todas as vezes que buscamos a Deus, encontramo-lo (Is 55.6). Ele está perto de nós e disse que aquele que o procura de maneira nenhuma será rechaçado.

Conclusão
Em qualquer adversidade, devemos olhar para Deus, como fez Davi. Ninguém poderá impedir o Seu agir. Busquemo-lo como o autor e consumador de nossa fé (Hb 12.2). É tempo de buscarmos o Senhor.

Leia outros esboços de pregações:



O menino e os três passarinhos

Jesus nunca negociou a liberdade da humanidade com Satanás, visto que Satanás não possuía o domínio sobre os homens, sendo Satanás filho do pecado e pai da mentira. Satanás é filho do pecado, diferente dos homens que são servos do pecado, portanto, possuem esperança no Filho de Deus ( Jo 8: 34 -35). A bíblia não apresenta Satanás como senhor dos homens, antes quem exerce domínio é o pecado.
George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola e, após coloca-la no púlpito, começou a falar: "Estava andando pela rua ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro com frio e com medo. Eu perguntei: - ‘Menino o que você vai fazer com esses passarinhos’? Ele respondeu: - ‘Leva-los para casa tirar as penas e queima-los, vou me divertir com eles’. – ‘Quanto você quer por esses passarinhos menino’?  O menino respondeu: - ‘O senhor não vai querê-los, eles não servem para nada. São feios’! O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em uma árvore!”.

O menino e os três passarinhos
Após ler a fábula dos ‘Três Passarinhos’ tive que questionar até que ponto é válido este tipo de subterfúgios empregado pelos pregadores evangélicos em suas preleções.
"Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade" ( 2Pe 1:16 ) 
Após contar a fábula dos três passarinhos, o pregador inglês fez a seguinte exposição: “Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na terra. Ele respondeu: - ‘Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras, a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino os jovens a usar drogas, a beber e fazer tudo o que não se deve e que os conduzirá a maldição futura! Estou me divertindo muito com eles’! Jesus perguntou: - ‘E depois o que você vai fazer com eles’? E recebeu a seguinte resposta: - ‘Vou mata-los e acabar com eles’! Jesus perguntou: - ‘Quanto você quer por eles’? Satanás respondeu: - ‘Você não vai querer essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas! Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em consideração o que você fizer’! Novamente foi perguntado: - ‘Quanto você quer por elas Satanás’? Em seguida veio a resposta: - ‘Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue’! E satanás respondeu: - ‘Trato feito’! E Jesus pagou o preço da nossa liberdade!”.
Este conto reflete a ideia do evangelho? Jesus fez um trato com Satanás? Satanás exigiu algo de Cristo? O diabo está se divertindo? Que relação há entre a experiência do Pr. George Tomas com a criança e os passarinhos e as verdades bíblicas?
Vamos fazer uma análise desta preleção comparando-a com as Escrituras? É dever do cristão comparar as mensagens que ouve com aquilo que consta das Escrituras, ou seja, devemos comparar coisas espirituais com as espirituais, ou seja, comparando entre si as palavras dos Profetas, de Cristo e dos apóstolos. 
A bíblia não faz referência a Jesus tendo uma conversa com Satanás nos termos apresentados pela estória dos três passarinhos. A bíblia também não apresenta Satanás como alguém que está se divertindo com a humanidade ( Ap 12:12 ), antes ela demonstra que Satanás tem grande ira e pouco tempo.
É improvável que um ser com grande ira e pouco tempo possa estar se ‘divertindo’. Satanás é apresentado como inimigo ferrenho dos homens, portanto, ele não está se divertindo "Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar" ( 1Pe 5:8 ).
A estória induz os ouvintes a pensarem que ação de Satanás consiste em ensinar às pessoas a confeccionarem materiais explosivos, a cometerem assassinatos, a odiar uns aos outros, a divorciar, a abusar de crianças, a usar drogas, etc. Seria esta a verdade das Escrituras? 
A bíblia demonstra que a ação de Satanás é cegar os incrédulos para que não lhes resplandeça a luz do evangelho "Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus" ( 2Co 4:4 ). A ação de Satanás é fazer com que os homens incrédulos permaneçam entenebrecidos no entendimento, pois se os homens compreenderem a verdade do evangelho, serão trasportados por Deus para o reino do Filho do seu amor "Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração" ( Ef 4:18 ).
Além de entenebrecer o entendimento dos incrédulos, a ação de Satanás consiste em enganar com astucia os que creram, para que se apartem da simplicidade que há em Cristo abraçando vento de doutrina "Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo" ( 2Co 11:3 ); "Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente" ( Ef 4:14 )
Enquanto a bíblia afirma que uma só ofensa matou todos os homens, a fábula do Pr. Tomas diz implicitamente que as pessoas são condenáveis porque aprendem lições de Satanás que os leva a construir bombas e a matar, a usar revolveres, a odiar umas a outras, a casarem-se e a divorciar, a abusar de criancinhas, os jovens a usarem drogas e a beber’.
Enquanto as Escrituras ensinam que Deus entregou os homens que se diziam sábios mas que se tornaram loucos aos seus próprios sentimentos para fazerem coisas inconvenientes ( Rm 1:25 ), a preleção do pastor afirma que o diabo é responsável pelos enganos dos homens.
Enquanto o Pr. diz que Satanás, depois de maltratar os homens, irá matá-los, a Bíblia afirma que os homens sem Deus já estão mortos em delitos e pecado.
Enquanto a fábula diz que a morte física é o grande trunfo de Satanás, a Bíblia demonstra que a morte (separação entre o homem e Deus), é consequência da ofensa de Adão.
A fábula mostra que Satanás é senhor (dono) dos homens, a Bíblia mostra que o senhor (dono) dos pecadores é o pecado e que Satanás, por sua vez, é filho do pecado.
O pastor ensina que Satanás exigiu que Cristo se sacrificasse, enquanto as Escrituras mostram que Deus exigiu a obediência de Cristo e que Ele foi obediente, portanto, resignou-se a morrer em uma cruz.
A fábula dos passarinhos é aparentemente inocente, inofensiva, porém, leva a uma compreensão distorcida de que a condenação futura se dá porque as pessoas aprenderam a ‘fazer bombas e a matar, a usar revolveres, a odiar umas a outras, a casarem-se e a divorciar, a abusar de criancinhas, os jovens a usarem drogas e a beber’.
A explanação do Pr. Tomas não é bíblica, pois o que conduz o homem à ‘condenação futura’ não são os vícios, antes o fato de terem entrado pela porta larga que dá acesso a um caminho largo que os conduz à perdição “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela” ( Mt 7:13 ).
A fábula leva o leitor ao equivoco de considerar que a condenação é futura, o que contraria as Escrituras que demonstra que a condenação se deu no Éden, quando a humanidade foi julgada e está condenada ( Rm 5:16 ; Jo 3:18 ). Os homens não estão condenado por suas práticas desregradas da mesma forma que não serão salvos por suas práticas regradas, antes estão sob condenação em função da ofensa de Adão no Éden.
O que faz o homem permanecer sob condenação é o fato de não crer que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus que havia de vir ao mundo "Por isso vos disse que morrereis em vossos pecados, porque se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos pecados" ( Jo 8:24 ).
A condenação não é decorrente das ações dos homens que fazem ‘tudo o que não se deve’, antes a condenação decorre da desobediência de um só homem que pecou e trouxe a condenação sobre toda a humanidade "E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação" ( Rm 5:16 ).
Enquanto o apóstolo Paulo apresenta uma só ofensa como causa determinante da condenação, o Pr. Tomas apresenta algumas condutas de homens desregrados. Ele se esquece que, por mais que o homem seja regrado, como era o caso do religioso Nicodemos, está sob condenação!
Mas, os equívocos não param por aqui, pois quando é dito que Satanás disse a Jesus que irá ‘matar e acabar com eles’, o Pr. Tomas se esqueceu de observar que é impossível a Satanás matar a humanidade uma vez que todos desde a queda de Adão já estão mortos em delitos e pecados, pois a morte é resultado da ofensa de um só homem pecou “Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem” ( 1Co 15:21 ).
A morte não é ação de Satanás, antes veio por um homem, Adão. Desde a queda no Éden, todos se extraviaram e juntamente se tornaram imundos ( Sl 14:3 ; Sl 53:3 ). Por causa de Adão não há, se que um, que faça o bem e busque a Deus. Como a morte veio por um só homem e todos estavam mortos em delitos e pecados ( Rm 3:23 ; Rm 5:12 ; Ef 2:1 ), ninguém possuía entendimento ( Sl 14:2 ). Foi necessário Cristo vir ao mundo trazer o conhecimento de Deus para que por meio d’Ele os homens fossem salvos.
É impossível Satanás matar e acabar com os homens se eles são gerados em iniquidade e concebidos em pecado, ou seja, não há como Satanás matar aqueles que são gerados mortos em delitos e pecados. Desde a madre os homens alienam-se de Deus, andam errados e proferem mentiras desde que nascem ( Sl 58:3 ).
Jesus nunca negociou a liberdade da humanidade com Satanás, visto que Satanás não possuía o domínio sobre os homens, sendo Satanás filho do pecado e pai da mentira. Satanás é filho do pecado, diferente dos homens que são servos do pecado, portanto, possuem esperança no Filho de Deus ( Jo 8: 34 -35). A bíblia não apresenta Satanás como senhor dos homens, antes quem exerce domínio é o pecado.
O preço que o Pr. Tomas descreve como sendo estabelecido por Satanás: - ‘Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue’!, é juntamente engodo e blasfêmia, pois atribui a Satanás a exigência de Deus para estabelecer a justiça. O que Jesus sofreu no calvário não foi um desejo de Satanás, antes foi o Senhor Deus que determinou a morte de Cristo conforme o seu conselho ( At 2:23 ).
Foi Deus que deu o Seu Filho como Servo e Cordeiro ( Jo 3:16 ). Foi Deus que deixou registrado no rolo do livro que o Cristo deveria realizar a vontade do Pai e, é através desta vontade, a oferta do corpo de Cristo, que os que creem são sanificados “Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito. Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração” ( Sl 40:7 -8; Hb 10:10 ).
Antes de ir ao calvário Jesus perguntou ao Pai se era possível passar d’Ele o cálice e, em seguida, Jesus foi crucificado cumprindo a vontade do Pai, pois colocou a sua alma por expiação do pecado "Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão" ( Is 53:10 ).
Enquanto Adão desobedeceu e vendeu todos os homens ao pecado como escravos, Jesus foi obediente ao Pai em tudo, morrendo morte de cruz. Foi do agrado do Pai enfermá-lo, portanto, as agruras da cruz não foi um desejo ou uma exigência de Satanás “Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez” ( Hb 10:10 ).
O que Jesus realizou na cruz foi em obediência ao Pai, e não porque cedeu às exigências do inimigo das nossas almas. Na tentação do deserto Jesus não se sujeito a nenhuma das exigências de Satanás, antes Ele se rendeu as exigências do Pai!
Ora, com que base o Pr. Tomas transformou a fala da criança que mantinha os três passarinhos presos na fala de Satanás? Com que autoridade ele transforma a negociação que fez com aquela criança em particular em uma negociação entre Jesus e Satanás?
É para evitar tais erros que devemos seguir o exemplo do apóstolo Pedro, que disse: "Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade" ( 2Pe 1:16 ). 
O apóstolo Pedro não compôs nenhuma fábula, nenhuma estória, para tornar compreensível o poder e a vinda de Cristo. Tudo o que foi apregoado aos cristãos, ou fora presenciado pelo apóstolo ( 1Pe 1:18 ; 1Jo 1:3 ), ou tinha por base as Escrituras produzidas pelos profetas “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações” ( 1Pe 1:19 ). 
A igreja de Cristo deve ter por firme a palavra dos profetas e dos apóstolos, pois a palavra deles é como ‘luz que alumia em lugar escuro’, e tão somente por meio das palavras deles quando anunciadas pela igreja é que o conhecimento de Cristo, a glória de Deus, resplandece nos corações dos homens "Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo" ( 2Co 4:6 ).               
Hoje há inúmeras fábulas ditas cristãs que ganharam até versões cinematográficas, porém, se analisadas à luz das Escrituras, encontraremos diversas heresias de perdição. 
É crescente o número de estórias sob o rótulo de cristãs, como ‘As crônicas de Nárnia’, ‘A Cabana’, ‘O Senhor dos anéis’, etc.
Fábulas como ‘Os três passarinhos’, ‘A águia e a galinha’, ‘O escorpião e o peixinho’, não devem ser utilizadas em pregações, pois não refletem a verdade do evangelho.
O apóstolo Paulo deixa claro que em Cristo está escondido todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento, portanto, basta expor aos homens o Cristo crucificado para que os homens vejam e creiam no amor que Deus tem por eles “Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo. Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” ( Cl 2:2 -3);"Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado" ( 1Co 2:2 ).
O evangelho de Cristo basta, pois o evangelho é o poder de Deus e a sabedoria de Deus! O apóstolo Paulo ao instruir os pastores Tito e Timóteo alertou-os quanto às fábulas e as genealogias judaicas ( 1Tm 1:4 -7). O obreiro deve manejar bem a palavra da verdade, ou seja, os profetas, a lei, os salmos, os provérbios. Se manejar bem tais livros das Santas Escrituras, é um obreiro que não tem do que se envergonhar e não necessita de fábulas e filosofias humanas "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" ( 2Tm 2:15 ).
Os cristãos não deviam aderir às práticas judaicas, que criavam alegorias para explicar o que não entendiam, pois, os cristãos já tinham a realidade: Cristo! Portanto, assim como receberam a Cristo, deviam prosseguir n’Ele, ou seja, sem dar ouvidos a fábulas, vãs sutilezas, filosofias de homens “Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças. Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” ( Cl 2:6 -8).
Os judeus criavam alegorias, parábolas e fábulas para interpretar as alegorias, ou seja, as figuras que a lei apresentava, porém, perdiam-se em sua carnal compreensão, pois a lei era sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas. Ora, se estamos de posse da imagem exata das coisas hoje, já não precisamos de alegorias e nem de fábulas, antes basta expormos a Cristo e este crucificado "PORQUE tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam" ( Hb 10:1 ). 
Quem entra pelo caminho das fábulas produzirá questões loucas e sem instrução (conhecimento) alguma “E rejeita as questões loucas, e sem instrução, sabendo que produzem contendas” ( 2Tm 2:23 ), mas aquele que permanece nas palavras dos apóstolos e dos profetas torna-se sábio. Não precisa de fábulas, pois é perfeitamente instruído para a boa obra, perfeito, pois sabe redarguir, corrigir e instruir segundo as Escrituras “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” ( 2Tm 3:14 -17).

O aviso
O apóstolo Pedro alerta os cristãos dizendo que não anunciara o evangelho através de ‘fábulas artificialmente compostas’, apontando a sua inutilidade para o propósito de propagar a mensagem de Cristo. Ou seja, com esta colocação, o apóstolo Pedro enfatiza que o que foi anunciado aos cristãos possuía veracidade comprovada com o crivo das Escrituras e de testemunhos oculares, pois todos puderam presenciar a majestade de Cristo “... mas nós vimos a sua majestade” ( 2Pe 1:16). 
Ele trás à lembrança o evento em que uma voz foi ouvida dos céus: “Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo” ( 2Pe 1:17 ).
Além de anunciar o que viu e ouviu de Cristo, como fez os outros apóstolos, o apóstolo Pedro tinha por firme a palavra dos profetas, da mesma forma os cristãos devem imitá-los, de modo que Pedro instrui a rejeitar as fábulas e se voltar para as palavras dos profetas ‘... á qual bem fazeis em estar atentos’ “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações” ( 2Pe 1:18 ).
O protesto do apóstolo Pedro não é contra o gênero literário que surgiu no Oriente, e que foi desenvolvido por Esopo, autor que viveu no século VI a.C., na Grécia antiga, a quem foi atribuído um conjunto de pequenas histórias, de caráter moral e alegórico, cujos papéis principais eram desenvolvidos por animais.
Ao observar a abordagem do apóstolo Pedro, vê-se que a crítica dele é contra aqueles que quererem apresentar Cristo ao mundo utilizando-se de mitos, contos falsos, como se fosse comparável à verdade das Escrituras, e deixam de lado o testemunho firme dos profetas.
O termo grego utilizado pelo apóstolo Pedro é muthos (μῦθος – mýthos), uma estória fabricada (fábula) que subverte (substitui) o que é realmente verdade, por isso mesmo é dito: fábulas artificialmente construídas.
A estória dos três passarinhos não passa de um mýthos, pois além de ter sido engendrada a partir da concepção do Pr. Tomas, ela subverte a verdade contida nas Escrituras.
O mýthos geralmente é construído a partir de sombras, e tem o escopo de estabelecer domínio sobre aqueles que por ele são enlaçados. Tem por base a ideia de humildade, mas deriva de uma carnal compreensão, pois não retrata o que os profetas e apóstolos disseram de Cristo. As fábulas geralmente são engendradas carregadas de ordenanças e preceitos morais segundo os princípios do mundo, e passam a impressão de sabedoria, devoção, humildade, severidade para com o corpo, mas não tem valor algum diante de Deus “Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, E não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus. Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne” ( C l 2:17 -23).