domingo, 27 de fevereiro de 2011



“E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras... Certamente, venho sem demora” (Ap 22.12,20).

O encontro nos ares
Essas palavras, as últimas de Cristo que foram registradas por escrito, confirmam Sua promessa anterior: “...voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou, estejais vós também” (Jo 14.3). Paulo faz referência ao cumprimento dessa promessa: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, ...e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; ...depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1 Ts 4.16-17).

Como resposta a essas promessas de Cristo, “o Espírito e a noiva dizem: Vem!” (Ap 22.17); ao que João adiciona, jubilante: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.20b). Quem é essa Noiva? Após declarar que esposo e esposa são “uma só carne”, Paulo explica: “Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja” (Ef 5.32).

A qualquer momento
As palavras de Cristo, do mesmo modo como as de João, do Espírito e da Noiva, não fariam sentido se essa vinda para levar os crentes para Si mesmo tivesse que esperar a revelação do Anticristo (perspectiva pré-ira) ou a consumação da Grande Tribulação (perspectiva pós-tribulacionista). Uma vinda de Cristo “pós-qualquer coisa” para Sua Noiva simplesmente não se encaixa nessas palavras das Escrituras. Afirmar que a Grande Tribulação deve ocorrer primeiro, para que o Espírito e a Noiva digam: “Vem, Senhor Jesus”, é como exigir o pagamento de uma dívida que vai vencer somente em sete anos!

Um Arrebatamento “pós-qualquer coisa” vai contra várias passagens das Escrituras que demandam claramente a vinda de Cristo a qualquer momento (iminente). O próprio Jesus disse: “Cingido esteja o vosso corpo, e acesas as vossas candeias, sede vós semelhantes a homens que esperam o seu senhor” (Lc 12.35,36a). Esse mandamento seria ridículo se Cristo pudesse vir para o Arrebatamento apenas após os sete anos da Tribulação.

A vinda que a Noiva de Cristo tanto deseja levará à ressurreição dos mortos e à transformação dos corpos dos vivos. Isso fica bem claro não somente em 1 Tessalonicenses 4, mas também através de outras passagens: “...de onde (os céus) aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória” (Fp 3.20-21). Muitas outras passagens também incentivam os crentes a vigiar e esperar com intensa expectativa. Essas exortações somente fazem sentido se a possibilidade de Cristo levar Sua Noiva para o céu puder ocorrer a qualquer momento: “...aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 1.7); “...deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro, e para aguardardes dos céus o Seu Filho...” (1 Ts 1.9-10); “...aguardando a bendita esperança e a manifestação do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2.13); “...aparecerá segunda vez ...aos que o aguardam para a salvação” (Hb 9.28); “Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor” (Tg 5.7).

Diferentes opiniões sobre o Arrebatamento não afetam a salvação, mas deveríamos procurar entender o que a Bíblia diz. A Igreja primitiva estava claramente esperando o Senhor a qualquer momento. Estar vigiando e esperando por Cristo, se o Anticristo deve aparecer primeiro, é como esperar o Pentecoste antes da Páscoa. No entanto, Cristo exortou: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt 25.13); “...para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai” (Mc 13.36-37).

A surpresa da Sua vinda
A seguinte afirmação de Jesus também não se encaixa numa vinda pós-tribulacionista: “Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt 24.44). É absurdo imaginar que qualquer pessoa sobrevivente da Grande Tribulação, que tenha visto os eventos profetizados (as pragas e julgamentos derramados na terra; a imagem do Anticristo no Templo; a marca da besta imposta a todos que quiserem comprar e vender; as duas testemunhas testificando em Jerusalém, sendo mortas, ressuscitadas e levadas ao céu; Jerusalém cercada pelos exércitos do mundo, etc.), tendo contado os 1260 dias (3 anos e meio) de duração da segunda metade da Grande Tribulação (preditos em Apocalipse 11.2-3;12.14), poderia imaginar naquela hora que Cristo não estaria a ponto de retornar! Após todos esses acontecimentos, isso será por demais evidente. Portanto, simplesmente não há como reconciliar uma vinda de Cristo pós-tribulacionista com Seu aviso de que virá quando não estiver sendo esperado.

Distinção entre Arrebatamento e Segunda Vinda
Somente essa afirmação já distingue o Arrebatamento (a retirada da Igreja da terra para o céu) da Segunda Vinda (para resgatar Israel durante o Armagedom); pois este último acontecimento não vai surpreender quase ninguém. Contrastando com Seu aviso de que mesmo muitos na Igreja não O estarão esperando, as Escrituras anunciam outra vinda de Cristo quando todos os sinais já tiverem sido cumpridos e todos souberem que Ele está voltando. A um Israel descrente, Cristo declarou: “Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (Mt 24.33). Até o Anticristo saberá: “E vi a besta e os reis da terra, com os seus exércitos, congregados para pelejarem contra aquele que estava montado no cavalo e contra o Seu exército” (Ap 19.19).




“Cingido esteja o vosso corpo, e acesas as vossas candeias, sede vós semelhantes a homens que esperam o seu senhor” (Lc 12.35,36a)



Ou Cristo está se contradizendo (impossível!), ou Ele está falando de dois eventos. Jesus disse que virá num tempo de paz e prosperidade quando até Sua Noiva não estará esperando por Ele: “Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Lc 12.40). Não somente as [virgens] néscias, mas até as sábias estarão dormindo: “E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram” (Mt 25.5).

No entanto, a Escritura diz que o Messias virá quando o mundo estiver quase destruído pela guerra, fome e os juízos de Deus, e quando Israel estiver quase derrotado. Então, Yahweh declara: “olharão para aquele a quem traspassaram” (Zc 12.10b), e todos os judeus vivos na terra reconhecerão seu Messias que retornará como “Deus forte, Pai da Eternidade” (Is 9.6): exatamente como os profetas previram, Ele veio como homem, morreu pelos seus pecados, e retornará, dessa vez para salvar Israel. Sobre esse momento culminante, Cristo declara: “Aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo” (Mt 24.13). Paulo adiciona: “...todo o Israel [ainda vivo] será salvo”... (Rm 11.26).

Dois eventos distintos
Não podemos escapar ao fato de que duas vindas de Cristo ainda se darão no futuro: uma que surpreenderá até mesmo Sua Noiva e outra que não será uma surpresa para quase ninguém. As duas não podem ser o mesmo evento. Mas onde o Novo Testamento diz que ainda há duas vindas a serem cumpridas? Todo cristão crê em duas vindas de Cristo: Ele veio uma vez à terra, morreu pelos nossos pecados, ressuscitou dentre os mortos, retornou ao céu e voltará. Contudo, em nenhum lugar o Antigo Testamento diz que haveria duas vindas distintas.

Esse fato causou confusão para os rabinos, para os discípulos de Cristo e até para João Batista, que era “cheio do Espírito Santo, já do ventre materno” (Lc 1.15, 41,44), João tinha testificado que Jesus era “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). No entanto, este último dos profetas do Velho Testamento, de quem não havia ninguém maior “nascido de mulher” (Lc 7.28), começou a duvidar: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?” (Mt 11.3).

Somente uma vinda do Messias era esperada. Ele iria resgatar Israel e estabelecer Seu Reino sobre o trono de Davi em Jerusalém. Por essa razão os rabinos, os soldados e a multidão zombaram dEle na cruz (Mt 27.40-44; Mc 15.18-20; 29-32; Lc 23.35-37). Apesar de todos os milagres que Jesus tinha feito, os discípulos, da mesma forma, tomaram Sua crucificação como a prova conclusiva de que Ele não poderia ter sido o Messias. Os dois na estrada de Emaús disseram: “...nós esperávamos que fosse Ele quem havia de redimir Israel” (Lc 24.19-21) – mas agora Ele estava morto.

Cristo os repreendeu por não crerem “tudo o que os profetas disseram!” (Lc 24.25). Este era o problema comum: deixar de considerar todas as profecias. Israel tinha uma compreensão unilateral da vinda do Messias (e continua assim atualmente), que lhe permitia ver apenas Seu reino triunfante e o deixava cego para Seu sacrifício pelo pecado. Até mesmo muitos cristãos estão tão obcecados com pensamentos de “conquista” e “domínio” que imaginam ser responsabilidade da Igreja dominar o mundo e estabelecer o Reino de Deus, para que o Rei possa retornar à terra para reinar. Eles se esquecem da promessa que Ele fez à Sua Noiva de levá-la ao céu, de onde ela voltará com Ele para ajudá-lO a governar o mundo.

O Arrebatamento ocorrerá antes da Tribulação
Como poderia Cristo executar julgamento sobre a terra, vindo do céu “entre suas santas miríades (multidões de santos)” (Jd 14), se primeiro não as tivesse levado para o céu? Aqui temos outra razão para um Arrebatamento anterior à Tribulação. Incrivelmente, Michael Horton, em seu livro “Putting Amazing Back into Grace”, imagina que 1 Tessalonicenses 4.14 (“assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem”) refere-se à Segunda Vinda de Cristo “com os santos”. Ao contrário, na ocasião do Arrebatamento Jesus trará a alma e o espírito dos cristãos fisicamente mortos para serem reunidos com seus corpos na ressurreição, levando-os para o céu juntamente com os vivos transformados. Na Segunda Vinda Ele trará consigo de volta à terra os santos vivos, que já foram ressuscitados e previamente levados ao céu no Arrebatamento.

Antes da volta de Cristo com os Seus santos haverá a celebração das Bodas do Cordeiro com Sua Noiva (Ap 19.7). Tendo passado pelo Tribunal de Cristo (1 Co 3.12-15); (2 Co 5.10 ), os santos estarão vestidos de linho fino, branco e puro (Ap 19.8). Certamente eles devem ser também o exército vestido de linho fino, branco e puro (Ap 19.14) que virá com Cristo para destruir o Anticristo. Quando eles foram levados ao céu? É claro que isso não ocorrerá durante a própria Segunda Vinda, pois não haveria tempo suficiente nem para o Tribunal de Cristo, nem para as Bodas do Cordeiro. O Arrebatamento deve ter ocorrido anteriormente.

Aqueles que estão com seus pés plantados na terra, esperando encontrar um “Cristo”, esquecem que o verdadeiro Cristo virá nos buscar para nos encontrarmos com Ele nos ares e nos levará para a casa de Seu Pai. Eles se esquecem também que o Anticristo estabelecerá um reino terreno antes que o verdadeiro Rei volte para reinar. Infelizmente, os que se empenham em estabelecer um reino nesta terra estão preparando o mundo para o reino fraudulento do “homem do pecado”.

A Escritura registra duas vindas
Como alguém nos tempos do Velho Testamento poderia saber que haveria duas vindas do Messias? Somente por implicação. Ou os profetas se contradisseram quando profetizaram que o Messias seria rejeitado e crucificado e que Ele também seria proclamado Rei sobre o trono de Davi para sempre, ou eles falavam de duas vindas de Cristo.

Não há forma de colocar dentro de um só evento o que os profetas disseram. Simplesmente tem de haver duas vindas do Messias: primeiro como o Cordeiro de Deus, para morrer pelos nossos pecados, e depois como o Leão da Tribo de Judá (Os 5.14-15; Ap 5.5), em poder e glória para resgatar Israel no meio da batalha do Armagedom.

A mesma coisa acontece no Novo Testamento. Note as muitas contradições, a menos que estes sejam dois eventos:

1) Ele vem para Seus santos e numa hora que ninguém espera; mas vem com Seus santos quando todos souberem que Ele está vindo.

2) Ele não vem à terra mas arrebata os santos para se encontrarem com Ele nos ares (1 Ts 4.17); por outro lado, Ele vem à terra: “naquele dia, estarão Seus pés sobre o monte das Oliveiras” (Zc.14.4), e os santos vem à terra com Ele.

3) Ele leva os santos para o céu, para as muitas mansões na casa de Seu Pai, para estarem com Ele (Jo.14.3); mas traz os santos do céu (Zc 14.5, Jd 14).

4) Ele vem para Sua Noiva num tempo de paz e prosperidade, bons negócios e prazeres (Lc 17.26-30); mas volta para salvar Seu povo Israel quando o mundo já terá sido praticamente destruído, em meio ao pior conflito já visto na terra, a batalha do Armagedom.

Rebatendo as críticas ao Arrebatamento
Cristo declarou: “Assim como foi nos dias de Noé ...comiam, bebiam, casavam-se... O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre... Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.26-30). Essas condições mundiais por ocasião do Arrebatamento só podem se referir ao período anterior à Tribulação; certamente não ao final dela!

Arrebatamento? Há críticos afirmando que a palavra “Arrebatamento” nem está na Bíblia! Isso não é verdade, pois a versão latina da Bíblia (Vulgata), feita por Jerônimo no quinto século, traduziu o grego harpazo (arrancar subitamente) pela palavra raptus (raptar), da qual deriva “Arrebatamento”. Foi o que Cristo nos prometeu em João 14: levar-nos para o céu.



“Certamente, venho sem demora”
(Ap 22.20).



Outros críticos papagueiam o mito propagado por Dave MacPherson, de que o ensino do Arrebatamento antes da Tribulação apareceu apenas no início do século XIX através de Darby, que o teria aprendido de Margaret MacDonald. Ela o teria recebido de Edward Irving, e este, por sua vez, o teria encontrado nos escritos do jesuíta Emmanuel Lacunza. Isso simplesmente não é verdade. Muitos escritores anteriores expressaram a mesma convicção. Um deles foi Ephraem de Nisibis (306-373 d.C.), bem conhecido na história da igreja da Síria. Ele afirmou: “Todos os santos e eleitos de Deus serão reunidos antes da tribulação, que está por vir, e serão levados para o Senhor...” Seu sermão com essa afirmação teve ampla circulação popular em diferentes idiomas.

Sim, há uma vinda do Senhor após a Tribulação: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias... verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt 24.29-30). A referência aos anjos “reunindo Seus escolhidos dos quatro ventos” (vv. 29-31) certamente não significa Cristo arrebatando Sua Igreja para levá-la ao céu, pois trata-se do ajuntamento do Israel disperso, de volta à sua terra quando da Segunda Vinda.

Cristo associou o mal com o pensamento de que Sua vinda se atrasaria: “Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu Senhor demora-se” (Mt 24.48; Lc 12.45). Novamente, essa afirmação não tem sentido se o Arrebatamento vem após a Tribulação.

Não existe motivo maior para uma vida santa e um evangelismo diligente do que saber que o Senhor poderia nos levar ao céu a qualquer momento. Que a Noiva acorde do seu sono, apaixone-se novamente pelo Noivo, e de coração diga continuamente por meio da sua vida diária: “Vem, Senhor Jesus!” (Dave Hunt - TBC - http://www.chamada.com.br)

Tempos finais: a hora de Deus ou coisa de malucos?


[Acontecimentos impressionantes resultam num] caos de "profecias" e previsões sobre a aproximação do tempo do fim. Cristãos também participam dessas especulações, apesar da Bíblia proibi-las: "Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá" (Mt 24.44). Ele virá "como ladrão"; é o que está escrito no último livro das Sagradas Escrituras (Ap 3.3). Mas o bom-senso e a razão nos aconselham a pensar no perigo de "um apocalipse encenado por mãos humanas contra a vontade de Deus".

Esse perigo é hoje maior do que no tempo da Guerra Fria, onde o instinto de sobrevivência dos poderosos deste mundo ajudou a evitar um confronto nuclear. Mas esse instinto de autopreservação normalmente não existe para os terroristas religiosamente motivados. Por isso, especialistas em Genebra, Nova Iorque e Haia, em escritórios da ONU e sedes de outras organizações internacionais, acham muito provável que esses fanáticos tentarão tornar realidade o tempo do fim por "se sentirem chamados por Deus".

Longe de ser fantasia

Provavelmente não exista outra preocupação maior do governo dos Estados Unidos e de outros países do que o temor de terroristas virem a apoderar-se de armas químicas ou biológicas de destruição em massa para usá-las contra a população civil, para castigar "a sociedade corrompida" ou para pressionar as autoridades forçando algum tipo de concessão.

"Essa probabilidade cresce a cada dia...", disse um embaixador credenciado na "Organização Para a Proibição de Armas Químicas" (OPCW) em Haia. "Nos tempos da Guerra Fria questionávamos se essas armas seriam utilizadas algum dia. Hoje só nos perguntamos quando isto acontecerá."

Em linguagem clara, isso poderia acontecer da seguinte maneira: em um dia calmo de verão, sem vento, alguém poderia espalhar uma grande quantidade de gás paralisante no horário de maior movimento, em meio a um engarrafamento em Nova Iorque ou em Frankfurt, levando dezenas de milhares de pessoas à morte. Ou, pior ainda: durante a noite um terrorista sobrevoa Washington e despeja cem quilos de "Anthrax" sobre a cidade; seus bacilos multiplicam-se rapidamente nos corpos de pessoas e animais e provocam hemorragias internas mortais em um milhão de pessoas.

Esse cenário não é uma fantasia. Ele é resultado de um estudo do governo dos Estados Unidos. No início de 1999 a revista "Foreign Affairs", o periódico sobre política externa mais conceituado do mundo, trouxe informações a respeito desse assunto. O professor Richard K. Betts, diretor do Instituto para Pesquisa de Guerra e Paz da Universidade de Colúmbia em Nova Iorque, salientou que um acontecimento desses mudaria radicalmente a sociedade livre: "Imaginemos que uma seita islâmica secreta matasse 100.000 pessoas com uma bomba biológica e ameaçasse repetir o ato até o governo atender suas exigências. Uma reação de pânico do nosso sistema judiciário seria bem plausível em um caso desses. Todos os americanos de origem árabe poderiam ser presos em campos de concentração, como aconteceu depois do início da Segunda Guerra Mundial com os cidadãos americanos de origem japonesa." (Abendland)

Na verdade ninguém, a não ser Deus, sabe quando acontecerá a volta de Jesus. O Senhor enfatizou em Atos 1.7: "Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou para sua exclusiva autoridade."

Precisamos distinguir claramente entre fatos, suposições e especulações. É fato que Jesus voltará. A suposição é que Ele virá muito em breve. Mas seria especulação tentar marcar a data da Sua volta.

Em nosso século e em outras épocas muitos já tentaram calcular a data da volta de Jesus. Foram estabelecidas datas bem exatas nas quais deveria acontecer o arrebatamento, mas sem exceção todas as previsões falharam.

Mas apesar de todos estes cálculos errados do passado, muitos cristãos sinceros e estudiosos da Bíblia – sem pretenderem marcar uma determinada data – estão de pleno acordo que nuvens de tempestades se ajuntam no horizonte da história da humanidade. Vivemos hoje em uma sociedade que não pode ser comparada a nenhuma outra anterior à nossa. Em nosso mundo acontecem coisas que apontam de maneira extremamente clara para a iminente volta de Jesus. Ninguém sabe dizer se isto acontecerá hoje, amanhã ou somente daqui a alguns anos. Mas todos os sinais apontam para o último grande alvo da história da humanidade.

O povo judeu está novamente em sua própria terra, onde irá receber primeiramente o anticristo, sendo depois levado ao encontro do Senhor que está voltando. Assim, profecias milenares aguardam seu cumprimento final (Jr 24.6-7). A situação no Oriente Médio se agrava de maneira dramática. Mas o clamor por paz e segurança não se limita apenas ao Oriente Médio, abrangendo o mundo todo (1 Ts 5.3). Vivemos numa época em que é possível destruir o mundo inteiro em apenas uma hora. O cenário apocalíptico em todas as áreas se delineia de maneira cada vez mais evidente e torna-se cada vez mais provável. Está sendo construído um sistema econômico global, uma verdadeira teia, da qual ninguém mais pode escapar, e é possível que esse sistema desabe de uma hora para outra. Atualmente uma crise em qualquer lugar do globo já abala o mundo inteiro (comp. Ap 18.10ss). As catástrofes naturais alcançaram dimensões e freqüências assustadoras, são cada vez mais dramáticas e se sucedem a intervalos sempre menores (Lc 21.25ss). O afastamento de Deus e o distanciamento das verdades bíblicas é tão evidente e cada vez mais atrevido que fica difícil achar uma situação que se compare a ela. Alguém observou: "As pessoas de hoje sabem tão pouco das verdades bíblicas que vivem suas vidas como se Deus não existisse" (comp. 2 Ts 2.3; 2 Tm 3.1ss). Na área do ocultismo, o diabo está solto: nos meios de comunicação, no cinema e na televisão as pessoas são literalmente afundadas no esoterismo e soterradas por filmes de ficção científica. Alexander Soljenitzyn observou: "Os poderes do mal iniciaram sua ofensiva decisiva" (comp. 2 Ts 2.9; 1 Tm 4.1). Ultimamente também o mundo secular (desligado de Deus) tem chegado sempre mais à convicção de que nos aproximamos do fim do mundo. Parece que os sinais dos tempos prenunciam a chegada da noite, e o nosso mundo vê mais "o túnel no fim da luz" do que o inverso. Mas os filhos de Deus não têm motivos para ficar resignados. Ao contrário. Para eles, pela fé, aparece a luz no fim do túnel: Jesus voltará. Lemos em 2 Tessalonicenses 1.10: "quando vier para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram, naquele dia (porquanto foi crido entre vós o nosso testemunho)." Até que chegue esse momento, devemos remir o tempo e cumprir nossa tarefa para que mais pessoas sejam ganhas para o Senhor Jesus e para que Sua Igreja seja preparada para quando Ele voltar. Acima de tudo, temos a Palavra Profética, para a qual devemos atentar como uma luz que brilha em lugar tenebroso (2 Pe 1.19).

PARA REFLETIR

SE O MEU POVO, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. II Cr 7:14

Para meditar

Olha desde a tua santa habitação, desde o céu, e abençoa o teu povo, a Israel, e a terra que nos deste, como juraste a nossos pais, terra que mana leite e mel.
Deuteronômio 26:15

Auxiliou a Israel seu servo, Recordando-se da sua misericórdia;
Lucas 1:54

A direção de Deus em cada dia de nossa vida

Isaías 58:11
E o SENHOR te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial,cujas águas nunca faltam.

Segundo o profeta Isaias, é objetivo de Deus sempre conduzir o seu povo , isso demonstra que independente da situação Deus pretende nos conduzir através dela, sejam os dias bons ou maus, seja o caminho fácil ou de díficil acesso, podemos sempre contar com o Senhor que nos guia continuamente, como a bússola indubitavelmente conduz ao Norte, Deus nos conduz a um porto seguro.

O profeta nos dá o consolo de que mesmo em momentos dificeis, Deus está conosco e nos provê sustento, nos fortalece. O cristão é semelhante a um jardim regado, um jardim cheio de vida e beleza. É comparado, também, a um manancial cujas as águas nunca faltam. Esse manancial possui águas perenes porque recebe água direto da fonte da Vida, fonte que jorra para vida eterna, conforme:

João 4:14
Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.

Que possamos experimentar a direção de Deus em cada dia de nossa vida.

Amém.



Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro. Ap 22-7

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Arquivo de Devocionais

Meditação: Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. (Filipenses 4:6)

Pensamento: Para não se preocupar com nada, ore a respeito de tudo.

Leitura: Números 13:26-33.

Mensagem:

O Quê? Eu Preocupado?

Sempre que um pastor começa a falar sobre preocupação, sinto um par de olhos me encarando. Sem virar a cabeça, eu sei que meu esposo está olhando para mim para ver se estou prestando atenção.

Detesto admitir, mas sou uma pessoa que se preocupa. E, exatamente porque há muitas pessoas como eu, Jesus falou sobre esse problema em Mateus 6:25-34, quando disse: “Portanto eu lhes digo: Não se preocupem”. Não se preocupem com as necessidades básicas da vida: comida, roupa, abrigo – e não se preocupem com o amanhã.

A preocupação pode ser um sintoma de um problema maior. Algumas vezes é a falta de gratidão pela maneira como Deus cuidou de nós no passado. Ou talvez é a falta de fé, de que Deus verdadeiramente é digno de confiança. Ou pode ser a recusa em depender de Deus em vez de depender de nós mesmos.

Algumas pessoas ampliam o círculo da preocupação para suas famílias, amigos e igrejas. São muito semelhantes aos dez espias, de Números 13:26-33, que espalharam seu temor e dúvidas a todos os outros. Mas aqueles que confiam apenas em Deus podem colocar-se ao lado de Josué e Calebe, os únicos do grupo de 12 aos quais Deus permitiu entrar na Terra Prometida.

Não deixe que as preocupações o impeçam de chegar ao que Deus talvez esteja tentando lhe ensinar. Ele convida você a trazer os pensamentos de ansiedade diretamente a ele (Filipenses 4:6).

FONTE:

Cindy Hess Kasper

Nosso Andar Diário

Ministério RBC

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O Quê? Eu Preocupado?



Meditação: Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. (Filipenses 4:6)

Pensamento: Para não se preocupar com nada, ore a respeito de tudo.

Leitura: Números 13:26-33.

Mensagem:

O Quê? Eu Preocupado?

Sempre que um pastor começa a falar sobre preocupação, sinto um par de olhos me encarando. Sem virar a cabeça, eu sei que meu esposo está olhando para mim para ver se estou prestando atenção.

Detesto admitir, mas sou uma pessoa que se preocupa. E, exatamente porque há muitas pessoas como eu, Jesus falou sobre esse problema em Mateus 6:25-34, quando disse: “Portanto eu lhes digo: Não se preocupem”. Não se preocupem com as necessidades básicas da vida: comida, roupa, abrigo – e não se preocupem com o amanhã.

A preocupação pode ser um sintoma de um problema maior. Algumas vezes é a falta de gratidão pela maneira como Deus cuidou de nós no passado. Ou talvez é a falta de fé, de que Deus verdadeiramente é digno de confiança. Ou pode ser a recusa em depender de Deus em vez de depender de nós mesmos.

Algumas pessoas ampliam o círculo da preocupação para suas famílias, amigos e igrejas. São muito semelhantes aos dez espias, de Números 13:26-33, que espalharam seu temor e dúvidas a todos os outros. Mas aqueles que confiam apenas em Deus podem colocar-se ao lado de Josué e Calebe, os únicos do grupo de 12 aos quais Deus permitiu entrar na Terra Prometida.

Não deixe que as preocupações o impeçam de chegar ao que Deus talvez esteja tentando lhe ensinar. Ele convida você a trazer os pensamentos de ansiedade diretamente a ele (Filipenses 4:6).

FONTE:

Cindy Hess Kasper

Nosso Andar Diário

Ministério RBC

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Fazer de Conta



Meditação: Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino… Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino. (1 Coríntios 13:11)

Pensamento: Algumas pessoas têm o céu na língua, mas o mundo no coração.

Leitura: João 17:6-19.

Mensagem:

Fazer de Conta

O nosso neto de quatro anos gosta de fazer jogos de “faz de conta” com a avó. Ele vem à nossa casa uma vez por semana, e Ma-Ma (é assim que ele a chama) o leva ao supermercado, aos jardins botânicos para alimentar peixes e tartarugas, e a dar uma volta de metrô – tudo sem sair da nossa casa! Ele tem tanto ciúme deste jogo de faz de conta entre ele e Ma-Ma que, quando um dia pegamos um metrô de verdade, perguntou: “Por que há outras pessoas no nosso metrô?”

Fazer de conta é normal, para uma criança. Mas alguns carregam este hábito até quando são adultos, quando estão na igreja. O que eles fazem na igreja não tem nada a ver com o que fazem o resto da semana. No domingo, louvam a Deus de todo o coração, mas na segunda-feira se tornam pessoas diferentes. O que expressam na adoração não é visto no seu comportamento.

Nosso Senhor Jesus Cristo sabe que podemos cair nesta armadilha com facilidade. Por isso, na sua oração ao Pai celestial, ele disse: “Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno” (João 17:15).

Deus nos colocou aqui para fazermos uma diferença no nosso mundo. Ao proteger-nos de cairmos nos enganos do mal, ele quer que vivamos segundo os padrões coerentes em cada um dos aspectos das nossas vidas – não somente aos domingos.

FONTE:

CPH

Nosso Andar Diário

Ministério RBC

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Nós Cremos



Meditação: Bendito seja o Deus… ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. (1 Pedro 1:3)

Pensamento: A ressurreição de Cristo é o botão da promessa – a nossa ressurreição será a flor de seu cumprimento!

Leitura: Romanos 8:11-18.

Mensagem:

Em 2005, o furacão Katrina deixou Nova Orleans submersa. Mas, 17 meses mais tarde, um evento inusitado deu à cidade nova esperança de vida. Um time de futebol americano da cidade, constantemente infeliz nos jogos, chegou às finais do campeonato. Toda a região se animou. Cartazes diziam: “Nós cremos”, refletindo um novo alento.

Ao comentar sobre o fenômeno, um produtor famoso disse: “Quando terminar o campeonato, os quilômetros de devastação ainda continuarão devastados”. Mas, acrescentou: “Se isto pode acontecer a Nova Orleans, este milagre, então pode acontecer qualquer coisa para Nova Orleans”.

O time local não foi campeão, mas a idéia permaneceu atraindo. Uma “impossibilidade” havia capturado os corações das pessoas, de tal maneira que elas começaram a pensar que qualquer coisa seria possível.

De uma maneira infinitamente mais importante, isto é o que temos, na ressurreição física de Jesus. Cristo derrotou a morte no campo da própria mortalidade, declarando o poder de Deus para dar-nos nova vida e esperança. Paulo escreveu “aquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vocês, aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, por meio do seu Espírito, que habita em vocês” (Romanos 8:11).

Nenhum outro evento na história da humanidade tem maior significado. Nenhum outro evento está tão repleto de esperança imediata e vitória final para os santos em Cristo Jesus.

FONTE:

M. R. D.

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Ameaças e Advertências


Meditação: Obedeçam aos seus decretos e mandamentos… para que tudo vá bem com vocês e com seus descendentes. (Deuteronômio 4:40)

Pensamento: Avisos são uma expressão de amor; ameaças são uma expressão de controle.

Leitura: Deuteronômio 4:32-40.

Mensagem:

Ameaças e Advertências

“Deus nunca faz ameaças; e o diabo nunca avisa”, declarou Oswald Chambers. Às vezes usamos as palavras ameaça e aviso como se fossem sinônimos, mas Chambers viu aqui um princípio que sugere uma distinção entre elas. Usamos ameaças quando queremos que alguém faça aquilo que é do nosso próprio interesse. Já os avisos são dados para que as pessoas façam o que é do seu próprio interesse. Em outras palavras, ameaças procuram preservar o poder, enquanto que os avisos servem para proteger as pessoas do perigo.

Satanás quer que pensemos que os avisos amorosos de Deus são ameaças malévolas. Mas ele está errado. Conforme Chambers diz: “Um aviso é uma declaração notável da parte de Deus, inspirada por seu amor e paciência”. A evidência disso encontramos nos muitos mandamentos que estão acompanhados de frases como “para que tudo vá bem com vocês” (Deuteronômio 4:40; 12:28).

Em relacionamentos amorosos, as pessoas avisam, umas às outras, das conseqüências inevitáveis de comportamentos insensatos. Em relacionamentos prejudiciais as pessoas ameaçam umas às outras com castigos, se não viverem conforme exigências pouco racionais.

Ao interagirmos com outras pessoas, é bom considerar a natureza dos nossos conselhos e ordens. Usamos de ultimatos para preservar o nosso próprio bem-estar? Ou avisamos de forma amorosa os outros, a fim de guardá-los do mal?

FONTE:

Julie Ackerman Link

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Entre Eternidades


Meditação: Todos estes viveram pela fé, e morreram sem perceber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram. (Hebreus 11:13)

Pensamento: Para o tempo e a eternidade, Jesus é tudo que precisamos.

Leitura: Hebreus 11:8-16.

Mensagem:

Entre Eternidades

Num filme de caubóis, o mocinho precisa dizer algumas palavras de conforto no funeral de um amigo. Sentindo-se inconfortável com a situação, ele fala baixinho: “Todos nós somos viajantes neste mundo. Da erva verde até a palha seca, do nascimento até a morte, nós viajamos entre as eternidades”.

De certa forma, ele estava certo. Somos viajantes – peregrinos – num mundo que não oferece uma paz e um descanso duradouros. E embora só exista uma eternidade, nós viajamos entre a eternidade que passou e a eternidade futura, esperando pelas promessas de um lar e de uma esperança que durarão para sempre – promessas que ainda vão se cumprir.

Nesses tempos de lutas e desespero, quando nossa peregrinação pela vida é difícil, é de grande auxílio lembrarmos que, embora sejamos peregrinos que viajam entre eternidades, temos um Salvador que é Senhor e Mestre da eternidade. Ele nos ofereceu a promessa da vida eterna com ele e assegurou esta promessa com o seu próprio sacrifício. Foi desta promessa que falou o escritor de Hebreus 11:13.

Estamos presos aos momentos e horas e dias da nossa vida, mas olhamos em frente, pela fé em Cristo. Um dia vamos experimentar as promessas da eternidade, quando a fé será substituída pela visão, quando nos encontraremos com Cristo. Essa esperança é que nos ergue acima da vida, entre as eternidades, para uma alegria que é eterna.

FONTE:

William E. Crowder

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Armados e Extremamente Efetivos

Meditação: Pois a nossa luta não é contra seres humanos… mas contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. (Efésios 6:12)

Pensamento: Vitória espiritual vem somente para aqueles que estão preparados para a batalha.

Leitura: Efésios 6:10-18.

Mensagem:

Armados e Extremamente Efetivos

Em janeiro do ano passado, as armas dos policiais em Tijuana, México, foram confiscadas. Suspeitou-se que alguns deles estavam envolvidos numa conspiração com traficantes de drogas. A princípio, temendo pela sua segurança, a polícia parou de fazer patrulhamento. Mas, por fim, alguns deles voltaram ao trabalho – usando estilingues. Passaram mais três semanas antes de receberem de volta suas armas mais efetivas.

Embora todos nós nos lembremos de um jovem pastor que usou uma atiradeira (funda) e uma única pedra lisa, com grande sucesso, no seu encontro com o gigante Golias (1 Samuel 17), poucos de nós teríamos a coragem de enfrentar ameaças violentas armados apenas com uma proteção tão insignificante. Porém, todos os dias, embora estejamos freqüentemente mal-preparados, nós enfrentamos uma ameaça. Como crentes, lutamos contra um inimigo que não podemos ver. Nossa luta não é “contra seres humanos, mas… contra as forças espirituais do mal” (Efésios 6:12). Todavia, o resultado desta batalha é seguro: Jesus é o Vencedor. E, usando a armadura e as armas que Ele nos dá, somos capazes de “resistir” (v. 13). Nós lutamos como poder e a força de Deus.

Cada dia precisamos vestir toda a armadura de Deus – “a couraça da justiça, o escudo da fé e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (vv. 13-17). A chave para vencer as batalhas espirituais são o preparo e a proteção.



FONTE:

Cindy Hess Kasper

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Publicado em MENSAGENS QUE EDIFICAM

Dizendo Adeus
Posted on 16 16UTC fevereiro 16UTC 2008
by pedrasdacoroa| Deixar um comentário
Meditação: Entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista; todavia, o menor no Reino dos céus é o maior do que Ele. (Mateus 11:11)


Pensamento: Viver para o Senhor, hoje, deixará um legado duradouro quando partirmos.


Leitura: Mateus 11:7-19.


Mensagem:

Dizendo Adeus


Se alguma vez lhe pediram para dizer algumas palavras num funeral, você sabe quão difícil, porém importante, isto pode ser. Cyrus Copeland, compilador de dois livros de tributos a pessoas famosas, disse: “Um grande epitáfio é tanto arte quanto arquitetura, uma ponte entre os vivos e os mortos, memória e eternidade”.

A Bíblia contém poucos dos nossos elogios póstumos modernos. Entretanto, Jesus pagou um grande tributo a João Batista, quando enfrentou a iminente ameaça de execução por Herodes. Da prisão, João Batista enviou seus discípulos para confirmarem a identidade de Jesus, o Messias (Mateus 11:2-6). Jesus falou com eles e então se dirigiu à multidão que o ouvia: “Entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista; todavia, o menor no Reino dos céus é maior do que ele” (v. 11).

O tributo de Jesus captou a essência de João, o pregador efetivo que viveu no deserto, e que foi caluniado e mal-entendido ao preparar o caminho para o Filho de Deus. A grandeza de João Batista foi mais do que pessoal; estava envolta ao reino de Deus. Ele escreveu seu próprio tributo, por meio de seus atos.

Ao pensarmos no que vamos dizer a respeito de outros, quando falecerem, também é bom perguntar: “O que dirão as pessoas a meu respeito, quando chegar a hora do adeus?”


FONTE:

David C. McCasland

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Enxugar as Lágrimas

Meditação: Ele [Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou. (Apocalipse 21:4)

Pensamento: O Deus que lavou os nossos pecados também enxugará as nossas lágrimas.

Leitura: Apocalipse 21:1-7.

Mensagem:

Enxugar as Lágrimas


Eu acabara de pregar sobre os pesares da vida, quando um casal se aproximou de mim, em frente à Igreja. A mulher contou-me sobre o fardo que eles estavam carregando como família. O filho mais novo tinha sérios problemas físicos. A pressão do constante cuidado deste pequeno menino, junto com a dor de saber que não poderiam melhorar sua situação, às vezes parecia insuportável.

Enquanto o casal estava compartilhando isso, com lágrimas nos olhos, a sua filha pequena estava com eles, ouvindo e observando. Ao ver o sofrimento gravado pelo pranto no rosto da mãe, a menina procurou se erguer e enxugar-lhe gentilmente as lágrimas. Foi um gesto simples de amor e compaixão, e uma profunda demonstração de preocupação de alguém tão jovem.

Nossas lágrimas muitas vezes prejudicam nossa visão e não nos deixam ver as coisas claramente. Em tais momentos, pode ser de grande encorajamento ter um amigo que se preocupa tanto, a ponto de nos amar em nossa dor e caminhar conosco nas nossas lutas.

Mesmo que amigos possam nos ajudar, somente Cristo pode ir além das nossas lágrimas e tocar as profundas feridas dos nossos corações. O seu conforto pode nos carregar através das provações das nossas vidas, até o dia quando o próprio Deus enxugará cada lágrima dos nossos olhos (Apocalipse 21:4).



FONTE:

William E. Crowder

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Perder Para Ganhar

Meditação: Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente. (2 Coríntios 9:6)

Pensamento: Quando você agarra algo, você perde; quando você dá para Deus, você ganha.

Leitura: 2 Coríntios 9:6-15.

Mensagem:

Perder Para Ganhar

Na fazenda de meu pai haviam alguns campos onde ele semeava com a mão. Ele usava um tipo de lona que parecia uma bolsa de canguru, enchia com sementes e saía para semear. Ele lançava sementes por toda parte.

Quando um fazendeiro lança a semente em seu campo, parece que ele está jogando-a fora. Parece que se perde, mas não é isto o que acontece. No tempo certo ele tem o retorno – com muito mais acrescentado.

Quando nos entregamos a Cristo, pode parecer às pessoas como se estivéssemos jogando fora nossas vidas. Mas ele disse que é somente quando perdemos nossas vidas nele é que encontramos a verdadeira vida (Mateus 10:39).

Jesus nos ensina a medir nossas vidas pelas perdas ao invés dos ganhos, pelos sacrifícios ao invés da auto-preservação, pelo tempo gasto com os outros ao invés de tempo esbanjado com nós mesmos, pelo amor que derramamos ao invés do amor que recebemos.

É uma lei da vida: Deus abençoa aqueles que dão suas vidas e recursos (2 Coríntios 9:6). Doe a verdade que você conhece, e ele lhe dará mais para dar. Dê seu tempo, e você terá mais tempo para dar. Não estabeleça limites para o seu amor, e você terá mais amor pelos outros do que antes.

FONTE:

David H. Roper

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Entre Eternidades

Meditação:

Todos estes viveram pela fé, e morreram sem perceber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram. (Hebreus 11:13)

Pensamento: Para o tempo e a eternidade, Jesus é tudo que precisamos.

Leitura: Hebreus 11:8-16.

Mensagem:

Entre Eternidades

Num filme de caubóis, o mocinho precisa dizer algumas palavras de conforto no funeral de um amigo. Sentindo-se inconfortável com a situação, ele fala baixinho: “Todos nós somos viajantes neste mundo. Da erva verde até a palha seca, do nascimento até a morte, nós viajamos entre as eternidades”.

De certa forma, ele estava certo. Somos viajantes – peregrinos – num mundo que não oferece uma paz e um descanso duradouros. E embora só exista uma eternidade, nós viajamos entre a eternidade que passou e a eternidade futura, esperando pelas promessas de um lar e de uma esperança que durarão para sempre – promessas que ainda vão se cumprir.

Nesses tempos de lutas e desespero, quando nossa peregrinação pela vida é difícil, é de grande auxílio lembrarmos que, embora sejamos peregrinos que viajam entre eternidades, temos um Salvador que é Senhor e Mestre da eternidade. Ele nos ofereceu a promessa da vida eterna com ele e assegurou esta promessa com o seu próprio sacrifício. Foi desta promessa que falou o escritor de Hebreus 11:13.

Estamos presos aos momentos e horas e dias da nossa vida, mas olhamos em frente, pela fé em Cristo. Um dia vamos experimentar as promessas da eternidade, quando a fé será substituída pela visão, quando nos encontraremos com Cristo. Essa esperança é que nos ergue acima da vida, entre as eternidades, para uma alegria que é eterna.

FONTE:

William E. Crowder

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O Quê? Eu Preocupado?


Meditação:

Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. (Filipenses 4:6)

Pensamento: Para não se preocupar com nada, ore a respeito de tudo.

Leitura: Números 13:26-33.

Mensagem:

O Quê? Eu Preocupado?

Sempre que um pastor começa a falar sobre preocupação, sinto um par de olhos me encarando. Sem virar a cabeça, eu sei que meu esposo está olhando para mim para ver se estou prestando atenção.

Detesto admitir, mas sou uma pessoa que se preocupa. E, exatamente porque há muitas pessoas como eu, Jesus falou sobre esse problema em Mateus 6:25-34, quando disse: “Portanto eu lhes digo: Não se preocupem”. Não se preocupem com as necessidades básicas da vida: comida, roupa, abrigo – e não se preocupem com o amanhã.

A preocupação pode ser um sintoma de um problema maior. Algumas vezes é a falta de gratidão pela maneira como Deus cuidou de nós no passado. Ou talvez é a falta de fé, de que Deus verdadeiramente é digno de confiança. Ou pode ser a recusa em depender de Deus em vez de depender de nós mesmos.

Algumas pessoas ampliam o círculo da preocupação para suas famílias, amigos e igrejas. São muito semelhantes aos dez espias, de Números 13:26-33, que espalharam seu temor e dúvidas a todos os outros. Mas aqueles que confiam apenas em Deus podem colocar-se ao lado de Josué e Calebe, os únicos do grupo de 12 aos quais Deus permitiu entrar na Terra Prometida.

Não deixe que as preocupações o impeçam de chegar ao que Deus talvez esteja tentando lhe ensinar. Ele convida você a trazer os pensamentos de ansiedade diretamente a ele (Filipenses 4:6).

FONTE:

Cindy Hess Kasper

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Palavra de Deus

Confortável Demais Com A Bíblia

O Teólogo Americano Thomas Merton disse: “Não há nada de confortável na Bíblia - até que nós consigamos fazê-la confortável para nós mesmos. Daí, então, talvez estejamos confortáveis demais com ela. Cuidado, para não pensar que você já conhece a Bíblia - só porque você não tem mais problemas com ela. Será que aprendemos a não realmente escutar a Bíblia? Será que chegamos ao ponto de não mais questionar a Bíblia e não mais ser questionados por ela?

– “Opening the Bible” (Abrindo a Bíblia) de Thomas Merton citado em “A Guide to Prayer for All God's People”, (Um Guia Para Oração Para Todo o Povo de Deus), p. 83 Job, Rueben P. and Norman Shawchuck Nashville, Tenn: Upper Room Books, 1990.


A Loteria Bíblica


O manuseio honesto do texto no contexto é a maior ajuda que alguém pode dar a si mesmo, no sentido de compreender a mensagem da Bíblia. Confiar em acaso, sorte, destino ou qualquer "ajuda extra", no fim das contas só prejudica a compreensão da Palavra. Não adianta concorrer numa espécie de "loteria bíblica": a grande maioria sai perdendo.

Imagine o que acontece com alguém que abre a Bíblia em qualquer lugar e lê: "Então Judas, ... retirou-se e foi enforcar-se" (Mt 27.5). O leitor desconfiado da mensagem abre em outro texto, buscando confirmação, e lê: "Vai e procede tu de igual modo" (Lc 10.37). Assustado, tenta mais uma vez, na esperança de ouvir uma ordem mais suave. Abre o livro uma terceira vez, cheio de expectativa e lê: "O que pretendes fazer, faze-o depressa" (Jo 13.27)!

Os exemplos extremos dados acima não são uma descrição exagerada dos perigos de não estudar o contexto de um texto bíblico. Toda vez que tratamos a Bíblia como se fosse uma lista de oráculos desvinculados de qualquer relacionamento com o contexto, o resultado é algo perigoso.

- Bost, Bryan e Álvaro César Pestana Do Texto À Paráfrase – Como Estudar a Bíblia, São Paulo: Editora Vida Cristã, 1992, pp. 31-32.

Transformação

A Conversão Do Mineiro

Um mineiro de carvão se converteu. Seus amigos acharam graça. Ficaram tirando onda com ele. Ele bebia muito, e não acreditaram na conversão dele.


- "Ô Carlos, você acredita que Jesus virou água em vinho naquela festa?" perguntaram.


- Carlos respondeu. "Não sei se Jesus realmente virou água em vinho naquela casa. Mas, eu sei que na minha casa ele virou cachaça em comida na mesa."

Qual a maior prova de milagres? A transformação na vida dele.

Por que eu acredito nos milagres de Jesus? Por causa dos milagres que ele fez na minha vida.

Não vi Jesus virar água em vinho. Não o vi transformar cinco pães num banquete para cinco mil. Mas, eu o vi converter um homem violento, revoltado, e vingativo numa pessoa que até seus velhos amigos dizem - "Só Deus pode ter feito isso."

Há pessoas violentas, corruptas, entregues a todo tipo de paixão e vício. Jesus as transformou.
Elas acreditam em milagres? Elas acreditam em transformação?

Acreditam sim! Porque elas viram milagres nas suas próprias vidas. Você acredita em milagres?

- autor desconhecido

Ressurreição

Exemplos de ressurreição na Bíblia
Há várias passagens que ensinam a ressurreição até como fatos históricos:
Elias ressuscitou o filho da mulher de Sarepta (1 Reis 17:17-24)
Eliseu ressuscitou o filho da mulher Sunamita (2 Reis 4:18-37)
Um homem morto ressuscitou após o corpo dele tocar nos ossos de Elias (2 Reis 13:21)
Jesus ressuscitou o filho da viúva de Naim (Luc 7:11-15)
Jesus ressuscitou a filha de Jairo (Luc 7: 41, 42, 49-55)
Jesus ressuscitou Lázaro (João 11:1-44)
Jesus ressuscitou Mat. (28:5-8; Marcos 16:6; Lucas 24:5, 6)
Pedro ressuscitou Dorcas (Atos 9:36-41)
Paulo ressuscitou Êutico (Atos 20:9-10)

Outras passagens do AT ensinam claramente a ressurreição:
Daniel 12:1-3 ARA Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. 2 Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. 3 Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente.

Isaías 26:19 Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos.


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Porque as marcas permanecem

Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? De alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele. - John Vannorsdall
- Copyright© Illustration Research Services 1931 W. Wilson Street, Suite 233 - Batavia, IL.60510 http://www.irsweb.com


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O legado de Jesus

Se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. Os pirâmides do Egito são famosos porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. O Catedral de Westminster em Londres é reverenciado porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio. --Don Emmitte, em "Living Illustrations for Effective Preaching"
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Filipe e o Ovo da Páscoa

Uma professora ensinava uma aula de alunos do terceiro grau. Nesta aula havia uns 10 alunos, todos na faixa de oito anos.

Um dos seus alunos era um menino chamado Filipe. Filipe tinha síndrome de Down. Apesar de aparecer feliz, Filipe mostrava cada vez mais sua sensibilidade. Ele se sentia diferente dos outros alunos.

Se vocês conhecem algumas crianças de 8-10 anos vocês devem saber que as vezes elas podem ser um pouco insensíveis. É justamente nesta idade também que a criança está querendo cada vez mais ser aceito pelos seus amigos.

Infelizmente, Filipe, apesar dos esforços da professora, não foi aceito pelos outros meninos. Mesmo assim, a professora fez tudo possível para que Filipe se sentisse uma parte da turma.

Filipe não escolheu ser diferente. Ele não queria ser diferente dos outros alunos mas ele era. E todos sentiram isso.

Esta professora foi bastante criativa. Um ano, durante a páscoa ela levou para a sua aula dez ovos plásticos vazios. Cada aluno iria receber um ovo. O objetivo era que cada aluno saísse para o jardim e procurasse um símbolo de vida renovada, de vida nova, um símbolo da Páscoa. Depois, eles iam misturar todos os ovos e abri-los para ver o que tinha dentro.

Todos os alunos saíram correndo para achar algo para colocar dentro do seu ovo. Em pouco tempo, todos voltaram e depositaram seus ovos numa mesa. Daí a professora começou a abrir os ovos.

Ela abriu um e dentro tinha uma flor. Todas as criança ficaram admiradas. Ela abriu outro e tinha dentro uma borboleta. As meninas disseram "Ai que lindo! Que bonito!" Os meninos não disseram muita coisa , por que meninos são assim, não é?

A professora abriu um terceiro ovo, mas não tinha nada dentro. Imediatamente todos começaram a rir e gritar "Isso não está certo. Que coisa boba. Alguém errou!"

Foi quando a professora sentiu alguém puxando sua blusa. Ela olhou e viu que Filipe estava ao seu lado.

"É meu" disse Filipe. "É meu." As crianças começaram a rir e dizer "Ai Filipe, você nunca faz nada certo! Você tá sempre por fora!"

"Eu fiz certo, eu fiz" disse Filipe. "É o túmulo. O túmulo está vazio!"

Toda a aula ficou em silencio. Ninguém disse nada. E você pode acreditar, ninguém nunca mais disse a Filipe que ele era estúpido ou que fazia sempre as coisas erradas. De repente Filipe foi aceito pela turma.

Naquele mesmo ano Filipe faleceu. Sua família sabia por muito tempo que ele não ia viver uma vida longa.

Muitas coisas estavam erradas com seu pequeno corpo. No final de Julho, com uma infecção que qualquer um dos seus amigos teriam sobrevivido, Filipe faleceu. Seu velório foi realizado na igreja que os pais dele freqüentavam.

No dia do seu velório, nove crianças de oito anos de idade foram para a frente da igreja e colocaram em cima do seu caixão um ovo de plástico - vazio.

Como o menino Filipe, nosso Senhor Jesus Cristo foi visto e tratado por todos que o conheceram como alguém diferente.

Ele também não foi compreendido. Não foi entendido. Ele foi rejeitado. Foi perseguido. Jesus também deixou uma herança - algo vazio - seu túmulo.

Quando você pensar sobre seu próprio túmulo, com toda sua finalidade, com todo o poder que ele tem sobre você, com toda sua humilhação, lembre-se de uma coisa. Um dia seu túmulo estará vazio - graças a Jesus.

de Harry Pritchet Jr. em Jornal de Teologia de St. Luke's (St Luke's Journal fo Theology) (Junho 1976) citado em "Um Guia de Oração Para Todo o Povo de Deus" (A Guide to Prayer for All God's People), Nashville, Tenn, E.U.A.: Upper Room Books, 1990. pp. 326-329.


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A sombra do caminhão

Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?"
"É claro, a sombra," eles responderam.
"É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão."
- Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55

O Evangelho

O mistério do Evangelho

O apóstolo Paulo, ao escrever para Timóteo sobre as características daqueles que seriam candidatos ao diaconato, afirmou que, entre outras coisas, eles deviam viver vidas "conservando o mistério da fé com a consciência limpa." (1 Tim 3:9)

O "mistério da fé" neste texto não se refere a simplesmente qualquer coisa sendo oculta. Este "mistério" é o Evangelho, antes escondido, mas, agora revelado em Cristo Jesus. Este mistério é o conteúdo da mensagem que Paulo pregou (1 Cor 2:1, 6-16). Os candidatos ao diaconato devem conhecer bem este Evangelho, viver de acordo com ele e, como todo Cristão, ter condições de compartilhar com outros (1 Pe 3:15).

A palavra grega "mysterion" (mistério) "é uma palavra significante na teologia de Paulo, ocorrendo vinte e uma vezes ao longo dos seus escritos. Ela se refere ao conhecimento que vai além da compreensão de pecadores, mas, que agora tem sido graciosamente revelado por meio do evangelho. A ênfase do conceito está no fato que esta informação agora pode ser conhecida, que explica sua associação em comum com palavras como apokalypsis, 'revelação' (Rom 16:25; Efé 3:3), apokalyptein, 'revelar' (1 Cor 2:10; Efé 3:5), gnorizo 'dar a conhecer' (Rom 16:26; Efé 1:9; 3:3, 5; Col 1:27), e phaneroo, 'manifestar' (Rom 16:26; Col 1:26) … Com a exceção de uma ocorrência do termo, o mysterion é o evangelho (1 Cor 14:2 se refere aos mistérios expressos por aquele falando em línguas). A equação de mistério com o evangelho é algo implícito (1 Cor 2:1; 2:7; 4:1) e às vezes explicito (Rom 16:25-26; Efé 6:19; Col 1:25-27). Às vezes mysterion se refere a um aspecto específico do plano de redenção de Deus como o endurecimento dos judeus (Rom 11:25), a inclusão dos gentios na igreja junto com os judeus (Efé 3:3, 4, 9; Col 1:26-27), a mudança a ser experimentada pelos crentes na parousia (1 Cor 15:51), a união de todas as coisas em Cristo (Efé 1:9), e o mistério da iniqüidade que será revelada na parousia (2 Tess 2:7-8). Este mistério que Paulo proclama é a revelação do plano de Deus, e no entanto, sem amor, este conhecimento de nada valerá (1 Cor 13:2)." - Mounce, W. D. Vol. 46: Word Biblical Commentary : Pastoral Epistles. (Comentário Bíblico da Editora Word: Epístolas Pastorais) Dallas: Word, Incorporated (2002). p. 200

Conversão

Quase salvo?

Quão doloroso deve ser alguém quase conseguir um emprego. Como é chato quase pegar um avião, mas, acabar deixado no aeroporto. Quão triste quase sobreviver afogamento, mas, acabar afundando na água. No entanto, como será terrível quase se converter, mas, acabar no lago de fogo para eternidade. Tem sido dito que o inferno está cheio de pessoas com boas intenções. Poderia se dizer também que estará cheio de quase-Cristãos. Tenha cuidado para não ser um quase-Cristão, pois para ser quase salvo é para ser certamente perdido.

Green, M. P. (1989). Illustrations for Bilical Preaching : (Revised edition of: The expositor's illustration file.). Grand Rapids: Baker Book House.


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A Conversão Do Mineiro
Um mineiro de carvão se converteu. Seus amigos acharam graça. Ficaram tirando onda com ele. Antes ele bebia muito, e não acreditaram na conversão dele.

- "Ò Carlos, você acredita que Jesus virou água em vinho naquela festa?" perguntaram.

- Carlos respondeu. "Não sei se Jesus realmente virou água em vinho naquela casa. Mas, eu sei que na minha casa ele virou cachaça em comida na mesa."

Qual a maior prova de milagres? A transformação na vida dele.

Por que eu acredito nos milagres de Jesus? Pelos milagres que ele fez na minha vida.

Não vi Jesus virar água em vinho. Não vi ele tornar cinco pães num banquete para cinco mil. Mas, eu vi ele tornar um homem violento, revoltado, e vingativo numa pessoa que até seus velhos amigos dizem - "Só Deus pode ter feito isso."

Há pessoas violentas, corruptas, entregues a todo tipo de paixão e vício. Jesus as mudou.

Elas acreditam em milagres? Elas acreditam em transformação?

Acreditam sim! Porque elas viram milagres nas suas próprias vidas. Você acredita em milagres?
- autor desconhecido


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Jesus Vê Nosso Potencial
A coisa impressionante nesta história (João 1:40-42) é como ela nos mostra como Jesus olhou para os homens. Ele vê não somente o que um homem é; ele vê o que o homem pode ser. Ele vê não somente a atualidade num homem, ele vê o potencial. ... Jesus nos vê não somente como nós somos, mas como nós podemos ser; e ele diz: "Dê a sua vida a mim, e eu farei de você o que você tem potencial para ser".

Certa vez alguém encontrou Miguelangelo esculpindo com seu formão numa enorme rocha sem forma. A pessoa indagou ao escultor o que ele estava fazendo. "Estou soltando o anjo aprisionado nesta rocha." ele respondeu. Jesus é aquele que vê e pode libertar o herói em cada homem.

- William Barclay, O Evangelho de João (Gospel of John) The Daily study Bible series, Rev. ed. Philadelphia: The Westminster Press.

sábado, 18 de setembro de 2010

TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA

Em suas pregações, Jesus utilizou largamente o recurso das parábolas.

Mediante elas ministrou ensinamentos morais a um povo rude, ainda incapaz de assimilar as grandes verdades da vida, em toda a sua pureza.

Sob o véu da alegoria, jazem rutilantes ensinamentos.

Cada qual extrai das parábolas a lição compatível com seu estado evolutivo.

Mas a essência, sempre consistente na necessidade de uma vida honesta e fraterna, é acessível a todos.

À medida que a criatura cresce em compreensão, ela percebe novos desdobramentos de uma mesma passagem evangélica.

Utilizando uma expressão do Cristo, passa a ter olhos de ver.

É muito conhecida a Parábola dos trabalhadores da última hora.

Nela, Jesus fala de um proprietário de vinha que assalariou trabalhadores em diversos momentos do dia.

Ao final, a todos remunerou igualmente.

Assim, quem trabalhou apenas uma hora ganhou o mesmo de quem iniciou a tarefa ao alvorecer.

Proporcionalmente, a remuneração dos últimos contratados foi muito superior à dos primeiros.

Por se tratar de um ensinamento alegórico, dele podem ser extraídas variadas lições.

Um dos enfoques possíveis é comparar os trabalhadores com todos os envolvidos na reforma moral da Humanidade.

Ao longo dos séculos, eles se sucederam.

Foram profetas, legisladores, administradores, juristas e pensadores os mais diversos.

A diferença na remuneração pode ser referida ao resultado obtido com a tarefa.

No princípio, as criaturas eram muito rudes e bastante refratárias aos ensinamentos.

Com o passar dos séculos, foram se tornando mais receptivas e maleáveis.

Hoje, as leis civis implementadas por Moisés parecem bastante severas.

Por exemplo, a regra do olho por olho soa intolerante aos ouvidos do homem moderno.

Mas para a época foi uma grande e importante inovação.

Até então, vigorava a vingança desmedida.

Perante um mal feito, não raro se eliminava não apenas o ofensor, mas toda a sua família.

A proporcionalidade da represália representou um avanço moral.

Como o povo ainda não conseguia perdoar, ao menos se tinha um limite para o revide.

E assim gradualmente a Humanidade evoluiu.

Incontáveis pessoas dedicaram suas vidas a esse mister.

Coisas que hoje parecem naturais são fruto de grandes lutas e renúncias.

Direitos trabalhistas, igualdade entre homens e mulheres e proibição de penas cruéis são alguns exemplos.

Pode-se dizer que os reformistas dos primeiros tempos trabalharam na base do edifício.

Hoje já se atua na cumeeira, na medida em que a Humanidade está pronta para vivenciar a fraternidade.

Notícias sobre atos cruéis e desonestos chocam, pois no íntimo a maioria da população deseja outras vivências.

Em suma, chegou a vez dos trabalhadores da última hora.

É preciso se tomar do ideal de viver em um mundo melhor e agir para que ele se implante na Terra.

Urge que os homens de bem mostrem a força de seu caráter e ocupem espaços.

É necessário que as crianças sejam educadas para amar o trabalho e a honestidade e viver fraternalmente.

Mas, mais do que apenas belos discursos, são necessários exemplos.

A generosa recompensa do esforço será a ventura de viver, e mais tarde renascer, em um mundo justo e fraterno.

Pense nisso.

fonte:segs.com.br

ESCATOLOGIA BÍBLICA


Reverendo Professor João Paulo

DOUTRINAS ESCATOLÓGICAS
1. Doutrina da Morte e do Estado Intermediário
A Morte como agente.
A Morte como acontecimento
A Morte como um estado
2. Doutrina dos Juízos
O Juízo do Pecado (são João 12:31)
O ser humano como pecador
O Juízo do Crente (2 Coríntios 11:31-32)
O ser humano como Servo de Deus
O Juízo das Obras do Crente (2 Coríntios 5:10)
O Juízo de Israel durante a Tribulação (Daniel 12:1; São Mateus 24:15-19)
O Juízo das Nações viventes
O Juízo de Satanás e Seus Anjos Caídos (Apocalipse 20:10)
O Juízo dos Ímpios falecidos Apocalipse 20:11-15)
3. A Doutrina das Ressurreições
Haverá Duas Ressurreições: A dos Crentes (justos) e dos Incrédulos (injustos/ ímpios), havendo um interregno de Mil Anos entre ambas (Apocalipse 20:5). A Primeira Ressurreição (dos justos/crentes) abrange diversos grupos de salvos e ressuscitados. Aí o vocábulo grego tagma - tagma- , que significa “grupo, fileira, turma, como um dispositivo militar ou escolar.
4. A Doutrina da Vinda de Jesus
A Vinda de Jesus Cristo – o Messias abrange:
· O Arrabatamento da Igreja
· O Juízo da Igreja
· As Bodas do Cordeiro
· A Ceia das Bodas do Cordeiro
· A Grande Tribulação
· A Volta de Jesus Cristo em Glória (Segunda Fase da Sua Segunda Vinda, após o Período da Grande Tribulação
5. A Doutrina do Milênio
Conforme já foi estudado, há várias Visões Teológicas osbre o Milênio. Entretanto, de acordo com a Visão Futurista Pré-Milenarista ou Pré-Milenista, será o Reino de Jesus Cristo implantado na Terra, com Justiça e Paz durante Mil anos.
6. Doutrina da Revolta de Satanás
Ocorrerá após o Milênio.
7. Doutrina do Perfeito Eterno
Apocalipse capítulos 21 e 22 descreve a Glória deste Perfeito Eterno.
8. Doutrina das Dispensações e Alianças
Antes de descrever sobre as Dispensações, é importante saber que, existem entre os Pré-Milenistas dois Grupos: Os Pré-Milensitas Dispensacionalistas e os Pré-Milenistas Históricos. Contudo, a questão das Dispensações é estudada e tratado pelo primeiro grupo citado.
No ciclo da História da Humanidade, as Escrituras (de acordo com a Visão Pré-Milenista Dispensacionalista) trata de Sete Dispensações e Oito Alianças entre Deus e os seres humanos.
Nesta Doutrina, é próprio incluir o Estudo:
· Das Eras Bíblicas
· Dos Tempos Bíblicos
· Dos Dias Bíblicos
AS SETE DISPENSAÇÕES
Para melhor compreender o Campo da Escatologia Bíblica, faz-se necessário um resumido estudo sobre as Sete Dispensações[1], sabendo que, a Última Dispensação é para o futuro.
Segundo o Pr. Severino Pedro da Silva, em seu livro “Escatologia”, uma dispensação: “é um período em que o homem é experimentado em relação à sua obediência a alguma revelação especial da vontade tanto permissiva como diretiva de Deus”.[2]
A Palavra Dispensação deriva do termo grego “oikonimia - oikonomia -” que por sua vez significa economia que é a “boa ordem na administração na despesa de uma casa”.
As Sete Dispensações são:
Dispensação da Inocência
Seu início deu-se na Criação e findou-se na Queda de Adão e Eva.
Dispensação da Consciência
Esta Dispensação começou em Gênesis. 3, abrangendo o Período desde a Queda do Ser Humano até o Dilúvio (Gênesis 7:21-22).
Dispensação do Governo Humano
Esta Dispensação começou em Gênesis. 8:20 e perdurou desde o Tempo do Dilúvio até a Dispersão dos Homens sobre a Superfície da Terra, sendo consolidada com a Chamada de Abraão (Gênesis 10:15; 11:10-19 e 12:1).
Dispensação Patriarcal ou da Promessa
Teve início com a Aliança de Deus com Abraão, A palavra chave é Promessa. Por meio desta Dispensação, Abraão e seus descendentes vieram a ser Herdeiros da Promessa. Esta Dispensação perdura até a Promulgação da Lei por Moisés.
Dispensação da Lei
Ela teve início em Êxodo 19:8, quando o Povo de Israel proclamou dizendo que “tudo que o Senhor falou, faremos.” Sua extensão é do Sinai ao Calvário; ou seja, do Êxodo à Cruz.
Dispensação da Graça ou da Igreja
Esta Dispensação começou com a Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo – o Messias e terminará em plenitude com o Arrebatamento da Igreja; porém, oficialmente falando, seus efeitos continuarão até Apocalipse 8.1-4.
Dispensação do Milênio ou do Reino
Esta Dispensação terá, de acordo com a própria Escritura, a duração de 1.000 anos; Apocalipse 20:1-6. É também chamada de a Dispensação do Governo Divino. Esta Dispensação é algo para o futuro, logo após o Julgamento das Nações descrito em São Mateus. 25:31-46, e antes do Juízo do Grande Trono Branco (GTB).
É neste ponto, é que se encontra a essência do entendimento do Campo da Escatologia Bíblica, ou seja, compreender o que Deus traçou para o Futuro da Igreja, Israel e das Nações.
Esta última Dispensação, que é a juntura do Presente Século e do Vindouro, fornece um nítido exemplo de sobreposição das Dispensações, isto é, que às vezes há um período transitório entre uma e outra.
Entre os Teólogos Dispensacionalista, pode-se citar o Pastor e Teólogo Anglicano Ethelbert William Bullinger, que dividiu as Sete Dispensações da seguinte maneira:
Paradigma Dispensacional de Bullinger
Estado de Inocência Edênica Período sem Lei Período sob a Lei Período da Graça Época do Julgamento Era Milenial O eterno estado da Glória
Gênesis 1-3
terminou com a Expulsão do Édem Gênesis 4 a Êxodo 19
terminou com o Dilúvio e a Torre de Babel Êxodo 20 a Atos 28
terminou com a Rejeição por Israel da Graça Igreja Cristã
terminará com o Dia do Senhor Tribulação
terminará com a Destruição do Anticristo Apo. 20:4-6
terminará com a Destruição de Satanás Apo. 20-22 Sem Fim

AULA 4
AS OITO ALIANÇAS
Aliança significa: Pacto, Conserto, Contrato. Todas as Alianças na Bíblia serão cumpridas. São elas:
Edêmica (Gênesis 1-2)
Adâmica (Gênesis 3- 6)
Noética [Gênesis 8.20-22].
Abraâmica [Gênesis 12.1-3].
Mosaica [Êxodo 19.3 - 40.38].
Palestiniana [Deuteronômio 30].
Davídica [2 Samuel 7.5-17].
Messiânica, Cristiânica ou Nova Aliança [Jeremias 31.31-34; São Mateus 26.28].
LIVROS ESPECÍFICOS QUE TRATAM DE ESCATOLOGIA
· 1 Tessalonicenses
· 2 Tessalonicenses
· 2 Pedro
· Apocalipse
· Daniel
· Joel
· Sofonias
· Zacarias
A VINDA DE JESUS
1. A Certeza da Vinda de Jesus
a) Jesus afirma que voltará (Apocalipse 22:20)
b) Os Anjos afirmaram que Jesus irá voltar (Atos dos Apóstolos 1:10-11)
c) Os Escritores Bíblicos inspirados pelo Santo Espírito afirmam que Jesus virá (Jó 19:25; Romanos 11:26)
d) Os sinais que ora se cumprem, de acordo com as Profecias apontam para a Segunda Vinda do Messias
e) O Testemunho da Ceia assegura que Ele voltará (1 Coríntios 11:26)
2. Para que Jesus voltará
· Para levar Sua Igreja para si (São João 14:3)
· Para consumar a Salvação dos seus (Romanos 13:11)
· Para glorificar os Seus (Efésios 5:27)
· Para recompensar a todos (São Mateus 16:27)
· Para reconhecer publicamente o Seu Louvor (1Coríntios 4:5)
· Para prender Satanás (Apocalipse 20:1-2)
· Para recompensar a todos (São Mateus 16:27)
· Para ser glorificado nos seus (2 Tessalonicenses 1:10)
3. Provas Bíblicas de que Jesus levará a Igreja antes de Sua Revelação em Glória
a) Jesus promete vir buscar o Seu Povo na Terra
b) Jesus vem nos ares buscar os Seus (1 Tessalonicenses 4:17) e depois volta a Terra com os Seus (Zacarias 14:4)
c) Jesus virá em um momento e levará os Seus para os Céus. Será como um abrir e fechar de olhos (1 Coríntios 15:52)
4. A Extensão da Vinda de Jesus
a) Para a Igreja – Virá como Messias Salvador e Noivo Celestial, a fim de levá-la para a Glória;
b) Para Israel – Virá como Messias Salvador e Libertador para introduzi-lo no Milênio.
c) Para as Nações – Virá como Juiz e Senhor dos Senhores, para julgá-las.
5. O Arrebatamento da Igreja
· Aproxima-se celeremente (Apocalipse 1:3);
· É um mistério só plenamente compreendido quando ocorrer (1 Coríntios 15:51);
· Será no Céu, nos Ares e na Terra;
· Será secreto para o mundo e repentino
6. O Período entre o Arrebatamento da Igreja e Revelação de Jesus
a) É um Período de sete anos. Alguns Teólogos Dispensacionalistas têm esse tempo como uma Dispensação.
b) Esses sete anos se referem a 70ª semana descrita em Daniel 9:24ss.
7. O que ocorrerá na Terra entre o Arrebatamento da Igreja e a Revelação de Jesus
a) Apostasia total e generalizada entre os seres humanos (2 Tessalonicenses 2:3);
b) Retorno total dos judeus a Israel (Isaías 11:12);
c) Surgimento do Anticristo no cenário político mundial;
d) Surgimento do Falso Profeta no cenário religioso;
e) Surgimento de uma Confederação Mundial de Nações, provavelemte, tendo como Núcleo a Área do Antigo Império Romano. O Anticristo será o seu governante.
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[1] Há Correntes Teológicas (algumas Escolas Dispensacionalistas) que colocam o Período da Tribulação como sendo também uma Dispensação. Sendo assim, essa Dispensação vai do Arrebatamento da Igreja até a Batalha do Armagedon. Ver ANDRADE. Anísio Renato de. O Dispensacionalismo. Trabalho de Escatologia apresentado ao Professor Pr. Marcelo Rodrigues de Oliveira, do Seminário Teológico Batista do Estado de Minas Gerais. Belo Horizonte: STBEMG, 26 de agosto de 1996. Disponível em http://anisiorenato.com/teologia6b.htm.
[2] SILVA, Severino Pedro da. Escatologia: Doutrina das Últimas Coisas. Rio de Janeiro: CPAD, s/d, passim.

sábado, 11 de setembro de 2010

Morrer com dignidade

"O último inimigo a ser destruído é a morte" (1 Coríntios
15:26).

Usa-se hoje em dia a frase "morrer com dignidade" quando se
refere ao direito das pessoas de morrerem sem sistemas de
suporte de vida que as mantenham fisicamente vivas muito
depois de haverem perdido a consciência e toda a esperança
de recuperação. A frase tem um sentido mais amplo e mais
profundo para o cristão. Na cruz, Jesus destruiu o poder que
a morte tinha de separar-nos de Deus. O medo da morte se
foi.

Por que, pois, os cristãos temem tanto a morte? A morte é
uma transição na vida eterna, não uma tragédia ou término.
Como podemos ver a morte como uma oração não respondida?
Quando oramos pela cura de uma pessoa, e ela morre, achamos
que aconteceu o pior e que Deus não ouviu nossas orações.

Na realidade, jamais podemos viver se não enfrentarmos nossa
própria morte. Uma vez que passemos por essa experiência,
podemos ter uma vida triunfante. Morrer é lucro, porque
conheceremos as maravilhas do céu, a união com o Senhor e a
comunhão dos santos. Quando enfrentarmos a nossa própria
morte, então poderemos dizer "Senhor, não importa a extensão
da minha vida, que Tu planejaste. Quando a morte chegar, não
a temerei mais do que temo ir para a cama. E quando eu
despertar, estarei no céu!"

"A ressurreição, que nos aguarda além da morte física, será
a consumação gloriosa da vida ressurreta que já temos em
Cristo" (D. T. Niles).

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Vencerás!!!

Vencerás!!!
Não desanimes.
Persiste mais um tanto.
Não cultives o pessimismo.
Centraliza-te no bem a fazer.
Esquece as sugestões do medo destrutivo.
Segue adiante, mesmo varando as sombras dos próprios erros.
Avança ainda que por entre lágrimas.
Trabalha constantemente.
Edifica sempre.
Não consintas que o gelo do desencanto te entorpeça o coração.
Não te impressione a dificuldade.
Convence-te de que a vitória espiritual é construção para o dia-a-dia.
Não desistas da paciência.
Não creias em realização sem esforço.
Silêncio para injúria.
Olvido para o mal.
Perdão as ofensas.
Recorda que os agressores são doentes.
Não permita que os desequilibrados te destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.
Não menospreze o dever que a consciência te impõe.
Se te enganaste em algum trecho do caminho, reajusta a própria visão e procura um rumo certo.
Não contes vantagens, nem fracassos.
Estuda buscando aprender.
Não te voltes contra ninguém.
Não dramatizes provações ou problemas.
Conserva o hábito da oração para que se te faça luz na vida íntima.
Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho que Deus te confiou.
Ama sempre, fazendo pelos outros o melhor que possas realizar.
Age auxiliando.
Serve sem apego.
E assim vencerás ...

¿Quién me habla?

¿Quién me habla?

Mis ovejas oyen mi voz, y yo las conozco, y me siguen. – Juan 10:27

En la mayor parte de tu vida, no ha sido un problema saber quién estaba hablando contigo. Generalmente tenías a quien mirar y aun cuando no, las voces importantes en tu vida fueron reconocidas fácilmente.

Entonces llegaste a ser cristiano. Ahora hay dos voces muy importantes en tu vida. Pero no puedes ver las caras de ninguna de ellas, y tal vez encuentres difícil distinguir sus voces, especialmente porque una de ellas a menudo trata de hacer creer que es la otra. De manera pues ¿quién está hablando contigo, Dios o Satanás?

¡No te desesperes! Es posible discernir entre uno y otro, aun cuando Satanás esté imitando a Dios. Ante todo, Dios nunca te dirá que hagas algo contrario a Su Palabra. De modo que si estás inseguro, toma tu Biblia. Entonces, considera los resultados de la siguiente voz. ¿Te atrae el método sugerido hacia la Santidad? ¿Le aumentará o le restará a tu servicio y relación con Dios? ¿Tiende a la abnegación de ti mismo o a la indulgencia de ti mismo?

Considera también el tono de la voz. La voz de Satanás puede llegar a ser irritante. Él empuja y golpea, se reitera a sí mismo, y algunas veces recurre a la intimidación y a vociferar. Pero Dios usa una voz sosegada. Él no martilla sobre Su punto o se empeña en argumentos. Él guía lo Suyo con una firme pero gentil voz de amor. ¡Y ninguno que siga esa voz alguna vez será desviado!

Versos de Enlace
Juan 8:44; 10:1-15; 2 Corintios 11:14; 1 Timoteo 4:1
POSTADO POR PR.CLODOALDO PEREIRA ÀS 7:11 AM 1 COMENTÁRIOS
Steps to Deliverance

Why am I here? Why do I feel as if something is missing in my life? Is there more to life than what I have found? What happens after I die?

At one time or another, all of us have asked these questions. Perhaps you are struggling with one of them now. Maybe at times you’ve thought you found the answers you needed . . .but that feeling didn’t last. Every answer, every relationship, every experience, leaves you with a hole in your heart. Something is missing, but you don’t know what it is or where to find it. Something is not right, you but don’t know how to fix it. So you keep looking, keep trying this or that, keep searching.

The problem is not “what” is missing. The problem is “Who” you are missing!
God created you, and He made a place deep inside of you that only He can fill—a God-sized spot just waiting for Him.

He is not a philosophy. He is not a concept. He is the living Creator of the universe, and He cares about you! He knows the instant of your birth, every part of your personality, each event that has taken place in your lifetime up to this moment. His Book, the Bible, says that He even knows the numbers of hairs on your head, and the thoughts and intents of your heart.

The emptiness in your heart, that feeling of something missing, is there because by nature you are separated from Him. That separation is caused by sin--the “something wrong” that is at the root of all selfishness, loneliness, and sad feelings. Here’s why.

In the beginning of time, the first man and woman on earth, Adam and Eve, enjoyed perfect fellowship with God. They lived pure and blissful lives in a beautiful garden that supplied all of their needs. God’s only rule was that they were not to eat of a certain tree: the tree of the knowledge of good and evil. However, God had made them with a free will, and they chose to eat of the forbidden tree. As a result, sin entered their hearts and separated them from God.

The descendants of Adam and Eve—every person born into this world—inherited
their sinful nature. Instead of coming into the world desiring to do right,
all are born with an inclination toward evil, which leads to sinful actions.
Sin may be dramatic or subtle, but it always separates the sinner from God,
and sin's penalty is death.

Thankfully, that is not the end of the story.

Because of God's great love for His creation, He sent His only Son, Jesus
Christ, to this world to live as a man and die on the Cross in the place of
sinful man. Jesus paid the penalty for your sins. Because of His death, if
you follow the steps God has laid out, you can gain the connection that was
lost in the garden. Through a spiritual rebirth, the sense of separation and
emptiness will vanish in a moment of time, and you will feel complete,
loved, and at peace.

What should you do to experience this rebirth and find the connection that
will fulfill the longing inside you?

Acknowledge your need. Admit that you have sinned and need God’s help. The Bible tells us, “For all have sinned, and come short of the glory of God” (Romans 3:23). Your prayer can be as simple as the one recorded in Luke 18:13, “God be merciful to me a sinner.”

Confess and repent. Be genuinely sorry for the sins you have committed and ask God to forgive you. God’s Word promises, “If we confess our sins, he is faithful and just to forgive us our sins, and to cleanse us from all unrighteousness” (1 John 1:9). It also says, “Repent ye therefore, and be converted, that your sins may be blotted out” (Acts 3:19).

Forsake the sins of your past. Determine that with God’s help you are going to turn away from all sin in your life. “Let the wicked forsake his way, and the unrighteous man his thoughts: and let him return unto the Lord, and he will have mercy upon him . . . for he will abundantly pardon” (Isaiah 55:7).

Believe in Jesus Christ. When you have honestly and sincerely taken the steps above, then believe that God will hear your prayer and save you. “For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whosoever believeth in him should not perish, but have everlasting life” (John 3:16).

Receive Jesus Christ into your heart and life. You can be a child of God from today on if you reach out to Him with all of your heart, taking these steps in complete honesty and surrender to Him. God will let you know when you have been saved. “The Spirit itself beareth witness with our spirit, that we are the children of God” (Romans 8:16).

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Aviso

ESTOU COM PROBLEMAS COM A NET.LOGO VOLTO Á PUBLICAR NORMALMENTE.
ABRAÇO FRATERNO Á TODOS.

Pr.Clodoaldo Pereira

NeverLand


The sudden death of Michael Jackson and the tsunami produced by the media brings up situations and events perfectly understandable to all people in all parts of the world.
The first should be to consider our need for idols, myths and paradigmatic figures that help us to dream of a condition beyond reality - that we all seek a new face, the face ideal of the figure transfigured into what we would look !
He is the real and the imaginary merge in an unfinished being unattainable mix of fantasy and reality as possible, enigmatic character, representing the stage of life satire and tragedy, glory and suffering, light and shadow - both very loved and very unhappy ...
All, without exception, have some pieces of that complex tile portrayed the life of Michael Jackson, embedded in our personality and this is the answer to - previously unheard of in history - expressing sympathy for the entire planet.
Who has not taken his childhood "Ben your mouse, dead" even as part of our imagination?
And what about the confession in the Opra Winfrey program that did not used to looking in the mirror because it was considered ugly and not bear to face his own image?
And the cruel treatment suffered by the father?
And the unlived childhood on account of recoveries and responsibilities that had to take like an adult?
Michael Jackson explains our ambivalence, our escape from reality, the many selves that clash in an endless construction of our personality - black, white, adult and child!
The second thing to consider is "Neverland": the real world is too painful to live in it all the time - Michael Jackson wants to be Peter Pan, and needs its "Fantasy Island" as a refuge for his dream.
There are animals and children (away from the cruel world of adults), immersed in the magical atmosphere of a chimerical world, which is hope for us all to transcend reality, breaking the boundaries of the human condition.
After all, why should we wonder that?
Philosophers, poets, writers and prophets, each in its own way, built his "Neverland" without which reality would be impossible to be supported!
Be the legendary Ithaca (home of Ulysses), in mythological Atlantis of Plato, Thomas More's Utopia, in the City of the Sun by Tommaso Campanella or even the idea of heaven or paradise as an escape, we find the same sentiment expressed in different ways : there is this utopian space, this "Neverland" within each of us!
Perhaps, therefore, the outcome of the life of Michael Jackson has caused so much commotion around the world: because, in a sense, nobody can say that is not part of that story - where myth mixes reality - ranging from children's fantasy populated by witches and fairies, through hedonistic fantasy of a society obsessed with aesthetically perfect - which to live the charade of consumer welfare as a supreme goal - until the blind religiosity that has imaginary heavens - where crowds who project their illusions refuse to grow up and face the real life lived outside the stage where each of us, willingly or not, has to live his role.

NEVERLAND


A morte súbita de Michael Jackson e a tsunami produzida pela mídia traz à tona situações e manifestações perfeitamente compreensíveis a todos os seres humanos em todas as partes do mundo.
A primeira a considerar deve ser a nossa necessidade de ídolos, mitos e figuras paradigmáticas que nos ajudam a sonhar com uma condição além da realidade – em que todos buscamos um novo rosto, a face ideal do ser, a figura transfigurada naquilo que gostaríamos de parecer!
Ele é o real e o imaginário que se confundem em um ser inacabado, misto de fantasia inatingível e realidade possível, personagem enigmático -representando no palco da vida sátira e tragédia, glórias e sofrimentos, luzes e sombras – simultaneamente muito amado, e muito infeliz…
Todos, sem exceção, temos algumas peças daquele complexo azulejo retratado na vida de Michael Jackson, incrustados em nossa personalidade e aí está a resposta para a – até então nunca vista na história – manifestação de pesar por todo o planeta.
Quem não teve em sua infância “ seu ratinho Ben, morto” ainda que como parte de nosso imaginário?
E o que dizer da confissão no programa de Opra Winfrey de que não costumava se olhar no espelho por se considerar feio e não suportar encarar sua própria imagem?
E os tratamentos cruéis sofridos por parte do pai?
E a infância não vivida por conta das cobranças e responsabilidades que teve de assumir como se fosse adulto?
Michael Jackson explica nossas ambivalências, nossa fuga da realidade, os muitos “eus” que se entrechocam na construção sempre inacabada de nossa personalidade – negra, branca, adulta e infantil!
A segunda coisa a considerar é “Neverland”: o mundo real é por demais doloroso para se viver o tempo todo nele – Michael Jackson quer ser Peter Pan, e necessita de sua “ Ilha da fantasia” como refúgio de seu sonho.
Ali estão os animais e as crianças (longe do mundo cruel dos adultos), imersas na atmosfera mágica de um mundo quimérico, que é a esperança de todos nós de transcender a realidade, rompendo os limites da condição humana.
Afinal, por que deveríamos estranhar isso?
Filósofos, poetas, escritores e profetas, cada qual a seu modo, construiu a sua “Neverland” sem a qual a realidade seria impossível de ser suportada!
Seja na legendária Itaca ( pátria de Ulisses), na mitológica Atlântida de Platão, na Utopia de Thomas More, na Cidade do Sol de Tommaso de Campanella ou mesmo na idéia do céu ou paraíso como fuga, vamos encontrar o mesmo sentimento expresso em diferentes formas: há esse espaço utópico, essa “ Neverland” dentro de cada um de nós!
Talvez, por isso, o desfecho da vida de Michael Jackson tenha causado tanta comoção em todo o mundo: porque, em certo sentido, ninguém pode dizer que não faz parte dessa história – onde o mito se mistura a realidade – indo desde a fantasia infantil povoada por bruxos e fadas, passando pela fantasia hedonista de uma sociedade obcecada pelo esteticamente perfeito - onde se vive a farsa do bem-estar consumista como objetivo supremo - até a religiosidade cega que apresenta paraísos imaginários - onde multidões que projetam suas ilusões se recusam a crescer e encarar a vida real vivida fora dos palcos onde cada um de nós, querendo ou não, tem de viver seu papel.

OS IMORTAIS

Nosso artigo de hoje nada tem a ver com os "Imortais" (mas não imorríveis) da Academia Brasileira de Letras, nem tampouco com renomados reis e cientistas que se imortalizaram por suas conquistas no reino da matéria ou das idéias.

Falo em determinada mensagem que preguei, sobre o anseio pela vida, que começa no processo de fertilização de um óvulo, seguindo na luta diária pela sobrevivência, no desespero com que nos agarramos à vida em desfalecimento, na indigência humana que estende mãos súplices a qualquer coisa que seja uma promessa de vida, na realização de algo que fique como memorial de um nome, na busca de perpetuação da espécie por meio de filhos, e até os que à moda dos faraós da antiguidade, "congelam seus corpos"(criogenizados) à espera - quem sabe?- de um futuro milagre de ressurreição!?

Alguns amigos mais próximos de minha convivência, já me ouviram comentar que, "algumas pessoas são tão especiais em sua maneira de ser" - perceba que, refiro-me simplesmente a ser (embora para muitos não seja o bastante) - que deveriam continuar vivendo indefinidamente: deixe a morte para seres pequenos (como eu) que por ser excessivamente comum, existem parecidos aos montes...

Exemplos? Vou sofrer por citar, mas ai vão alguns mais recentes:

Uma Edith Piaf, Madre Tereza, Billy Graham, Chico Xavier, Airton Sena, Yma Sumac, Luciano Pavarotti, Carlos Drummond - dentre outras figuras exponenciais - deveriam continuar vivendo!

Mas, como a morte é absolutamente imparcial e verdadeiramente democrática, a ninguém poupa!

E talvez, se os tais vivessem para sempre, perdessem o seu encanto (é isso caro professor Dâmokles?). É de Paulo Autran a frase: "Seria chato algo que nunca terminasse"!?

Penso que é mais um ônus a se pagar, por envelhecer, isto é, ver muita gente que amamos partir dessa vida, deixando um vazio enorme em nosso coração.

Glórias e realizações como sucedâneos? Concluo esse artigo com o próprio Carlos Drummond:

Acho o seguinte: como sou um homem do meu tempo, exprimi paixões e emoções do meu tempo, e isso naturalmente tocou as pessoas.(...)Não tenho maiores pretensões. As coisas mudam muito. Daqui a cinco ou dez anos, terei desaparecido e virão novos poetas, novas formas de poesia, novos critérios, novas tendências. Amanhã ou depois, daqui a cinqüenta anos, um sujeito olha e diz: 'olha, descobrimos um poeta chamado Drummond, que tinha uma pedra no meio do caminho. Que coisa curiosa.' Ou ' que coisa chata'."

É isso ai grandioso Drummond:
- Que coisa gloriosa as pedras com as quais se constrói a vida!
- Que coisa chata as pedras com as quais se sepultam a vida!

terça-feira, 13 de julho de 2010

"Senhor, Ensina-nos a Orar"

"De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos pediu; Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos" (Lucas 11:1).

A oração é importante. Todos os que querem seguir o Senhor sabem que a oração é parte essencial da vida do discípulo. Entretanto, poucos oram e muitas vezes, quando oramos, parece que lutamos para nos expressarmos a Deus. Embora possa parecer que a oração deveria vir a nossa boca como uma expressão confortável de nossa fé e confiança em Deus, ela freqüentemente parece difícil, talvez ineficaz.

Os primeiros seguidores de Jesus observaram seus hábitos de oração. Eles o viram freqüentemente procurando um lugar deserto para falar com seu Pai. Numa ocasião dessas, eles pediram sua ajuda. Também desejamos comunicar- nos com Deus como seu filho estava fazendo. "Senhor, ensina-nos a orar" (Lucas 11:1).

Jesus fez como eles pediram. Ele os ensinou como orar, tanto por suas palavras como por seu exemplo. Ele orava freqüentemente, fervorosamente e com grande fé naquele que estava ouvindo aquelas orações. Através do exemplo de sua vida, ele está ainda nos ensinando a orar.

Palavras de oração
A resposta imediata de Jesus ao pedido dos apóstolos é encontrada em Lucas 11:2-4

Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixes cair em tentação.

Nem esta oração, nem a semelhante encontrada em Mateus 6:9-13, são destinadas a repetição palavra por palavra. Jesus não estava ensinando palavras para serem memorizadas e recitadas; ele estava ensinando a orar. Ele deu um exemplo que mostra que tipo de coisas devemos incluir em nossas orações. Devemos:

1. Reverenciar e glorificar a Deus: "Pai, santificado seja o teu nome". Grandes orações de grandes homens e mulheres são sempre proferidas com grande respeito a Deus. Quando Moisés, Ana, Davi, Daniel, Neemias e outras importantes personagens da era do Velho Testamento oraram, começaram com declarações de genuína reverência a Deus, como criador e comandante do universo.

2. Buscar a vontade de Deus: "Venha o teu reino". A oração não é um instrumento para manipular Deus para que faça nossa vontade. Aqui, Jesus orou pelo reino de Deus, sabendo que esse reino só poderia vir com todo o seu poder através da avenida de sua própria morte. Aqui, como na oração agonizante no Getsêmani, Jesus colocou a vontade do Pai acima de seus próprios interesses: "Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26:39). Quando vemos a oração como nada mais do que uma oportunidade de fazer pedidos a Deus, colocamos a vontade do servo indevidamente acima da vontade do Senhor. Deveremos sempre procurar fazer a vontade de Deus.

3. Reconhecer nossa dependência de Deus para as necessidades físicas: "O pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia". Esta não é uma exigência de abundância e riqueza. Jesus nem praticou, nem ensinou a noção materialista de que o discípulo pode "dizer e exigir" o que quer na oração. Diferentemente das orações de certas pessoas hoje em dia, que se aproximam de Deus como pirralhos mal criados exigindo tudo o que querem, Jesus mostrou aqui uma dependência de Deus para as necessidades básicas da existência diária. Precisamos de Deus todos os dias.

4. Reconhecer nossa depen-dência de Deus para as bênçãos espirituais: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixeis cair em tentação". Encontramos algumas lições valiosas no versículo 4. Primeiro, precisamos do perdão. As palavras de João 8:7 e Romanos 3:23 nos recordam nossa culpa. Pecamos. Necessitamos do perdão. Só Deus tem o direito e o poder para perdoar (Marcos 2:7). Segundo, precisamos perdoar. Nossa comunhão com Deus é condicionada a várias coisas, incluindo-se como tratamos as outras pessoas. Quem se recusa a perdoar outro ser humano simplesmente não será perdoado por Deus (Mateus 6:14-15; 18:15-35). Terceiro, precisamos do auxílio de Deus para que não pequemos. Deus não é apenas um guarda-livros registrando os pecados cometidos e apagando-os depois. Ele tem poder para nos auxiliar a derrotar o inimigo. Paulo garantiu que há um jeito de escapar de cada tentação (1 Coríntios 10:13). Jesus "é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hebreus 2:18). Ele nos deixou um exemplo perfeito de obediência para encorajar nossa fidelidade (1 Pedro 2:21-24). Na hora de sua mais difícil tentação, Jesus voltou-se para seu Pai em oração fervorosa. Depois daquelas orações ele saiu do Getsêmani preparado para suportar o poder das trevas, e sofreu o ridículo e a morte para cumprir a vontade de seu Pai. Jesus encontrou o auxílio necessário quando apelou para seu Pai, em oração.

Exemplos de oração
Pouco é registrado das palavras específicas com que Jesus orou. Podemos aprender muito simplesmente observando quando, onde e por quê Jesus orou.

1. Quando Jesus orou? Ele orou em horas de grandes provações, tais como o exemplo já citado de suas orações no Getsêmani, poucas horas antes de sua morte. Ele orou momentos antes de grandes decisões. Lucas 6:12-16 conta o dia em que Jesus escolheu os doze homens aos quais seria dada a responsabilidade de levar o evangelho ao mundo. Note o que ele fez antes de selecioná-los; "Retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus" (Lucas 6:12). Ele orou antes de grandes obras. Quando Jesus se preparou para ressuscitar Lázaro dentre os mortos, ele primeiro se dirigiu ao seu Pai, em oração (João 11:41-43). Ele orou quando sua obra terminou (João 17:4).

2. Onde Jesus orou? Embora as orações de Jesus nunca fossem limitadas pelo tempo ou pelo espaço, é claro que ele freqüentemente procurou um lugar e uma hora livre e sem interrupções para falar com seu Pai em oração. Ele freqüentemente subiu a montes, ou saiu para um jardim, e tipicamente escolheu a noite ou o amanhecer, quando haveria menos distração com o mundo apressado. Tais hábitos eram tão típicos da vida de Cristo que Judas sabia exatamente onde encontrá-lo embora só estivesse estado em Jerusalém poucos dias (João 18:1-3).

3. Por que Jesus orou? As circunstâncias das orações de Jesus sugerem motivos imediatos para oração: tentações, provações, tristeza, momentos decisivos, etc. Mas estes são realmente apenas o reflexo de uma razão maior pela qual Jesus orou. Jesus valorizava sua comunhão com o Pai. Como alguém que entendia melhor do que qualquer outro homem jamais entendeu o privilégio de andar com Deus, Jesus queria manter essa íntima relação com seu Pai. Tendo a escolha entre multidões de homens e seu Pai, Jesus freqüentemente escolheu a companhia de Deus. Quando tinha que escolher entre o sono e a oração, Jesus encontrava o profundo rejuvenescimento de que necessitava, não no descanso físico, mas na conversa espiritual com seu Pai.. Estas orações de Jesus nos ensinam algumas lições muito valiosas sobre o privilégio de sermos chamados filhos de Deus.

O que os discípulos aprenderam?
Os apóstolos pediram instruções sobre como orar. Jesus deu-lhes mais do que palavras, quando mostrou um exemplo consistente de fé em suas orações. Teriam eles aprendido? Dois breves episódios na parte inicial do livro de Atos mostram que eles aprenderam a importância da oração.

Depois que Pedro e João foram perseguidos e passaram algum tempo na prisão por causa de sua pregação, eles encontraram outros cristãos e oraram juntos com confiança, pedindo coragem para continuar sua obra (Atos 4:23-31). Sua citação da poderosa mensagem do Salmo 2 mostra que eles entenderam que o poder da oração é encontrado no poder daquele que ouve essas orações: o Deus que se assenta nos céus.

Quando confrontados com as necessidades físicas das viúvas na igreja de Jerusalém, os apóstolos reconheceram a importância desse serviço e guiaram a igreja na seleção de homens adequados para cuidar do assunto. Mas note, no texto, a razão pela qual os próprios apóstolos não desviaram sua atenção: "E, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (Atos 6:4). O cuidado das viúvas não era para ser negligenciado, mas os apóstolos cuidadosamente reservaram tempo em suas vidas para a oração. Eles tinham aprendido bem a importante lição do exemplo de Jesus e de seus hábitos de oração.

Fé que Move Montanhas

"Porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele” (Marcos 11:23; veja Mateus 17:20; 21:21; 1 Coríntios 13:2). Muitos se recusam a confiar nesta ousada promessa de Jesus. Alguns dizem que Deus já não responde a orações nesta maneira, mas o texto não indica que essas promessas fossem limitadas àquela época. Outros dizem que isto aconteceria se tivéssemos bastante fé, mas que dificilmente alguém conseguiria conjurar tanta fé. Este ponto de vista contradiz o texto: primeiro, Jesus ressaltou, em Mateus 17, que uma pequena quantidade de fé (do tamanho de um grão de mostarda) poderia conseguir; e segundo, esta perspectiva tira a ênfase do poder do Senhor para responder, e a focaliza no poder de crer da própria pessoa. Se não vemos esta promessa como atingível, perdemos o importante auxílio do Senhor.

Jesus não está se referindo a montanhas literais, mas a obstáculos maiores e mais poderosos. As montanhas são usadas simbolicamente na Bíblia para descrever forças poderosas (Isaías 2:2), tarefas enormes (Zacarias 4:7), e barreiras impenetráveis (Isaías 41:14-16; Zacarias 14:4). O texto clássico sobre a remoção da montanha se refere à obra de João Batista, reestruturando radicalmente as vidas das pessoas para preparar para a vinda de Cristo: “Todo vale será aterrado, e nivelados, todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplanados” (Isaías 40:4). As mudanças na paisagem, que João efetuou por sua pregação, foram muito mais fundamentais do que um equipamento para mover terra poderia cumprir.

Deus remove montanhas quando seu povo pede com fé. Ele pode afastar montanhas de avareza, egoísmo, inveja, ódio e sensualidade. Ele pode remover as barreiras que inibem nosso crescimento espiritual e que retardam a expansão de sua palavra. Jamais nos sintamos limitados pelo que nossa débil força própria pode fazer; Deus pode mover montanhas!