quarta-feira, 10 de março de 2010

MANTENDO O ESPÍRITO DE CONQUISTA


TEXTO:Nm 13:26


Eles então retornaram a Moisés e a Arão e a toda a comunidade de Israel em Cades, no deserto de Parã, onde prestaram relatório a eles e a toda a comunidade de Israel, e lhes mostraram os frutos da terra. 27 E deram o seguinte relatório a Moisés: “Entramos na terra à qual você nos enviou, onde manam leite e mel! Aqui estão alguns frutos dela. 28 Mas o povo que lá vive é poderoso, e as cidades são fortificadas e muito grandes. Também vimos descendentes de Enaque. 29 Os amalequitas vivem no Neguebe; os hititas, os jebuseus e os amorreus vivem na região montanhosa; os cananeus vivem perto do mar e junto ao Jordão. 30 Então Calebe fez o povo calar-se perante Moisés e disse: Subamos e tomemos posse da terra. É certo que venceremos! 31 Mas os homens que tinham ido com ele disseram: Não podemos atacar aquele povo; é mais forte do que nós. 32 E espalharam entre os israelitas um relatório negativo acerca daquela terra. Disseram: “A terra para a qual fomos em missão de reconhecimento devora os que nela vivem. Todos os que vimos são de grande estatura. 33 Vimos também os gigantes, os descendentes de Enaque, diante de quem parecíamos gafanhotos, a nós e a eles.




INTRODUÇÃO:


- Nesta ministração veremos como somos cercados por pessoas que tem um espírito passivo e derrotista.


Sua influência pode nos levar a perdermos o nosso objetivo principal. Eles são como verdadeiros apagadores de fogo, matadores de sonhos, consumidores de energia, envenenadores da fé e inimigos das nossas conquistas.


- Saberemos quais as conseqüências que eles provocam em nossas vidas.


- Saberemos como tratar com eles, como resisti-los na fé.


1 - CONQUISTADORES NA RODA DOS DESMOTIVADOS, OU INFLUENCIAM OU SÃO CONTAMINADOS


a - Estamos cercados de “bolas murchas” o tempo todo e é preciso que tomemos cuidado senão eles nos esvaziarão também.


b - Eles se aproximam de nós só para nos sugar as energias, para nos esvaziar porque eles não tem “gás” para nos encher. Ninguém pode dar o que não tem.


c - O que os desmotivados nos dizem tende a nos esvaziar aos poucos e quando menos esperamos, estamos igual a eles, um “bola murcha”. Sem propósito, sem visão, sem unção, sem motivação, desanimados, acomodados e lamentando a nossa própria miséria. Um peso morto.


2 - NÃO PERDER DE VISTA O ALVO PRINCIPAL


- Ne 6:1 - Quando Sambalate, Tobias, Gesém, o árabe, e o restante de nossos inimigos souberam que eu havia reconstruído o muro e que não havia ficado nenhuma brecha, embora até então eu ainda não tivesse colocado as portas nos seus lugares, 2 Sambalate e Gesém mandaram-me a seguinte mensagem: “Venha, vamos nos encontrar num dos povoados da planície de Ono”. Eles, contudo, estavam tramando fazer-me mal; 3 por isso enviei-lhes mensagei­ros com esta resposta: “Estou executando um grande projeto e não posso descer. Por que parar a obra para ir encontrar-me com vocês?” 4 Eles me mandaram quatro vezes a mesma mensagem, e todas as vezes lhes dei a mesma resposta.


a - Sempre que tentamos construir algo significativo, levantamos opositores para nos fazer voltar atrás em nossas decisões.


b - Quem não tem objetivo (os bolas murchas), não aceita o sucesso de alguém, não consegue se alegrar quando alguém decide vencer, ou construir algo importante.


c - Não podemos permitir que a investida dos “bolas murchas” nos perturbe a mente e nos mine a autoconfiança. Eles mandaram a mesma mensagem por quatro vezes, numa tentativa de minar o coração e a paciência de Neemias até atender aos seus intentos.


d - Não devemos esperar incentivo de quem tem a alma tomada pela inveja e pelo fracasso.


- Ne 4:1 - Quando Sambalate soube que estávamos reconstruindo o muro, ficou furioso. Ridicularizou os judeus 2 e, na presença de seus compatriotas e dos poderosos de Samaria, disse: “O que aqueles frágeis judeus estão fazendo? Será que vão restaurar o seu muro? Irão oferecer sacrifícios? Irão terminar a obra num só dia? Será que vão conseguir ressuscitar pedras de construção daqueles montes de entulho e de pedras queimadas?”3 Tobias, o amonita, que estava ao seu lado, completou: “Pois que construam! Basta que uma raposa suba lá, para que esse muro de pedras desabe!”


- Eles sempre tentarão desvalorizar, diminuir e desprezar o que para nós é significativo.


3 - MANTER O EQUILÍBRIO EMOCIONAL, MESMO EM FACE DAS PROVOCAÇÕES


- Nm 20:7 “E o SENHOR disse a Moisés: 8 “Pegue a vara, e com o seu irmão Arão reúna a comunidade e diante desta fale àquela rocha, e ela verterá água. Vocês tirarão água da rocha para a comunidade e os rebanhos beberem”. 9 Então Moisés pegou a vara que estava diante do SENHOR, como este lhe havia ordenado.10 Moisés e Arão reuniram a assembléia em frente da rocha, e Moisés disse: “Escutem, rebeldes, será que teremos que tirar água desta rocha para lhes dar?”11 Então Moisés ergueu o braço e bateu na rocha duas vezes com a vara. Jorrou água, e a comunidade e os rebanhos beberam.12 O SENHOR, porém, disse a Moisés e a Arão: “Como vocês não confiaram em mim para honrar minha santidade à vista dos israelitas, vocês não conduzirão esta comunidade para a terra que lhes dou”.13 Essas foram as águas de Meribá, onde os israelitas discutiram com o SENHOR e onde ele manifestou sua santidade entre eles.


- Temos que ter cuidado com os apagadores dos nossos sonhos, os “bolas murchas”, porque muitas vezes para atendermos aos seus apelos, poderemos até perder o equilíbrio emocional e estourarmos a nossa bola que está cheia.


- Dessa forma só quem perde, somos nós mesmos, por eles já estão murchos mesmo e não tem nada para perder.


- Isso acontece sempre que estamos cheios de fé, de alegria, de vontade de trabalhar e produzir.


Eles nos vêem cheios e começam a nos provocar. Falam coisas desagradáveis; trazem problemas; fofocas; intrigas; discutem; falam mal dos outros; dizem que temos que agir; nos cobram atitudes que eles mesmo não fazem; murmuram; reclamam etc. isso acontece até que ficamos perturbados e estouramos.


4 - SUPERAR AS AMEAÇAS E A INTIMIDAÇÃO


- Lc 13:31 Naquela mesma hora alguns fariseus aproximaram-se de Jesus e lhe disseram: “Saia e vá embora daqui, pois Herodes quer matá-lo”. 32 Ele respondeu: “Vão dizer àquela raposa: Expulsarei demônios e curarei o povo hoje e amanhã, e no terceiro dia estarei pronto. 33 Mas preciso prosseguir hoje, amanhã e depois de amanhã, pois certamente nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém!


- A visão dos “bolas murchas” é de nos intimidar e gerar um medo em nosso interior que pode nos paralisar. Eles impõem terror em nossa alma, a fim de evitar que operemos na obra de Deus.


- Jesus não era um desmotivado e nem um medroso. Sua resposta foi: “Prossigo hoje, amanhã e depois de amanhã...”. Ele tinha um alvo, um propósito e ainda não havia alcançado.


- Muitos deixam seus objetivos, seus projetos pela metade. Não terminam o que começaram porque o medo e a intimidação os dominaram a alma, a fé e a confiança.


CONCLUSÃO:


1 - Saia da roda dos “bolas murchas” senão eles podem esvaziar a sua. Não dê o braço a quem não tem motivação e propósito.


2 - Saiba que se você não influenciar o seu meio ambiente, você será influenciado por ele.


3 - Mantenha a sua “bola cheia”, mas tenha cuidado para não estourar.


4 - Mantenha a visão no seu alvo e não dê atenção e ouvido aos opositores ao seu redor.


5 - Mantenha o seu relatório sempre cheio de esperança e nunca escreva nele, que existe algo impossível para se alcançar.


6 - Saiba que você jamais conquistará algo sem levantar opositor, ouvir coisas desagradáveis, enfrentar os apagadores de sonhos e ter que superar os próprios limites.


Nenhuma grande obra será realizada com facilidade. Sem esforço e sem custo.





AUTOR: Pr. Osmarino Araújo



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As 5 pedras escolhidas por Davi!

I Sm - 17:40 1ª PEDRA - A PEDRA DA CORAGEM.
A pedra da coragem Davi sabia q isso é fundamental na vida de 1 servo de Deus.

2ª PEDRA - A PEDRA DA OBEDIÊNCIA.
Deus ñ se agrada de pessoas desobedientes, pois vemos na palavra I Sm 15:22 q é melhor obedecer do q sacrificar.

3ª PEDRA - A PEDRA DA PROMESSA.
Davi sempre deu crédito às palavras de Deus. Deus é 1 Deus de promessa.

4ª PEDRA - A PEDRA DA UNÇÃO
O profeta Samuel havia ungido a Davi p/ ser Rei em Israel, E sobre ele estava a unção de Deus

5ª PEDRA - A PEDRA DA FÉ.
Davi esperava em Deus vencer o gigante. vc sonha em vencer algum problema, tenha fé.

Essa é a vida do servo de Deus,
anda sempre com as armas certas p/ter vitórias

NEUTRALIZANDO O VENENO DA SERPENTE ABRASADORA


TEXTO:

Nm 21:4 - “Então, partiram do monte Hor, pelo caminho do mar Vermelho, a rodear a terra de Edom, porém o povo se tornou impaciente no caminho. 5 E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morramos neste deserto, onde não há pão nem água? E a nossa alma tem fastio deste pão vil. 6 Então, o SENHOR mandou entre o povo serpentes abrasadoras, que mordiam o povo; e morreram muitos do povo de Israel. 7 Veio o povo a Moisés e disse: Havemos pecado, porque temos falado contra o SENHOR e contra ti; ora ao SENHOR que tire de nós as serpentes. Então, Moisés orou pelo povo. 8 Disse o SENHOR a Moisés: Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar viverá. 9 Fez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste; sendo alguém mordido por alguma serpente, se olhava para a de bronze, sarava”.




INTRODUÇÃO:


- Tendo terminado de vagar pelo deserto, o povo de Israel seguiu um caminho tortuoso em direção ao oriente da terra de Canaã, rodeando pelo sul do mar Morto e marcou o seu caminho com reclamações e murmurações freqüentes, obstinação, rebeldia, inconstância de coração e infidelidade de espírito.
- Não guardaram a aliança de Deus e Não quiseram andar na sua lei. Esqueceram-se das obras e das maravilhas que o SENHOR lhes mostrara. Chamaram de vil o alimento celestial e nutritivo.


I - AS MURMURAÇÕES DO DESERTO ATRAEM SERPENTES ABRASADORAS.


1 - O povo sofria de um mal terrível: a impaciência.


- Eles estavam caminhando há quase quatro décadas, comiam todos os dias a mesma comida (o maná), andavam todos os dias numa jornada difícil. Isso tudo encheu o coração daquele povo de ansiedade e eles ficaram impacientes, murmuradores e reclamadores. Falaram mal de Deus e de Moisés.


2 - Muitas pessoas estão cansadas de ouvir falar de Cristo. Cansados de ouvir falar de perdão, vida eterna e salvação.


Cansados de ouvir falar de batismo, de santa ceia, da pregação do verdadeiro evangelho.


Cansados de ouvir sobre a visão, sobre as células, do discipulado, dos dízimos, dos ensinamentos e conselhos pastorais.


Querem ouvir coisas diferentes: querem ouvir uma mensagem que estimule o seu ego, que lhes faça decidir e governar a sua vida espiritual, que lhes permita mandar na vontade de Deus. Entretanto, não sabem que isso é como veneno mortífero, que produz sofrimento, dor e morte e que, ao final, leva para o inferno e afastamento do reino de Deus.


3 - As regiões anatômicas mais freqüentemente picadas pelas serpentes são: pés, mãos, pernas e tornozelos. Em áreas vitais do movimento do homem.


SINTOMAS E EFEITOS DO VENENO DA SERPENTE:


1 - Afeta a visão, causando embaçamento e diminuição ocular (atinge logo a nossa visão das coisas espirituais);


2 - Insuficiência respiratória (rouba o fôlego de vida, o sopro do Espírito);


3 - Coagulação sanguínea (o coração para de pulsar pelas coisas de Deus);


4 - Insuficiência renal.


A insuficiência Renal é uma condição na qual os rins perdem sua capacidade de filtrar (substâncias que não são aproveitadas – escórias) adequadamente o sangue e regular o equilíbrio de sal e água do corpo. As escórias e a água acumulam-se no corpo produzindo alterações extremas na química do sangue que eventualmente pode afetar a função do coração e do cérebro);


5 - Septicemia (intoxicação geral do sangue por bactérias);


6 - Pode ocorrer paralisia da musculatura. Sensação de cansaço ou de esgotamento, atrofiamento dos tendões e até perda dos movimentos.


7 - Choque emocional (perda do equilíbrio mental- alucinações).


II - GERAÇÕES ENVENENADAS PELA SERPENTE ABRASADORA.


1 - Eva. Gênesis 3:1 Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?


2 - Os filhos de Dã. Gênesis 49:17 Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os talões do cavalo e faz cair o seu cavaleiro por detrás.


3 - A geração do Rei Ezequias. II Reis 18:4 Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo; e fez em pedaços a serpente de bronze que Moisés fizera, porque até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã.


4 - No reinado de Davi. Salmos 58:4 Têm peçonha semelhante à peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos; Salmos 140:3 Aguçam a língua como a serpente; sob os lábios têm veneno de áspide.


5 - O veneno que matou o rei Acaz. Isaías 14:29 Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da estirpe da cobra sairá uma áspide, e o seu fruto será uma serpente voadora.


6 - No tempo de João Batista. Lucas 3:7 Dizia ele, pois, às multidões que saíam para serem batizadas: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?


7 - Nos dias de Jesus. Mateus 23:33 serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?


III - O ANTÍDOTO PARA O VENENO DA SERPENTE


1 - Nm 21:8 Disse o SENHOR a Moisés: Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar viverá. 9 Fez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste; sendo alguém mordido por alguma serpente, se olhava para a de bronze, sarava”.


- Olhar para a serpente era a resposta para a cura.


- Olhar significava encarar o que lhes tinha causado o envenenamento. Porque muitos nem mesmo sabiam o que estava lhes causando a morte. Uma vez que as serpentes surgiam do meio da areia e eram tão rápidas que nem dava para perceber de onde vinham e o que era que lhes feriam. Por isso Deus mandou fazer a serpente de Bronze bem grande e colocá-la no alto de um mastro, para todos verem e conhecerem o que lhes estava causando tal desgraça.


- Isso nos ensina que temos que identificar e encarar aquilo ou aqueles que estão nos prejudicando na caminhada com Deus e no impedimento das nossas bênçãos, no sucesso do nosso ministério etc.


2 - Jo 3:14 “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado,15 para que todo o que nele crê tenha a vida eterna”.


O texto de Jo 3:14-15 nos mostra que a serpente de bronze, colocada sobre uma haste, é uma figura da crucificação de Jesus.


- Jesus foi pregado na cruz para que os pecadores que olhassem para ele fossem curados do veneno fatal do pecado.


- Como Deus não providenciou outro meio para a cura dos israelitas, assim também não há outra cura para os pecadores, a não ser a que se encontra em Cristo. Todo aquele que olhava para a serpente de bronze era curado; todo o que olha com fé para Jesus é curado da morte e do pecado.


CONCLUSÃO:


1 - Nos precisamos recuperar a nossa visão das coisas celestiais.


2 - Precisamos voltar a respirar os ares dos propósitos do reino de Deus.


3 - Precisamos deixar o sangue do cordeiro circular em nossas veias novamente e deixar o nosso coração pulsando forte para o desenvolvimento da obra de Deus.


4 - Precisamos recuperar a nossa movimentação e motivação para as coisas de Deus.


5 - Precisamos recuperar o equilíbrio mental e voltarmos a pensar nas coisas do nosso amado Deus.


6 - Temos que identificar e encararmos o que pode nos envenenar a fé e a saúde espiritual.


Graça e Paz!



AUTOR: Pr. Osmarino Correia de Araújo

LOUVOR PROFÉTICO


Para você que gostaria de pregar sobre o que é louvor profético, apresento o seguinte esboço:

Introdução:



- Durante muitos anos a igreja não incluía um período de cânticos e de louvores a Deus em suas reuniões.


- Poucos eram os cânticos cantados pela congregação, no entanto, a partir de 1973 – algo aconteceu no mundo espiritual – que levou a igreja à prática mais intensa do louvor congregacional.


- Se o povo soubesse a importância que o louvor do povo de Deus exerce nos céus, não cessaria de adorar nem de louvar as vinte e quatro horas.


- Em meu livro “Deixem Soar os Tamborins! (Editora EME:
www.emeeditora.com.br) o leitor e pregador encontrará uma análise histórica do louvor congregacional, a origem de alguns cânticos, etc. que robustecerá sua pregação sobre o tema.

- Nesta mensagem destacamos que o louvor nos dias de Davi veio através do profeta Samuel que criou as escolas de profetas em que um dos ensinamentos era o louvor contínuo, como se verá a seguir.


I. O louvor profético começou com Samuel.


A) As escolas de profetas.


1. Tenha em mente que “profetizar” no AT tinha dois sentidos: Profetizar ao povo, da parte de Deus, e profetizar para Deus, engrandecendo-o.


a) No dia em que Samuel ungiu a Saul com óleo, um dos sinais de que Saul seria o rei de Israel era que ele encontraria “um grupo de profetas que descem do alto, precedidos de saltérios, e tambores, e flautas, e harpas, e eles estarão profetizando. O Espírito do Senhor se apossará de ti, e profetizarás com eles e tu serás mudado em outro homem” (1 Sm 10.5-6).


- Deduzimos que estes profetas usavam a música para profetizar a Deus, não aos homens. Então, o que é profetizar a Deus, senão exaltar-lhe os feitos e engrandecer o Senhor e sua obra?


b) Uns vinte e cinco anos depois, Saul empreendeu uma perseguição acirrada contra Davi e é avisado que ele está escondido na casa de Samuel em Ramá. Saul envia alguns homens para trazê-lo, mas lhe informam que os homens “viram um grupo de profetas profetizando, onde estava Samuel, que lhes presidia; e o Espírito de Deus veio sobre os mensageiros de Saul, e também eles profetizaram” (1 Sm 19.20).


c) Em 2 Reis 2.1-18 – trezentos e cinquenta anos depois se veem os profetas, novamente, profetizando a Deus.


d) Parece que no Novo Testamento o mesmo tipo de “louvor profético” aconteceu na vida daqueles que foram cheios do Espírito Santo.


- Não há registro de que houvesse música, a não ser o “eco” ou som do Espírito como em Atos 2. A questão que deixou os judeus perplexos no dia de Pentecoste foi que eles ouviam os irmãos glorificando e falando das grandezas de Deus em “línguas”, no caso, na língua dos povos presentes em Jerusalém!


- Quer dizer: quando falamos em línguas, glorificamos e falamos das grandezas de Deus, num idioma que nem entendemos!


- O mesmo aconteceu quando Pedro foi à casa de Cornélio, onde os gentios também engrandeciam a Deus em línguas! (At 2.11; 10.46; 19.6).


II. A origem do louvor nas reuniões do povo de Deus (1 Cr 15.16).


A) O começo de tudo (1 Cr 16.7).


1. Os adoradores ou profetas que diziam a Deus de suas grandezas estabeleceram alguns princípios:


a) Cantar alto e com alegria (1 Cr 15.28; e 16.10).


b) Ter alguém para conduzir os louvores (1 Cr 15.22 e Ne 12.8).


c) Deveriam exaltar a misericórdia de Deus (16.41 c/ 2 Cr 5.13 e 2 Cr 20.21).


d) Render graças e invocar o nome do Senhor (1 Cr 16.8).


B) O que é profetizar a Deus.


1. Tornar os feitos de Deus conhecidos, e narrar as suas maravilhas (16.8-10). O que se vê nos Salmos 18 ou em 2 Samuel 22.


2. É profetizar a Deus (1 Cr 25). Profetizar aqui é abençoar a Deus; elogiá-lo. Conferindo-lhe honra. O resultado está em 2 Crônicas 5.6-14.


III. O que o povo fazia com a música. Não apenas profetizam a Deus:


A) Cantavam orações e lamentações: Ex Sl 51; 54,55,56, 57, 60,61,62,63,64.


1. Matanias conduzia o povo nas orações (Ne 11.17).


2. Cantavam a palavra de Deus (Dt 32.1- 44). Cânticos didáticos (Dt 31.19,22; Sl 53,55; 32,42,44,45).


3. Cantavam celebrando a lei (Sl 119.172).


4. Tinham cânticos para ocasiões especiais como os cânticos de romagem ou degraus (Sl 120-135).


B) Cânticos que falam de eventos na vida do povo:


1. Hino do arco (2 Rs 1).


2. Cântico de Ezequias (Is 38.9-20 - meus cânticos - cânticos dele e de outros).


3. Cântico do futuro - Is 26.


4. Cântico da vinha (Is 27.2-3).


5. Cântico das lamentações de Jeremias pela morte de Josias (2 Cr 35.25).


6. Cântico do poço (Nm 21.17,18).


IV) O céu está repleto de cânticos que foram preparados para ocasiões especiais:


A) Cânticos preparados para ocasiões especiais no céu:


1. O cântico ao sempiterno Deus (Ap 4.11).


2. Cântico feito para o Cordeiro (Ap 5.9-14).


3. O cântico da igreja (Ap 7.9-12).
4. O cântico dos misteriosos (Ap 14.2-3).


5. O cântico dos que vêm da grande tribulação, composto por Moisés e pelo Cordeiro (Ap 15.3-4).


B) Na terra os cânticos falam de:


1. Cânticos na vida diária (Ef 5.18-20; At 16.25; Tg 5.13; Sl 34.1; 1 Ts 5.18; 1 Pe 2.5).


2. Cânticos na vida congregacional.


1. O culto a Deus requer que o adorador tenha:


a) Vida íntegra (Sl 24.4; 33.1; Mq 6.6-8; Am 5.23-24).


b) Adoração como parte do culto (Cl 3.16-17).


c) Cânticos de oração no espírito (1 Co 14.5). Diferenciar um mantra de cânticos espirituais. A repetição: cantar com a mente e cantar com o espírito! (Ver 1 Co 14.13-17).


d) Gemidos espirituais (Rm 8.26-27). Alcançando o "tom" do Espírito (v 23). Súplicas na oração, num tom clamor, etc. Discorrer sobre o tema do “tom celestial”.


Conclusão:


Na realidade, o verdadeiro adorador profetiza aos homens, profetiza a Deus e sabe usar dos louvores para expressar (1) o que se passa em seu coração, (2) no coração do povo e (3) no coração de Deus.

APRENDENDO OUVIR A DEUS



Texto: Isaías 50.4-5



Introdução:



- Aprender a ouvir e a discernir a voz de Deus é uma das tarefas mais árduas a cada crente.


- Porque cada pessoa ouve a Deus de um jeito, conforme sua comunhão e sua sensibilidade com Deus.


Três coisas desenvolveremos neste sermão.


(1) Não importa de que maneira ouvimos a Deus, devemos aprender a ouvi-la.


(2) Depois, devemos aprender a discernir o que ele está dizendo e


(3) por último devemos obedecer à sua voz.


- Deus nunca fala de um mesmo jeito. E cada pessoa aprende a ouvi-lo e a entendê-lo de maneira diferente dos outros.


I. Aprendendo a ouvir a Deus.


A. Deus fala audivelmente. Temos muitíssimos exemplos de Deus falando audivelmente com seus servos (Nm 12.6-8).


1. Deus explica a Miriam e a Arão que ele tinha uma maneira especial de falar com Moisés.


B) Deus fala por sonhos e visões.


1. Tanto no Antigo Testamento como no Novo os sonhos são a maneira mais comum de Deus falar com uma pessoa.


a) Jacó (Gn 28.12-17; 31.10-11).


b) José. Teve sonhos que falavam de seu futuro (Gn 37.5 e 9). O padeiro e o copeiro sonharam com seus destinos e o contaram a José na prisão (Gn 40.5).


c) Faraó. Deus deu sonhos a Faraó que José interpretou (Gn 41.1).


d) Gideão ouviu um midianita contar um sonho ao seu companheiro (Jz 7.13).


e) Nos dias de Samuel a palavra de Deus quase não era ouvida (1 Sm 3.7).


f) Salomão teve um encontro com Deus em sonhos (1 Rs 3.5).


g) Nabucodonosor teve sonhos que Daniel interpretou (Dn 2.1).


C. Mas, Deus falou de outras maneiras. Alguns exemplos:


1. Elias precisou caminhar 40 dias e quarenta noites até Horebe para ouvir a Deus (1 Rs 19.8-13).


2. Isaías precisou enfrentar um período de tribulação para ouvir a Deus (Is 6.1-8). Os acontecimentos e as circunstâncias são meios que Deus usa para ouvirmos sua voz.


D. Sonhos no Novo Testamento.


1. Deus falou com José e com os magos em sonhos (Mt 1.20; 2.13; 2.22).


2. Os magos também ouviram de Deus em sonhos (Mt 2.12).


3. A mulher de Pilatos teve um sonho perturbador (Mt 27.16).


- Um sonho pode conter a chave da solução de um problema.


E. Deus também fala por enigmas.


1. Eliú afirmou que Deus fala com o homem de duas maneiras (Jó 33.13-14).
A chave aqui é: Enquanto dormimos Deus sela a instrução em nossos ouvidos. Por isso tomamos decisões sábias, porque Deus já havia selado seu conhecimento.


2. Eliú entendeu que Deus fala conosco enquanto dormimos e inculca em nós os seus desígnios, e fala que Deus também fala conosco através da dor e da enfermidade (Jó 33.19-21).


a) Na hora da enfermidade ficamos mais sensíveis à voz de Deus. Paramos com tudo e nos recolhemos.


Experiências diversas.


II. Desenvolva uma sensibilidade para ouvir a Deus.


A. O Espírito Santo fala em nosso ser interior, sussurra palavras, direciona.


1. Davi orou: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Sl 119.18).


2. Os discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.16,31).


B. Como isso acontece?


1. Pela oração. Você fala. Você ouve (Sl 27.6-8).


2. Pela palavra. Daniel entendeu os tempos ao ler o profeta Jeremias (Dn 9.2). Pode ser que você leia um livro, biografias de homens de Deus, uma história. Pode ser pela natureza, por uma circunstância, etc.


3. Deus fala pelas circunstâncias. Quando todas as portas se fecham (1 Pe 1.11).


4. Pelas tribulações e dor (Sl 119.67,71; Jó 33.19).


5. Pela palavra profética. Debaixo do chuveiro. Orando a Deus.


Paulo ouviu muito de Deus pelos profetas (At 7.51 e 28.25). Ágabo (At 11.27-28; 21.4,8-14; 20.23).
“Ora, o Espírito afirma expressamente que...” (1 Tm 4.1).
Cada um de nós tem um exemplo de como Deus falou ao nosso coração, seja por sonhos, visões ou interiormente.


6. Deus fala através de sinais...


III. Hoje nos fala ainda através de Jesus Cristo (Hb 1.1-2).


A. Ele falou de muitas maneiras no passado. Falou em sonhos e visões. “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes”


1. Falou também “pelos profetas”.


2. E nos fala hoje “pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo” (Hb 1.1-2).


B. O segredo de se ouvir a Deus não é viver à cata de sonhos, visões e enigmas: É ouvir a Jesus.


1. Essa foi a recomendação do Pai aos que estavam com o Filho no Monte da Transfiguração: “A ele ouvi” (Mt 17.5).


2. Quando ouvimos a Jesus, as chances de errar são nulas (Mt 7.24-26). Quando tentamos interpretar um sonho ou uma visão as chances de erro são maiores. E podemos nos enganar.


3. O que ouve a Jesus é como casa firmada na rocha (Lc 6.47-49).


4. Todo “aquele que é da verdade” ou a voz de Jesus (Jo 18.37).


Conclusão.


1. Devemos aprender a distinguir a voz de Deus em meio às muitas vozes. Muitos eram os pastores que guardavam seus rebanhos numa mesma estrebaria, mas ao falar, cada ovelha distinguia a voz de seu pastor.
“... ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos” (Jo 10.3-5).


2. Quando conhecemos a voz do nosso Pastor, se ele falar em sonhos, entenderemos ser sua voz; se em visão, perceberemos que ele fala; se no interior do coração, saberemos que a voz é dele.


3. Somente aprendemos a ouvir a reconhecer a voz de Deus pela convivência com o pastor.


4. Por que se preocupar com as “outras maneiras de Deus falar” se conhecemos a voz do Pastor?



Autor: Pastor João A. de Souza Filho

terça-feira, 9 de março de 2010

RESTAURANDO A COMUNHÃO QUEBRADA


II Co. 5:18 diz: Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação;


- Sempre vale a pena restaurar Relacionamentos. Uma vez que o importante é amar, Deus quer que valorizamos relacionamentos.


- Pais com filhos, Cônjuges, entre familiares e entre amigos.


- Os nossos pecados nos separou de Deus, e Deus com seu Filho Jesus nos resgatou e restaurou a comunhão quebrada.


- Sem o Senhor Jesus é impossível restaurar qualquer comunhão.


- Deus através de seu Filho Jesus quer que sua família seja reconhecida pelo o amor Rm. 5:5 e a esperança não desaponta, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.


Como restaurar relacionamentos quebrados?


A Bíblia nos dá Sete passos para restaurar a comunhão.


1 – Fale com Deus antes de Falar com as pessoas.


Tg. 4:1,2 diz e a esperança não desaponta, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.


2 – Tome sempre a iniciativa.


Mt. 5: 23, 24 diz Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta.


3 – Tenha compaixão pelos sentimentos dos envolvidos.


Fl. 2:4 diz não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.


4 – Confesse sua parte no conflito.


Mt 7:5 diz Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.


5 – Insista contra o problema, não contra a pessoa.


Pv. 15:1 diz A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.


6 – Coopere tanto quanto possível.


Rm .12:18 diz Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.


7 – De ênfase a reconciliação, não a solução.


Mt. 5: diz Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.


- A Reconciliação se atém ao relacionamento, enquanto a solução se atém ao problema.


- Quando focarmos á reconciliação, o problema perde a importância e não raro se torna irrelevante.


- Espero que este conselho te ajudei a melhorar seus relacionamentos porque isso sim é viver com propósitos.


- Quando você praticar essas verdades se cumprirá em você o seguinte Is. 60: 1, 2 Levanta-te, resplandece, porque é chegada a tua luz, e é nascida sobre ti a glória do Senhor. Pois eis que as trevas cobrirão a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o Senhor virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti.


Deus te abençoe ricamente

COMO RESTAURAR RELACIONAMENTOS QUEBRADOS


- Os relacionamentos mais íntimos podem adoecer. As amizades mais próximas podem se acidentar nos rochedos das decepções e das mágoas.


- As palavras de amor podem ser substituídas pelas acusações ferinas; os abraços fraternos podem ser trocados pelo afastamento gelado; a alegria da comunhão pode ser perturbada pela tristeza da mágoa.


- Os relacionamentos adoecem na família, na igreja e no trabalho.


Pessoas que andaram juntas e comungaram dos mesmos sentimentos e ideais, afastam-se.


Cônjuges que fizeram votos de amor no altar, ferem um ao outro com palavras duras.


Amigos que celebravam juntos as venturas da vida, distanciam-se.


Parentes que degustavam as finas iguarias no banquete da fraternidade, recuam amargurados.


Irmãos que celebravam festa ao Senhor no mesmo altar, apartam-se tomados por gélida indiferença.


Como podemos restaurar esses relacionamentos quebrados?


Como podemos despojar-nos da mágoa que nos atormenta?


Como podemos buscar o caminho do perdão e tomar de volta aquilo que o inimigo saqueou da nossa vida?


1. Reconhecendo nossa própria culpa na quebra desses relaciomentos.


- É mais fácil acusar os outros do que reconhecer nossos próprios erros.


- É mais fácil ver os erros dos outros do que admitir os nossos próprios.


- É mais cômodo recolher-nos na caverna da auto-piedade do que admitir com honestidade a nossa própria culpa.


- A cura dos relacionamentos começa com o correto diagnóstico das causas que provocaram as feridas. E um diagnóstico honesto passa pela admissão da nossa própria culpa.


2. Tomando atitudes práticas de construir pontes de aproximação em vez de cavar abismos de separação.


- A honestidade de reconhecer nossa culpa e a humildade de dizer isso para a pessoa que está magoada conosco é o caminho mais curto e mais seguro para termos vitória na restauração dos relacionamentos quebrados.


- Jesus Cristo nos ensinou a tomar a iniciativa de buscar o perdão e a reconciliação.


- Não podemos ficar na retaguarda, nos enchendo de supostas razões, esperando que os outros tomem a iniciativa.


- Devemos nós mesmos dar o primeiro passo. Deus honrará essa atitude.


3. Tomando a atitude de perdoar a pessoa que está magoada conosco assim como Deus em Cristo nos perdoou.


- É mais fácil falar de perdão do que perdoar.


- O perdão não é coisa fácil, mas ele é necessário.


Não podemos ser verdadeiros cristãos sem o exercício do perdão.


- O perdão também não é coisa rasa.


Não podemos nos contentar com uma cura superficial dos relacionamentos feridos.


Não podemos ignorar o poder da mágoa nem achar que o silêncio ou o tempo, por si mesmos, possam trazer cura para esses relacionamentos quebrados.


- O perdão é mais do que sentimento, é uma atitude.


Devemos perdoar porque fomos perdoados e devemos perdoar como fomos perdoados.


Devemos apagar os registros que temos guardado nos arquivos da nossa memória.


- Não devemos cobrar mais aquilo que já perdoamos nem lançar mais no rosto da pessoa aquilo que já resolvemos aos pés do Salvador.


- O perdão é um milagre. Ele é obra da graça de Deus em nós e através de nós. É dessa fonte da graça que emana a cura para os relaciomentos quebrados.


Que Deus nos dê a alegria da cura dos relacionamentos no banquete da reconciliação!






AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes

CONQUISTANDO O QUE NOS PERTENCE



TEXTO: JUÍZES 6:1-6:10


INTRODUÇÃO:


Depois da morte de Josué, o povo se afastou de Deus desobedecendo (adorando ídolos) e, por isso, sofreram às consequências:


• Eles estavam vivendo com medo, sem proteção, sob o jugo dos seus inimigos


• Os israelitas fugiram para as montanhas e viviam em grutas e cavernas e lugares fortificados em Gaza, a sudoeste da Palestina.


• Não prosperavam, o que plantavam era roubado pelo inimigo. Neste cenário se lembraram das promessas de Deus e lhe buscaram arrependidos, e Deus em seu amor respondeu lhes enviando um profeta (que não se identifica), que lembrou a todos o que Deus havia feito por eles e o que eles estavam passando era resultado da desobediência, não só lhes mostrou os seus erros, mas também em seu terno amor lhes estendeu a mão, levantando Gideão para libertá-los.


- Na época dos juízes, um juiz se levantou (Houve 11 juízes e Gideão foi o sexto), que soube ouvir a Deus e obedecer lhe, ele colocou sua confiança em Deus e recebeu de Deus o apoio e vitória.


- Seu nome era Gideão, que significa derrubador e cortador, que é o que ele fez em sua vida, pois libertou o povo da escravidão dos midianitas (tribo nômade que habitava o deserto da Arábia, a leste do Mar Morto).


I. CARACTERÍSTICAS DE UM HOMEM DE DEUS


A. Esforçado e valente. Juízes 6:11-12


- Enquanto o povo se escondia, Gideão estava no lagar tentando proteger o que era seu, escondendo o trigo. Ali, o encontrou o anjo do Senhor.


- Deus estava procurando um homem que, apesar das circunstâncias negativas que o rodeavam persistia em arrebatar a sua bênção.


B. Conhece a Deus. Juízes 6:13


- Quando o anjo do Senhor lhe diz: “O Senhor está contigo” ele começa a perguntar por tudo que o Senhor tinha feito por Israel. Ele conhecia o poder de Deus e sabia que ele tinha o poder de mudar as coisas que estavam acontecendo, pois sabia que Deus tinha estado com Israel no passado.


C. Não aceita o anormal como sendo normal


- Ele sabia que as coisas que estavam acontecendo não eram o que Deus tinha prometido ao seu povo e em suas perguntas existia uma reivindicação e ao mesmo tempo uma petição a Deus para agir com base no que foi prometido a Israel.


- Gideão não seguiu as atitudes dos demais, de correr para as cavernas, de esconder-se e dar tudo o que pertencia por promessa ao inimigo.


D. Não aceita uma vida de derrota


- Gideão não viu a derrota de Israel como algo normal.


- Ele conhecia as promessas de Deus para o seu povo e as desejava, ele queria ver o seu povo vivendo uma vida livre e em abundância, sem a opressão do inimigo.


- Ele queria ver Israel vitorioso, ele queria ver o Deus de Israel agindo no presente, como tinha atuado no passado e não aceitava que a realidade que vivia fosse a realidade que Deus tinha prometido.


E. Sabe que não pode fazer nada sozinho. Juízes 6:14-15


- Diante das suas perguntas o anjo do Senhor lhe disse: “Vai nesta tua força e livra Israel”, mas ele imediatamente respondeu: “com que livrarei a Israel?”.


- Gideão reconheceu que ele não era ninguém para salvar o povo, que sem Deus nada poderia fazer. Mas deixou de ver como ele se via como alguém incapaz, incompetente e decidiu se ver como Deus o via.


- Muitas vezes, por não tomarmos esta atitude de nos ver como Deus nos vê, podemos frear o mover de Deus em nossas vidas, quando Deus nos escolhe é porque ele vê: virtudes, qualidades e potencial para garantir que seremos bem sucedidos, o qual estará baseado em sua presença e ajuda.


F. Ouve a Deus e lhe obedece. Juízes 6:16-18


- Diante do que o anjo lhe disse para fazer, Gideão não disse não, mas pediu um sinal de que era de Deus a ordem, pediu um sinal e ao recebê-lo obedeceu.


- Lembre-se que quando, Deus te chama para uma missão ele te respalda.


II. PASSOS PARA CONQUISTAR O QUE NOS PERTENCE


A. Crer em Deus


- Não importa como está a situação, quando Deus nos dá uma palavra devemos crer e obedecer-lhe em tudo.


- Gideão era um homem de Deus, que na sua humanidade pediu muitos sinais para confirmar que Deus estava com ele.


- O seu ponto fraco era a insegurança, mas permitiu que Deus o aperfeiçoasse e obedeceu "apesar de..." Creu em Deus colocou sua confiança nele e conquistou a vitória.


B. Mover-se para uma renovação espiritual. Juízes 6:27-30


1. Destruiu os ídolos: Tudo o que exige a nossa atenção e o nosso amor, mais ou acima de Deus.


2. Ele rompeu com a tradição, defendendo a coisa certa


3. Ele testemunhou


C. Seguir a estratégia que Deus dá. Juízes 6:34


1. A unção do Espírito Santo desceu sobre ele e as pessoas o seguiram, viu que Deus estava com ele. Jz 7:7


2. As vitórias em Deus é uma mistura de liderança e obediência.


- Deus disse a Gideão para selecionar 300, os quais estariam firmes com as suas buzinas (O som das trombetas é anuncio de vitória). E cântaros que tinham que ser quebrados (nossas vidas) e assim o fogo (o mover do Espírito Santo) seria visto. Os 300 seguiram o exemplo de seu líder e se juntaram a ele conseguindo assim a vitória.


- Deus não pretendia que eles lutassem, mas que eles obedeceram ao que ele ordenou.


D. Dar a glória a Deus; sempre. Juízes 8:22-23


1. Reconhecer que dele é a vitória e não nossa.


CONCLUSÃO:


Para conquistar o que nos pertence devemos:


A. Estar sob a unção do Espírito Santo


B. Buscar a aprovação de Deus no que se vai fazer seguir o que ele diz.


C. Estar rodeado de pessoas com a mesma visão e missão. Não importa a quantidade, mas qualidade.


D. Não aceitar o anormal, mas transforma as coisas como Deus as quer.


E. Devemos ver a nós mesmos como Deus nos vê e saber que nele temos a vitória


F. Devemos pedir a Deus que estratégia seguir diante de uma missão e obedecer ao que ele diz em tudo


G. A vitória dos escolhidos tem um impacto sobre todo o povo


H. O líder é escolhido por Deus, devemos obedecê-lo e segui-lo, pois Deus dá a ele a visão e a missão


I. Nossas armas são espirituais


J. Antes de uma batalha, com base na obediência, já temos a vitória.

segunda-feira, 8 de março de 2010

A MULHER NA BIBLIA

Um libélulo contra a opressão feminina a fim de que os propósitos de Deus sejam restaurados.

Introdução: Os dados estatísticos revelam a situação de opressão, discriminação e sujeição a que são submetidas as mulheres em nossa sociedade. Segundo a ONU 70% delas já foram ou serão vítimas de algum tipo de violência; recebem salários cerca de 20 a 30% inferior aos homens mesmo tendo as mesmas qualificações e exercendo as mesmas funções; tem uma participação minoritária nas funções de governo e comando público, que mal chega a 17%; isso só para citar alguns dados, e sem nos referir à situação em que vivem as mulheres sob o regime islâmico, dentre outros.


1. O propósito de Deus


A Bíblia registra em Gênesis 1: 27-28 e 2:24 que o propósito de Deus, desde o princípio, é que o domínio (o governo) sobre toda a Criação fosse exercido pelo homem e pela mulher, e que ambos fossem uma unidade, uma só carne diante de Deus. Nunca foi propósito de Deus que o gênero masculino governasse sobre o gênero feminino.


O pecado trouxe a maldição da sujeição da mulher ao homem (Gen. 3:16), pois o pecado gerou a quebra da unidade entre homem e mulher, quando Adão culpou Eva por sua própria desobediência, assim como gerou a quebra da unidade entre o ser humano e a natureza, quando Eva culpou a serpente pela sua própria desobediência (Gen. 3:12-13). Num ambiente de acusações mútuas não haveria mais possibilidade de unidade, de perfeição, de integração.


Mas o próprio Deus anunciou sua intenção de restaurar todas as coisas aos seus propósitos eternos, anunciando que do ventre da própria mulher nasceria aquele que haveria de atingir a capacidade de governo (cabeça) da serpente (Gên. 3:15). Ali foi estabelecida uma inimizade entre satanás e o gênero feminino que explica (mas não justifica) tanta opressão, tanta violência, tanta aversão ao gênero feminino que gerou enfermidades na alma de tantas gerações, tantas civilizações e muitos povos e sociedades, como a misoginia, o homossexualismo e “reificação” da mulher em objeto de satisfação sexual.


2. O Ministério da Restauração


O Ministério de Jesus, anunciado por Deus desde o momento da queda do primeiro Adão, é um ministério de restauração e reconciliação de todas as coisas com Deus, realizando o propósito do Criador para a criação (Colossenses 1:19-20).


Jesus é o cabeça do corpo, que é a Igreja (Colossenses 1:18 e Efésios 1:22-23) e cabe ao Corpo realizar a obra de Cristo, que é a obra da restauração dos propósitos do Criador para a criação (Mateus 28:18-20 e I Coríntios 12:12-13).


3. A inferioridade da mulher na Igreja


O apóstolo Paulo anunciou um princípio espiritual em Gálatas 3:28, afirmando que homem e mulher são um em Cristo Jesus. Isso está perfeitamente de acordo com o ato da criação, quando a Palavra diz que “homem e mulher, os criou à sua imagem e semelhança” (Gênesis 1:27). Ou seja, diante de Deus homem e mulher são iguais, não há um maior e outro menor, não há um mais parecido e outro menos parecido com Deus, pois ambos são imagem e semelhança do Criador.


A Bíblia registra diversas mulheres e seu papel e serviço ministerial no Reino de Deus, entre elas quero destacar: Miriã, a profetiza (Ex. 15:20); Débora, a juíza (Jz. 4:4); Jael, a guerreira (Jz. 4:17-21); Ana, a profetiza (Lucas 2:36); Febe, a trabalhadora da Igreja de Cencréia (Rm. 16:1); Priscila, a discipuladora (Atos 18:24-26); as quatro jovens filhas de Felipe, profetizas (Atos 21:9); Trifena, Trifosa e Pérside, as trabalhadoras para o Senhor (Romanos 16:12); Ninfa, que hospedava uma igreja em sua casa (Filemon 1:2). Enfim, uma imensa variedade de mulheres exercendo uma variedade de ministérios, no Velho e no Novo Testamento.


Essa mensagem por si só é revolucionária. Ela destrói toda cultura, toda altivez, todo pensamento, toda tradição que se levanta para estabelecer o machismo e a sujeição da mulher ao homem. Mas se é assim, por que a mulher assumiu um papel tão inferior na Igreja? Por que muitas denominações que se dizem cristãs rejeitam o ministério feminino? Por que é fácil aceitar uma mulher diaconisa, mesmo que não exista um exemplo de uma diaconisa na Bíblia, mas não é fácil aceitar uma pastora, uma bispa ou uma apóstola? Por que durante tanto tempo a maior parte da Igreja cristã relegou as mulheres ao papel da presença invisível nos cultos, nas atividades religiosas, nas congregações e no meio do povo de Deus?


A falta de entendimento da Igreja acerca dos propósitos e dos princípios estabelecidos por Deus, com uma leitura e uma interpretação distorcida, incompleta e influenciada pelo padrão comportamental de um mundo envolto numa cultura machista, impediram que a Igreja anunciasse o evangelho da restauração dos propósitos de Deus para o relacionamento entre homens e mulheres como uma unidade em Jesus Cristo e como herdeiros do governo sobre toda a criação. Essa falta de entendimento levou a que se trocasse o princípio por uma norma, uma regra, e é isso que gerou todo o engano no meio do povo de Deus.


Paulo, falando às Igrejas de Corinto e Éfeso deu ordem expressa para que as mulheres se calassem, não participassem da liturgia dos cultos, que se pronunciassem apenas em casa, para seus maridos. Confrontar essa norma, essa regra, de Paulo para essas duas igrejas, com o princípio que ele mesmo anunciou à Igreja da Galácia, de que em Cristo Jesus não há distinção entre homem e mulher, poderia parecer uma contradição. Mas não é uma contradição, porque as regras, as normas, são inferiores aos princípios. E a regra é estabelecida para ser aplicada em um caso específico, numa situação específica, que foi o que aconteceu com os Corintos e os Efésios.


Isso porque Corinto e Éfeso eram duas cidades caracterizadas pela presença dos templos de Afrodite (deusa do amor e do sexo) e Artemis, também conhecida como Diana, a mais popular entre os deuses do panteão romano e que mais recebia sacrifícios, que representa a figura feminina selvagem e descomprometida com o lar e a família. Naquelas comunidades atuavam milhares de prostitutas cultuais, disseminando uma crença e uma cultura de superioridade da mulher sobre o homem e um comportamento de absoluta decadência moral e orgias sexuais. Ao ordenar que as mulheres não participassem da liturgia do culto naquelas Igrejas cristãs, o apóstolo Paulo estava confrontando uma cultura estabelecida, visando sua superação. Essa é a única forma adequada de entender a aplicação de uma regra específica aparentemente contraditória com um princípio que o próprio apóstolo acreditava e anunciava, como fez em Gálatas 3:28.


Ademais, a palavra “autoridade” aparece 68 vezes no Novo Testamento. A tradução da língua original do NT (grego) para o português não contemplou a diversidade de conceitos semelhantes, englobando todos no mesmo vocábulo. Isso podemos ver em cinco diferentes situações bíblicas, tais como em Mateus 7:29, ao se referir à “autoridade” que Jesus exercia, a palavra original utilizada foi “exousia”, aliás, a mais comum em todos os episódios e referências que receberem essa tradução. Já em Romanos 13:3, ao se referir à “autoridade” dos governantes, comandantes e líderes, a palavra original foi “archon”. Em Mateus 20:25 e Marcos 10:42 como referência à “autoridade” exercida pelos políticos maiorais, a palavra original foi “katexousiazo”, que tem o mesmo sentido de “exousiazo”. Em I Timóteo 2:2, em sua admoestação para orar em favor dos reis e dos que exercem “autoridade”, assim como na pregação de Paulo em I Coríntios 2:1, a palavra original foi “huperoche”. Apenas em I Timóteo 2:12, quando Paulo diz que “não permito que as mulheres ensinem ou tenham “autoridade” sobre os homens, a palavra original usada foi “authenteon”.


Nos melhores léxicos vemos o significado de “authenteon” como “o completo poder sobre”, “controlar de maneira arrogante e tiranizadora”, “gritar ordens”, “agir como chefe com”, “latir para”, “dominar sobre”. Então é fácil entender sobre qual tipo de autoridade Paulo estava se referindo para impedir que fosse exercida pela mulher naquelas Igrejas de Corinto e Éfeso.


4. A Mulher virtuosa não é a Amélia


Quando o Senhor anunciou através do profeta Joel que derramaria do Seu Espírito sobre toda a carne, promessa que se cumpriu no Pentecostes, Ele disse “vossos filhos e vossas filhas profetizarão (…) e até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias” (Joel 2:28-29). Mais à frente, Paulo falando aos próprios Corintos e aos Efésios disse “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres” (Efésios 4:11), ou seja, falando sobre a diversidade de dons e ministérios que operam no Corpo de Cristo, onde homens e mulheres juntamente servem ao Senhor, não distinguindo a que tipo sexual se aplicaria quaisquer desses dons.


Mas a maior expressão sobre como a Palavra de Deus vê a mulher, como o propósito de Deus se estabelece no gênero feminino, está registrada em Provérbios 31:10-31, chegando mesmo a afirmar que a mulher virtuosa administra seu lar (v. 15), mas que também é uma empreendedora, que examina propriedades e compra, que com sua renda financeira planta lavouras (v. 16), que produz e vende bens no mercado (v. 24), que fala com sabedoria e instrução (v. 26), ou seja, é uma mulher alfabetizada, letrada, estudiosa.


Ou seja, longe do estereótipo de “Amélia, a mulher de verdade”, a mulher do padrão bíblico é temente ao Senhor e realiza plenamente seu potencial criativo e de governo. E não adianta tentar apelar para Efésios 5:22-23 sobre o papel da esposa no lar de submissão ao marido, porque precisamos entender o sentido pleno do que é estar sub-missio, ou seja, debaixo de uma missão, auxiliando na realização de uma missão, que certamente não tem nada a ver com subjugação. E depois, o papel mais difícil não é o de ser submisso, mas é o delegado aos maridos, de amar suas esposas “como Cristo amou a Igreja”, isso sim é missão difícil. Alguém tem conseguido isso? Eu estou apenas começando a tentar isso e, confesso, preciso muito da graça de Deus para cumprir esse propósito.


Conclusão: Se a Igreja não tivesse se deixado contaminar com a cultura dominante da época e do mundo e tivesse simplesmente anunciado o Evangelho da restauração de todas as coisas aos propósitos originais estabelecidos pelo Criador, não existiria feminismo, nem organizações ou movimento feminista, talvez nem existisse tanta opressão feminina no mundo como existe atualmente. Mas quando a Igreja cala a sua voz profética, então vivemos a tragédia que estamos vendo se abater sobre as mulheres e daí só resta à Igreja libertar-se, transformar-se, renovar-se para conhecer e experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12:2).


Louvo a Deus por esse estudo e o dedico a uma pastora que deseja apenas ser gente e que me instigou à reflexão sobre o tema em seu blog.

Rondon do Pará, 08 de março de 2010 – Dia Internacional da Mulher

Pr. Fidelis Paixão
Ministério Ágape da Restauração

8 de março, Dia Internacional da Mulher




As mulheres do Século XVIII eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas. Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres.


Mulher que sonha.
Mulher que trabalha.
Mulher que briga.
Mulher mãe.
Mulher filha.

Mulher que manda e que ama.
Mulher de erros e acertos,
de palavra doce.

São tantas qualidades para definir essa
criatura abençoada por Deus que por
vezes nos perdemos em palavras.

Representa com sua doçura e determinação
um universo totalmente desconhecido e a
cada dia se revela ainda mais misterioso
e apaixonante.

Neste dia, dedicado exclusivamente
a mulher, quero demonstrar o quanto
me orgulho de você!

Não conheço uma pessoa sequer que
não tenha se rendido aos encantos
de uma mulher.

E muito menos que tenha conseguido
passá-la para trás.

Hoje é o Dia Internacional da Mulher!

E quero lhe dar os parabéns!
Afinal, você é uma das mulheres mais
inteligentes e determinadas que conheço!

Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia!


♥ Pr.Clodoaldo Pereira♥

centenas de mortos na Nigéria


Confronto entre muçulmanos e cristãos deixa centenas de mortos na Nigéria
Publicada em 08/03/2010 às 10h51m
O Globo
Agências internacionais

JOS, Nigéria - Uma onda de ataques de muçulmanos contra cristãos perto de Jos, na região central da Nigéria, deixou mais de 200 mortos no domingo, levando o governo a enviar soldados para patrulhar a região, segundo a rede de televisão americana "CNN". Enquanto autoridades e organizações de assistência ainda tentam socorrer os feridos nos confrontos, o número de mortos é incerto. De acordo com o comissário de informação do governo do estado de Plateau, Gregory Yenlong, cerca de 500 pessoas morreram.

O ataque de domingo seria uma vingança pela morte de centenas de pessoas em janeiro, quando também foram registrados violentos confrontos entre cristãos e muçulmanos nos arredores de Jos. Desta vez, testemunhas afirmam que grupos muçulmanos da etnia Hausa-Fulani invadiram na madrugada de domingo o povoado de Dogo-Nahawa, onde a população é majoritariamente cristã. Outros dois vilarejos também teriam sido atacados por invasores que portavam armas de fogo e facões.


Parte dos mortos foi incendiada pelos invasores, o que dificulta a contagem das vítimas. Além disso, o número de mortos em outros confrontos na Nigéria foi manipulado politicamente por grupos rivais. O presidente em exercício da Nigéria, Goodluck Johnathan - que substitui o titular do cargo, Umaru Yar'Adua, que está doente - colocou em alerta máximo as forças de segurança que atuam na região central do país.

Desde a onda de violência do início deste ano, foi imposto um toque de recolher na região, que é palco de conflitos por estar na divisa entre o Norte, de maioria muçulmana, e o Sul do país, de maioria cristã. Com 148 milhões de habitantes, a Nigéria é o país mais populoso da África.

AUTORIDADE ESPIRITUAL


"Obedecei aos vossos guias, e sede submissos para com eles; pois velam por vossas almas, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros." Hb 13:7


* Deus é a fonte de todo poder (Sl 62:11), e Ele dá autoridade a quem Ele quer.


* O próprio Cristo afirmou que toda autoridade lhe foi dada nos céus e na terra (Mt 28:18).


O que é então autoridade?


=> Autoridade é do Lat. auctoritate e significa poder de mandar; domínio; poder; pessoa que exerce o poder; mando; poder público; pessoa ou texto que se invoca em favor de qualquer opinião.


=> No que tange a autoridade espiritual estamos falando de alguém que recebe poder da parte de Deus para exercer uma função.

=> É preciso resgatar a importância do líder espiritual, e saber que seu papel na igreja é uma dádiva de Deus.


=> Muitos não querem reconhecer a autoridade desses líderes, ou seja, não querem reconhecer o poder dado a eles da parte de Deus. A recomendação das Escrituras é: “obedecei... e sede submissos”.


=> Aqui está a dificuldade. Muitos pensam que obedecer a pessoas ou se submeter a eles é sinal de fraqueza e de humilhação. No entanto, não podemos esquecer que sem liderança o povo cairá (Pv 11:14) e que se não há liderança cada um segue seu próprio caminho (Jz 21:25). Isto com certeza redunda em sérios problemas para qualquer que seja a instituição (família, organizações, etc).

=> Estamos falando de liderança constituída por Deus e que anda segundo o padrão divino. Esta liderança tem a responsabilidade de falar em nome de Deus. Isto implica que sua mensagem e missão derivam de Deus e não de projetos próprios.


=> Assim como Deus escolheu a Moisés (Ex 3:7) para ser o condutor do povo de Israel para a libertação rumo a terra prometida, Deus continua dando autoridade a homens e mulheres para conduzirem seu povo ao lugar de descanso.

I - AUTORIDADES NAS ESCRITURAS

a) Autoridade no Antigo Testamento


- Unção indicava autoridade:


Quando Deus escolhia um rei ou um profeta ele era ungido (Ex 29:1-7; 29:21; 1 Sm15:1; 16.3; 1 Rs 1:34).


Isto trazia as seguintes implicações:


Primeiro, significa que Deus o havia escolhido;


Segundo, indicava que Deus estava capacitando para realizar uma tarefa específica;


Terceiro, significa autoridade. Era o próprio Deus ortogando autoridade ao seu servo (a).

- Autoridade deveria ser respeitada:


Observe 2 Sm 24. Aqui Temos Davi diante de um dilema. Teve a oportunidade de matar Saul, no entanto, reconheceu que Saul fora designado por Deus para ser Rei e somente Deus poderia então destituí-lo.
=> Temos aqui um exemplo de respeito pela autoridade, ainda que esta estivesse fora dos planos de Deus. Não estamos dizendo que toda autoridade mesmo fora do plano Deus deve ser respeitada. O que queremos dizer é que Davi não tomou nenhuma ação precipitada contra o Rei entendendo que somente o Senhor o poderia fazer. Ele respeitou a unção que Saul havia recebido.

- Moisés e seus irmãos; (Nm 12). Observe que Arão e Miriã falaram contra Moisés, e se colocaram na mesma função que ele (Nm 12:2). Não perceberam que a autoridade que Deus havia dado a Moisés era diferente da que Deus lhes deu.


=> Moisés foi honrado por Deus e teve mais uma vez sua autoridade confirmada diante do povo de Israel e também diante de seus irmãos.


=> A lição que fica aqui é saber reconhecer a quem Deus tem dado autoridade, e saber diante disto se submeter e respeitar.
b) Autoridade No Novo Testamento
- Os apóstolos (At 6). Os apóstolos foram escolhidos por Jesus para serem seus representantes. Coube a eles a continuação da obra do Senhor. A eles foram incumbido a pregação do evangelho e a liderança do povo de Deus. Entendendo que Deus o chamara para isto tomaram a decisão de deixar algumas atividades para outros fazerem, pois, se dedicariam “a palavra e a oração” (At 6:2,4).


=> Fica claro que quem está na liderança deve dedicar-se e não se envolver com coisas que possam embaraçar seu ministério (Hb 12:1; 2 Tm 2:4)

- Autoridade dos discípulos (Mt 10:1) Os discípulos de Jesus receberam autoridade para realizar sua missão.


=> Pela mesma forma, temos recebido autoridade do Senhor Jesus para realizarmos sua obra. Somos chamado de geração eleita, sacerdócio real, povo adquirido (1 Pe 2:9). Deus capacita este povo através do seu Espírito (1 Co 12.9).

- Autoridade nas Igrejas – Assim que as primeiras igrejas foram formadas houve a necessidade de se estabelecer líderes nas igrejas. Em Jerusalém Tiago, irmão de Jesus, exercia uma função de liderança (At 15:13).


=> Paulo ao plantar as igrejas deixava uma liderança estabelecida (At 20:17-35) e também recomendava que esta liderança deveria ser respeitada e honrada (1 Tm 5:17).

II – AUTORIDADE: SUBMISSÃO E OBEDIÊNCIA

=> Conforme fora visto, tanto o Antigo quanto o Novo Testamento tratam sobre a questão da autoridade.


=> É preciso entender quanto a autoridade as seguintes questões:


Existe autoridade no lar (Ef 5:23);
Existe autoridade civil (Rm 13:1);
Existe autoridade na igreja (Hb 13:25);
Existe autoridade no trabalho (Ef 6:6).


=> Todas esses tipos de autoridade existem para produzir ordem e progresso.


=> É preciso entender que existe a autoridade dada por homens para o exercício de uma função aqui na terra, e a autoridade (capacidade, poder, tarefa) dada por Deus, para realização de sues propósitos.

Estas questões são importantes para que pensemos um pouco sobre a autoridade espiritual:

a) A autoridade espiritual é dada por Deus – As Escrituras apresentam que Deus é quem chama homens e mulheres e os capacita para exercerem uma função específica em seu Reino. Assim como Deus levantou profetas, sacerdotes e reis no passado para guiar seu povo, Deus estabeleceu sua liderança para a igreja (Ef 4:11). Esta liderança é dada por Deus para o bom andamento de sua obra.


=> É uma dádiva de Deus e aqueles que reconhecem está dádiva podem usufruir das bênção advindas dos líderes estabelecidos por Deus. Aqui citamos alguns benefícios: Tem direção (Pv 15:22), são pastoreados (Hb 13:25); recebem a palavra de Deus (At 20:21)

b) A autoridade espiritual deve ser obedecida – Hoje enfrenta-se uma crise de obediência. As pessoas querem ouvir a Escritura, e até querem receber a oração, no entanto, não aceitam a autoridade dessas pessoas em suas vidas particulares.


=> A recomendação da epístola aos Hebreus é que lideres (os pastores) devem ser obedecidos, pois a responsabilidade dele é cuidar de suas vidas (Hb 13:25).


=> O pecado de desobediência gera morte. Aqueles que entram por este caminho são mal sucedido (Sl 78:8). Vejam o seguinte pensamento:

=> Enquanto não reconhecemos as autoridades delegadas sobre nós, não chegaremos à maturidade nem ao alvo. Precisamos de guias que nos levem pelas mãos, para que não fiquemos no caminho, sem atingirmos o alvo: "...jazem nas estradas de todos os caminhos, como o antílope na rede" (Is 51:17-20).


=> Os homens esperam que a igreja apareça e os tome pelas mãos, guiando-os, levando-os pelo caminho em que devem andar.
Paulo escrevendo aos Tessalonicenses roga que “acatem com apreço” os que trabalham entre vós (1 Tess 5:12). Esta expressão indica que a recomendação é que fossem obediência e aceitassem a instrução de seus líderes. Este é um dos princípios importantes que temos nas Escrituras.


=> A obediência é fundamental para o sucesso em qualquer área da vida, e não é diferente nas questões espirituais.

c) A autoridade espiritual – submeta-se a ela – Não estamos falando de escravidão. Não é também uma submissão cega.
=> A obediência gera submissão e essa por sua vez deve ser voluntária e consciente.


=> Martinez afirma que:
Não é mera obediência externa, nem tão pouco quando controlado. Submissão é prestar obediência inteligente a uma autoridade delegada. É exteriorizar um espírito submisso, mesmo quando ninguém está por perto. É renunciar à opinião própria quando se opõe à orientação daqueles que exercem autoridade sobre nós.

=> Há muitos que não querem se submeter. Há também aqueles que se submetem apenas na presença. Continuam arrogantes e soberbos em sua maneira de ser. Este comportamento é reprovável. Ele apenas demonstra que não são pessoas maduras. Se alguém quer ter autoridade em sua vida deve também saber submeter-se aos seus superiores. Isto não significa que seremos maiores ou menores que alguém.


=> Esta submissão ela é um requisito básico da vida cristã (Fl 2:1-4) e quem assim o faz reconhece Deus (e sua autoridade) na vida do próximo.


Lembremo-nos da exortação Paulina: Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, apareis os fracos, e sejais longânimos para com todos (1 Tess 5:14)

Conclusão:

=> Não podemos deixar de mencionar a autoridade do Mestre (Mt 7:29).


=> Enquanto a autoridade dos fariseus e religiosos da época era impositiva e opressora, a autoridade de Jesus ao mesmo tempo encantava e produzia mudanças na vida do povo. Essa autoridade não provinha de questões naturais como cargo ou força, era provinha do próprio Deus, e este era o diferencial na vida do mestre.

=> Não podemos confundir autoridade com autoritarismo. Não é por força que se consegue alguma coisa (Zc 4:6).


=> As lideranças são chamadas a não usarem este tipo de comportamento em suas funções (I Pe 5:1-3). Enquanto a autoridade é dada por Deus e reconhecida pelo povo, aquele que quer ter autoridade, mas não tem, abusa das pessoas e da autoridade que recebe (como Saul fez 1 Sm 19:8; 20:30; 28).


=> Cuidado para que você não se torne uma pessoa como Saul e seja rejeitado por Deus (1 Sm 15:22,23). Não seja vingativo, invejoso, que abusa do poder que está em suas mãos e que impõe sua vontade. Isto não é reflexo de uma verdadeira autoridade.


=> A autoridade é marcada pela dependência de Deus. O líder espiritual é antes de tudo submisso a vontade de Deus e servo das pessoas. Não trabalha para sua glória e para benefício própria. Seu alvo é agradar a Deus e realizar sua obra.


=> Que esta seja nossa meta e que capacitados pelo Espírito do Senhor (Is 61:1) possamos ser bênçãos para a igreja e o mundo.
Que Deus nos ajude

AUTOR: Pr. Antônio Firmino da Silva Júnior

A HISTÓRIA DE UMA CONVERSÃO


II Reis 5:1-14.


INTRODUÇÃO


1. Naamã, um homem de projeção.


· Ele era comandante de Ban-Hadade, rei de Damasco, capital da Síria.


· Era o ministro da guerra. Homem corajoso. Forte. Guerreiro. Famoso.


· Naamã era um homem famoso, porém leproso.


· Ele tinha grande prestígio político, mas era espiritualmente cego.


· Ele era leproso, e ainda assim orgulhoso.


2. Naamã, um homem honrado – v. 1


a) Honra militar – “Naamã, comandante do exército do rei da Síria... era ele herói de guerra”.


Ele era comandante em chefe das forças armadas da Síria.


Ele era um herói nacional.


Sua farda estava cheia de condecorações.


Seu nome ocupava as manchetes dos jornais de Damasco.


Ele o grande ídolo da nação. Era aplaudido nas praças. Seu nome era tema de canções populares. Estava no topo da fama e da glória pessoa. Tinha atingido o mais alto grau na carreira militar.


Ele era o máximo.


b) Honra política – “Era grande homem diante do seu senhor”.


Ocupava o primeiro escalão do governo.


Era o braço direito do rei.


O homem de maior prestígio no palácio.


O homem forte da Síria.


O responsável pelas vitórias militares e a mais estrela do seu país.


c) Honra popular – “E de muito conceito”.


Naamã era um homem admirado, amado, aplaudido, de sucesso e total aprovação popular.


O povo o tinha em alta conta.


Ele era um vitorioso. Seu caminho era pontilhado de sucesso.


O próprio Deus que ele não conhecia o abençoava em suas esplêndidas vitórias.


3. Naamã, um homem abençoado – v. 1· “... porque por ele o Senhor dera vitória a Síria”.


Naamã era um idólatra, mas Deus já o abençoava.


Suas conquistas militares eram obra da providência divina. Deus já estava trabalhando na vida desse homem ainda que ele não soubesse disso.


· Vamos ver a história da conversão desse grande herói de guerra:


I. UM GRANDE SOFRIMENTO – V. 1


· “... Porém, leproso”.


1. O sofrimento da doença - v. 1


· Naamã tinha sucesso público, mas fracasso pessoal.


· Naamã era um vencedor, um herói, um grande homem em público, mas no recesso do seu lar, na intimidade, quando tira a armadura era um leproso.


· Talvez esse seja o retrato da sua vida:


você também é um vencedor no seu trabalho, nos seus estudos, na sua empresa. Você é reconhecido. Tem diplomas, sucesso financeiro. É amado e prestigiado. Passou em todas as provas e concursos, mas você tem uma lepra dentro de você. Sua lepra não é física, é espiritual.


· A lepra tinha cinco características:


a) A lepra separa – O leproso tinha que ser tirado da família, da sociedade e jogado numa caverna ou numa aldeia de leprosos. O pecado separa você de Deus.


b) A lepra insensibiliza – A lepra deixa a pessoa insensível. Assim é o pecado. Ele endurece, cauteriza, calcifica a alma.


c) A lepra deforma – A lepra deixa marcas e deformidades. Ela mutila e deixa cicatrizes profundas. Assim é o pecado. Ele deixa marcas profundas na mente, na alma, no corpo.


d) A lepra contamina – A lepra é contagiosa. O pecado também contamina. Ele pega. Fuja de más influências, de lugares perigosos.


e) A lepra mata – A lepra era uma doença incurável. O pecado é uma doença mortal.


2. O sofrimento da duplicidade – v. 1


· Naamã era um herói de guerra lá fora, mas dentro de casa era um leproso.


No recesso do lar, não podia abraçar sua esposa nem colocar seus filhos no colo.


Lá fora um vencedor, em casa um doente derrotado.


· Talvez esta é sua situação. Tem fama de um homem de Deus, piedoso, de uma mulher de oração, de um jovem puro, mas dentro de seu lar, você é outra pessoa. Vive com máscara. Vive de aparência.


Na igreja tem cara de gente santa, mas dentro de casa, na rua você vive alimentando seu coração de impureza. Lá fora um herói, dentro de casa, um leproso.


3. O sofrimento da impotência - 1


a) A medicina tem limitações (v. 7) – A lepra era como a própria morte, só Deus podia reverter a situação. O rei de Israel rasgou suas roupas porque sabia que nenhum recurso da medicina podia reverter àquela situação.


b) O dinheiro tem limitação (v. 5) – O dinheiro não compra tudo. O seu dinheiro pode lhe comprar remédio, mas não saúde. Pode lhe comprar uma casa nova, mas não um lar. Pode lhe dar conforto, mas não felicidade.


c) A política tem limitações (v. 5,7) – O poder político não resolve todos os problemas. O rei da Síria pensou que podia resolver o problema da lepra com uma canetada. A agenda de Deus não está nas mãos dos poderosos.


II. UM GRANDE EQUÍVOCO – V. 4-7


1. Pensar que Deus se submete à agenda dos poderosos – v. 5


· Naamã vai ao rei de Damasco. Este o manda com uma comitiva ao rei de Israel. Pensa que as obras de Deus podem ser resolvidas com uma canetada por aqueles que estão empoleirados no poder.


· Naamã tem grande prestígio político, mas é espiritualmente cego. Ela pensa que a fé é um negócio, um comércio. Ela pensa que a religião é uma questão de relações públicas e que a carta de um rei ao outro pode interferir na agenda de Deus.


· Naamã pensa que a carta do rei a outro rei vai lhe abrir o caminho da cura. Mas Deus não se submete ao decreto dos poderosos. Ele é livre.


· O rei de Israel rasga as suas roupas. Só Deus pode curar. Só Deus pode salvar.


2. Pensar que as bênçãos de Deus podem ser compradas com dinheiro – v. 5,15,16


· Naamã levou 350 Kg de prata, muito ouro e dez vestes festivais. Mas a graça de Deus não tem preço. A cura e a salvação não podem ser compradas com ouro ou prata.


· Eliseu não se impressionou com a riqueza da comitiva de Naamã. Depois que Naamã foi curado, ele não aceitou os presentes de Naamã. Salvação não é um negócio. A graça de Deus não é um produto. O evangelho não é uma mercadoria. A igreja não é uma empresa.


· O céu é de graça. As bênçãos de Deus não são vendidas. Os religiosos que comercializam o sagrado são filhos de Geazi e não discípulos de Eliseu.


3. Pensar que no Reino de Deus as glórias humanas podem nos colocar em posição especial – v. 9-12


· Naamã esperou que Eliseu saísse ao seu encontro com reverência, colocando tapete vermelho para ele pisar. Ele queria ser honrado. Ele estava acostumado a ser estrela. Ele não queria descer do seu pedestal.


· Mas Eliseu nem saiu de casa para recebê-lo. Mandou-lhe um recado. Não o bajulou. Naamã ficou furioso ao não ser recebido com pompas.


III. UM GRANDE TESTEMUNHO – V. 2,3


1. Uma menina escrava pode ser usada por Deus para a salvação do homem mais poderoso da Síria – v. 2,3


Ø Deus ama a todos, os poderosos, os reis, os ricos, os generais, os imperadores, os que estão no trono com o cetro do poder nas mãos.


Ø Naamã adorava o deus Hinon. Ele era um homem idólatra, pagão. Politicamente inimigo de Israel.


Talvez hoje alguns pregadores dissessem para ele:


1) Você precisa primeiro queimar suas imagens de Hinon;


2) Você precisa fazer uma oração de renúncia e rejeitar os pactos que você fez.


Ø O milagre de Deus começou quando essa menina escrava se colocou nas mãos de Deus para testemunhar.


Para isso, ele venceu três barreiras:


a) Barreira da distância – Ela estava desterrada, exilada em terra estrangeira, pagã, na casa de um idólatra, mas ali ela dá testemunho do seu Deus.


b) Barreira da discriminação – Aquela adolescente foi arrancada à força da casa de seus pais. Talvez seus pais haviam sido mortos ou eram escravos. Foi levada como coisa e não como pessoa. Era um objeto do seu patrão. Ela, porém, via-se a si mesma como uma embaixadora do céu.


c) Barreira da inimizade – Naamã era símbolo da maior ameaça para o seu povo. Mas ela era diferente de Jonas. Ela ama os próprios inimigos do seu povo e está pronta a abençoar a quem a humilhou.


2. Os servos de Naamã podem ser seus sábios conselheiros – v. 13


Ø Naamã não consegue entender a simplicidade da graça de Deus. Novamente são seus servos que o colocam de volta na estrada da cura.


Ø A ajuda de Naamã vem de fontes inesperadas:


1) uma menina escrava;


2) um profeta hebreu;


3) um rio barrento; 4) uma ordem simples.


IV. UM GRANDE MILAGRE – V. 10,13,14


1. Realizado sem espalhafato – V. 10


· Eliseu não convoca um coral para recepcionar Naamã e sua comitiva. Não põe tapete vermelho. Não coloca outdoor na cidade anunciando o dia de um grande milagre. Não põe no jornal de Samaria a visita do general da Síria que seria curado de lepra. Eliseu não faz propaganda do sobrenatural. Ele não toma o lugar de Deus.


· Naamã queria trombetas, uma cerimônia com ritos e pompas. Para ele tinha que ter espetáculo. Estava preso a rituais e lugares.


2. Realizado depois de se descer do pedestal do orgulho – V. 13


· Naamã para ser curado tinha que descer do seu pedestal. Antes de curar a lepra de Naamã, Deus queria curar o orgulho de Naamã. Só os humildes possuirão o Reino de Deus.


· A lepra de Naamã não estava apenas na sua pele, mas também no seu coração. Não só por fora, mas também por dentro. Não só na sua carne, mas também no seu espírito.


· Naamã tinha que depositar aos pés de Deus os seus títulos, seus diplomas, suas medalhas, seus troféus, suas insígnias, suas condecorações, suas façanhas e suas vitórias.


· A lepra apodrecia a carne de Naamã, ma não amolecia o seu coração. Por isso, ele precisa primeiro ser curado do seu orgulho.


3. Realizado depois de se reconhecer a feiúra do pecado – v. 14


· Quando Eliseu mandou Naamã mergulhar no Jordão sete vezes, ele estava dizendo que Naamã precisava tirar a armadura e mostra a sua lepra para todo mundo.


· Eliseu estava mostrando que não podemos ser curados sem admitir publicamente nossa doença, nossa lepra. Você precisa se desnudar, tirar a máscara.


· Você precisa pôr um ponto final na sua vida dupla e admitir que você depende desesperadamente da graça de Deus.


· NO Reino de Deus, os generais têm que se humilhar. O doutor tem que se arrepender. Os poderosos precisam se curvar.


4. Realizado depois de crer e obedecer ao que Deus manda – v. 14


· Se Naamã não tivesse mergulhado 7 vezes no Jordão, teria voltado leproso para a Síria.


· Não basta uma obediência parcial. Se ele tivesse mergulhado apenas 6 vezes, seria do Jordão ainda leproso.


· A fé obedece ao que Deus manda.


· Se você crer em Jesus, você será salvo. Quem tem a vida eterna (Is 1.18; Jo 5.24; At 16.31).


V. UMA GRANDE SALVAÇÃO – V. 14-19


1. Naamã foi completamente purificado – v. 14


· Ele sarou da sua lepra não porque a água do Jordão fosse milagrosa, mas porque se humilhou e obedeceu à Palavra de Deus.


· Sua carne ficou limpa. Sua pele restaurada. Também, quando você crê em Jesus, a sua cura é imediata.


Você pode voltar para casa limpo hoje.


Você pode voltar curado, liberto, perdoado.


Hoje Deus pode limpar a sua carne, a sua mente, o seu coração, as suas memórias. Hoje você pode ficar livre da sua lepra!


2. Naamã rendeu-se ao único Deus vivo e verdadeiro – v. 15


· Naamã desiste de suas crenças pagãs. Ele abriu mão de suas convicções religiosas para render-se ao Deus todo poderoso. Não há salvação fora de Jesus. Você precisa se curvar diante do Senhor Jesus. Só há salvação nele. Só há perdão nele. Só ele é o caminho, a porta.


3. Naamã tomou a decisão de mudar radicalmente de vida – v. 17


· Naamã tem uma experiência profunda de conversão. Sua vida é transformada. Hoje é tempo de você deixar os ídolos, o orgulho.


· Quem é convertido, demonstra gratidão


· Quem é convertido, torna-se um adorador!


· Quem é convertido muda o ponto nevrálgico da vida – A maior lepra de Naamã era o orgulho (v. 11,12). Agora, ele revela humildade (v. 17).


Exemplo: Zaqueu.


· Quem é convertido passa por uma mudança radical – Naamã disse: “Nunca mais”.


Hoje pode ser um divisor de águas na sua vida. É hora de nascer de novo. Ser nova criatura. Enterrar o seu passado no Jordão de Deus, sair de lá limpo. O sangue de Jesus pode purificar você de todo o pecado.


CONCLUSÃO


· Naamã chegou leproso e voltou curado.


· Naamã chegou perdido e voltou salvo.


· Naamã chegou idólatra e voltou adorando ao Deus vivo.


· Hoje, Deus quer fazer esse milagre em sua vida.


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes

“O VERDADEIRO PODER QUE LIBERTA”


“O VERDADEIRO PODER QUE LIBERTA” Atos 12:1-24

DINÂMICA SUGERIDA:


Usando uma fruta ou vegetal, descreva sua vida nessa semana (ameixa seca, banana amassada, abacaxi, pêssego doce, pepino azedo, laranja sem caldo, limão azedo etc).

Introdução:

=> A Palavra de Deus nos relata em Atos capitulo doze, a perseguição que assolou a igreja nos dias dos apóstolos, onde alguns foram presos, outros mortos, simplesmente por serem seguidores do Senhor Jesus, mesmo os que morreram receberam o prêmio da incorruptível glória celestial, este é o caso de Tiago.


=> Nessa perseguição, o poder libertador de Deus se manifestou maravilhosamente e confirmou o ensino de Paulo de que temos o privilégio de servir a Cristo, não somente crendo nele, mas também sofrendo por ele (Fp 1:29).

I - TIAGO FOI LIBERTADO PARA A GLÓRIA (12:1-2)

=> Ele teve a mesma atitude de Cristo e glorificou a Deus sendo obediente até à morte. Por isso, foi glorificado por Deus (Filipenses 2:5-11).


=> De acordo com Paulo, deixar esta vida e estar com Cristo é muito melhor (Filipenses 1:23).


=> Esse apóstolo só queria continuar com os irmãos "para ajudá-los a progredirem e a terem a alegria que vem da fé" (Filipenses 1:25).


=> A principal lição que fica é a de que a semeadura é feita com suor, lágrimas e sangue.


=> Como Justino, "o sangue dos mártires é a sementeira do evangelho".


=> Estamos dispostos a pagar o preço, com nossas próprias vidas? Aleluia!

II - PEDRO FOI COLOCADO LIVRE DA PRISÃO PARA DAR CONTINUIDADE A OBRA DE EVANGELIZAÇÃO INICIADA POR JESUS

=> Pedro cochilava no piso gelado do cárcere, enquanto "a igreja estava reunida orando por ele" (12:5).


=> Essa oração no Espírito, unida, fervorosa, definida e perseverante moveu o coração do Senhor para libertar Pedro da prisão e frustrar as expectativas satânicas sobre as vidas de Herodes e dos judeus.


=> Os cristãos não se mobilizaram para o uso da força nem para lançar mão de expedientes políticos, mas confiaram a causa a Deus em oração e foram vitoriosos.


=> O sistema, representado por Herodes, tem hoje muitas formas para acorrentar os cristãos na tentativa de deter o avanço do Reino de Deus.


=> Façamos uso da poderosa arma da oração para que essas correntes sejam despedaçadas e continuemos firmes servindo ao Senhor com alegria.

III - PELO PODER DO SENHOR O POVO FOI LIBERTADO DA TIRANIA DE HERODES (Atos 12:20-23)

=> Mesmo com todo o poder do Império Romano na pessoa do Rei Herodes, Deus se fez presente e o grande poder do Nosso Deus envergonhou o poder dos homens trazendo uma humilhante morte ao incrédulo e opressor rei Herodes.


=> Este fato fez com que o coração do povo se despertasse para conhecer a Jesus de tal maneira que "a palavra do Senhor crescia e se multiplicava" (Atos 12:24).


=> Deus é o único rei soberano e nenhum dos seus planos pode ser frustrado (Jó 42:2). Ele continua destronando os poderosos e elevando os humildes, os pequenos.

Conclusão:

=> Quando somos fiéis o Senhor age em nosso favor, fazendo o que está além da nossa capacidade humana; nos fortalecendo, livrando-nos do mal e nos entregando a vitória, por mais difícil que pareça ser, por isso precisamos ser diligentes e obedientes a ordem principal que ele nos deu: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15).


FONTE: http://www.ministeriofama.org/portal/downloads/estudos-nucleo/65.html?limit=5&limitstart=40&dir=DESC&order=date

O QUE SIGNIFICA RENOVAÇÃO ESPIRITUAL


(Isaias 40:31)


· Há vários fatores que ocasionam o envelhecimento ou a decadência espiritual. Os mais comuns são a rotina, a imaturidade, a frieza, o descaso e, por fim, a estagnação da vida cristã.


· Há cristãos que perdem o entusiasmo e o fervor dos primeiros dias de fé; acostumando-se a uma vida sem poder, testemunho, oração, consagração e crescimento. Nesta situação, se não houver uma reversão imediata, o cristão pode desviar-se dos caminhos do Senhor, o que será ainda pior.


· Aquele fervor espiritual do início da conversão deveria ser conservado, mantendo assim aberto o caminho da renovação pelo Espírito.


· A renovação espiritual do crente é uma das operações do Espírito Santo que mais destaque tem encontrado, nos últimos anos, e que se realiza diária e continuamente no meio do povo de Deus.


· Quando falamos em “renovação”, estamos nos referindo ao “ato de renovar”, ou seja, o “ato de fazer algo novo outra vez”.


· Se o cristão é filho de Deus, se passa a desfrutar da natureza divina, o tempo não pode, de forma alguma, atingir a sua estrutura espiritual, pois, a partir do instante em que “nasce de novo”, em que “nasce da água e do Espírito”, o cristão não mais sofre os influxos do tempo e, a exemplo de Deus, a sua vida espiritual passa a ser um “eterno presente”.


· Se, pois, o cristão desfruta da vida eterna, desde o momento de sua conversão, temos que a vida espiritual é um eterno presente.


· Renovar significa “tornar novo”, “recomeçar”, “refazer”, “reaver”, “retornar“.


· Na renovação espiritual, o Espírito Santo restaura e revigora a obra que anteriormente havia iniciado na vida do crente


– Sl 103.5: É ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades, quem sara todas as tuas enfermidades, quem redime a tua vida da cova, quem te coroa de benignidade e de misericórdia, quem te supre de todo o bem, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia”;


- Rm 12.2: ”E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”;


- Ap 2.4,5: “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”;


- Cl 3.10: “e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”.


Portanto, RENOVAR ESPIRITUALMENTE é:


OS SETE PASSOS DA RENOVAÇÃO ESPIRITUAL


1. Retornar às experiências espirituais do passado.


* No início da fé cristã, o homem recebe do Senhor, bênçãos extraordinárias que antes da conversão jamais poderia obter: fortificação pela fé em Cristo, certeza de vida eterna, batismo no Espírito Santo, dons sobrenaturais, milagres, comunhão com Deus, santidade, vida cristã vitoriosa e tantas outras maravilhas que acompanham a salvação.
* O amoroso Pai tem prazer de, no início da jornada da fé, encher o cristão de vida, graça e poder espiritual. Ele nos eleva muito além das experiências puramente humanas.
* Todavia, infelizmente, muitos esfriam na fé e perdem o contato com a Fonte da Graça.


* Há muitas pessoas na Igreja que conhecem o estilo do culto e os hinos; lêem a Bíblia ao menos uma vez por ano; são contínuos contribuintes financeiros, mas não conservaram seu amor pelo Senhor, nem o fervor de outrora. Não aplicam o que ouvem da Palavra de Deus às suas vidas.


* Estão próximas da igreja, mas distantes de Cristo – são os considerados crentes nominais. Só o Senhor, por meio do seu Santo Espírito, pode revigorar aqueles que perderam a força e a altitude das águias (Is 40.28-31).

2. Restabelecer as bênçãos perdidas.


* É difícil aceitar que o cristão possa perder algo que recebera de Deus. Alguém imagina que o Pai Celestial jamais retirará as bênçãos de seus filhos, especialmente as espirituais.


* O cristão que mantém uma contínua e perseverante comunhão com o Senhor certamente não perderá as bênçãos recebidas.


* O processo pelo qual o Espírito Santo veio habitar em seu interior, quando ocorreu a salvação, estabelece uma situação que não se altera com o decorrer do tempo: a pessoa entrou no reino de Deus, vive em novidade de vida, novidade esta que nunca deixa de existir, daí porque Paulo ter dito que o homem interior se renova de dia em dia, ou seja, que, apesar do decurso cronológico do tempo na vida material, em termos espirituais nada é afetado por causa da passagem dos segundos, minutos, horas, dias, meses ou anos (I Co 4:16).
* Porém, a Bíblia é categórica ao afirmar que, se não cuidarmos bem da nossa vida espiritual, poderemos, sim, perder as bênçãos advindas do Senhor.

* A Palavra de Deus nos diz que podemos perder o amor (Ap 2.4), a alegria da salvação (Sl 51.12), a fé (1 Tm 6.10), a firmeza em Deus (2 Pe 3.17), o poder (Jz 16.20), e muitas outras coisas. É por isso que somos advertidos a guardar o que temos (Ap 3.11).


* Graças a Deus, que pela renovação espiritual, o Senhor nos restaura completamente e torna a dar-nos as bênçãos perdidas – Sl 51.10.

3. Receber novas bênçãos.

· A conversão inclui grandes e ricas promessas de Deus para a vida do cristão, as quais Ele cumpre fielmente.


· Na renovação espiritual, o Senhor nos dá as bênçãos prometidas que até então não tínhamos recebido (Is 45.3), e nos anima a conquistarmos muito mais (Js 18.3).


· Aquele que peca necessita de avivamento ou renovação espiritual, pois o pecado cria um obstáculo entre o homem e Deus, impedindo que venhamos a ter um eterno presente de comunhão com o Senhor.


· Enquanto estivermos no mundo, o pecado é um risco sempre presente, pois ainda não fomos libertos do corpo do pecado, algo que somente ocorrerá quando passarmos para a eternidade ou, então, se estivermos vivos no dia do arrebatamento, formos transformados.


· Na Bíblia, foram registrados grandes avivamentos em que um grande número de pessoas voltou-se para Deus e desistiu de seu modo pecaminoso de viver.

· Os avivamentos foram liderados por alguém que reconheceu a crise espiritual da nação, superou o medo e tornou a vontade de Deus conhecida às pessoas.
4. A renovação deve ser diária.


* Assim como o corpo físico revigora-se diariamente, nosso homem interior precisa de constante renovação para manter-se fortalecido e plenamente saudável espiritualmente.


* Conforme nos orienta a Palavra de Deus, a renovação espiritual deve ocorrer “de dia em dia” (2 Co 4.16).


* A vida espiritual é uma continuidade, mas uma continuidade que é construída por uma comunhão e obediência exercidas dia-a-dia, momento-a-momento, sem qualquer intervalo. A renovação deve ser consciente e desejada.


* Precisamos ter consciência da urgente necessidade da renovação espiritual:
“…transformai-vos pela renovação do vosso entendimento” (Rm 12.2).


Assim como a chuva cai sobre as plantações, gerando e produzindo fruto (Sl 65.7-13), devemos pedir ao Senhor que envie sobre nós, sua lavoura, uma abundante chuva de renovação (1 Co 3.10; Sl 72.6,7; Os 6.3).


* Quando essa chuva começar a cair, o Espírito Santo de Deus certamente fará maravilhas, a começar pelas vidas renovadas. Aleluia!

5. A renovação enseja a operação do Espírito Santo.

* A renovação mantém o cristão afastado do mundo.


* A renovação aprofunda o cristão na Palavra de Deus. Quando somos renovados, nosso espírito é impelido pelas verdades eternas da Palavra (Jo 6.63), e nossa fé cresce abundantemente (Rm 10.17).


* A renovação dá poder ao cristão. “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças” (Is 40.31). No dia de Pentecostes, todos os cristãos foram cheios do Espírito Santo (At 2.4).


* Não obstante, pouco tempo depois foram cheios novamente; do mesmo poder e pelo mesmo Espírito (At 4.30,31).


* A renovação torna o cristão sensível à direção do Espírito. Quando somos renovados ficamos bem atentos à voz do Espírito, para sermos conduzidos e instruídos por Ele (At 16.6,7; 10.19).


* Se o Espírito Santo conhece todas as coisas em seus pormenores, pode nos guiar com precisão.


* Só um cristão renovado tem sensibilidade espiritual para ouvir e obedecer a voz do Senhor: “… Este é o caminho; andai nele…” (Is 30.21).

6. Quem permanece renovado não perde o ânimo.


* Muitas vezes as lutas e tribulações nos fazem diminuir o passo, reduzir o ritmo de nossa corrida e até pararmos.


* Para não sermos vencidos na batalha contra o mal, busquemos a renovação espiritual em Cristo.


* Não podemos parar! Não há espaço para o desânimo: “Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos” (v.14); “Levantai-vos, e andai, porque não será aqui o vosso descanso” (Mq 2.10; 1 Rs 19.7; Hb 10.38).

7. Os que permanecem renovados, são purificados.

· Às vezes, perdemos a bênção, por entristecermos o Espírito de Deus (Ef 4.30).

· Quando o Espírito Santo determina que algo seja feito e o homem se recusa a fazê-lo, sendo, como é, uma Pessoa, dotada, portanto, de vontade e de sensibilidade, o Espírito Santo se entristece, fica triste, pois, como ama o ser humano, pois é Deus e Deus é amor (I Jo.4:8), quer sempre o melhor para o homem.


· Não podemos entristecer o Espírito Santo (Ef.4:30), pois isto é perigoso, porquanto, quando o Espírito Santo se entristece, toma a mesma atitude que tomou Jesus quando se entristeceu, a saber: lamentou, chorou (Mt.23:37; Mc.3:5; Lc.19:41; Jo.11:35), mas respeita a decisão de desagrado, que poderá conduzi-los à destruição.


· Neste estágio, porém, o Espírito ainda tenta convencer o homem a converter-se.

CONCLUSÃO

· Concluindo, o fogo não pode se apagar! Mas para o fogo não se apagar é necessário lenha continuadamente no altar.


· Portanto, devemos agir como os sacerdotes do tabernáculo – a cada manhã eles deveriam trazer lenha nova pra colocar no altar do holocausto ( Lv 6:12), pois o fogo nunca poderia se apagar, tinha de estar, sem cessar, ardendo no altar.


· A lenha fala-nos do combustível do fogo, daquilo que faz com que se mantenha a temperatura e o fervor espiritual.


· O crente não pode viver de porções passadas que serviram para a estruturação da sua fé, da sua comunhão com Deus.


· Tudo aquilo que serve de alimento espiritual deve ser cultivado e mantido em porções diárias, sempre renovadas a cada instante, para que o fogo continue ardendo continuadamente em nossas vidas.


Glória a Deus!!

AUTOR: Bispo Hermes da Gama